Outra novela de Verão tem sido o regresso ou não dos antigos personagens de “Beverly Hills, 90210”, ao famoso código de postal (tenho de parar com este cliché…), desta feita, revivido no spin-off da série que a CW vai lançar já no início de Setembro, o originalmente intitulado “90210”.
Primeiro foi contratada Jennie Garth (Kelly). Logo de seguida, apareceu a possibilidade Tori Spelling. Depois, foram contratados dois ou três daqueles personagens secundários que ninguém se lembra (ou se interessa). Mais tarde, o Luke Perry (Dylan), o Jason Priestley (Brandon) e o Ian Ziering (Steve) rejeitaram participar de forma categórica. Ainda se falou no Brian Austin Green (David), mas este distanciou-se de imediato, mostrando-se entregue de corpo e alma a “Terminator: TSCC” (e bem fez ele). Em seguida, conseguiram algo que muitos julgavam impossível, ou seja, garantir a participação de Shannen Doherty (Brenda). Depois, a Tori Spelling, supostamente, teria adiado a sua participação agendada para o episódio de estreia da série devido a estar prestes a ter o seu segundo filho na altura das gravações. E, agora (huf!), surgem notícias de que a filha do falecido Aaron Spelling, o criador desta confusão toda, nem sequer irá participar no spin-off da CW, supostamente, porque teria descoberto que Jennie Garth e Shannen Doherty iriam receber entre 35 e 50 mil dólares por episódio, enquanto ela “apenas” receberia entre 10 e 20 mil dólares.
Ora, no meio desta grande novela, aquilo que me vem à mente neste momento, é como é que se sentirão aqueles jovens actores que constituem o elenco desta nova série e que ninguém parece querer saber pois vivem ofuscados na sombra das antigas estrelas de “Beverly Hills, 90210”?






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