O que se pode dizer em relação a “Dirty Sexy Money”? Pode dizer-se, por exemplo, que não é uma obra-prima e que, provavelmente, nunca será uma série que constará dos anais da história. Pode dizer-se que não é qualquer prodígio de comédia, nem nenhum drama de intensas emoções. Pode dizer-se que não tem interpretações do outro mundo, dignas dos maiores elogios do público e da crítica ou merecedoras dos mais prestigiados prémios da indústria.
Então… Se “Dirty Sexy Money” não tem qualquer uma das características apontadas, qual é o interesse em ver a série?
Sobretudo, porque esta nova série da ABC apresenta dois grandes trunfos: por um lado, o facto de ter um elenco que “transpira” qualidade e competência, que, mesmo não tendo as já mencionadas interpretações do “outro mundo”, consegue funcionar perfeitamente como ensemble e conceder à série uma dinâmica bastante aprazível, isto resultado de um conjunto de personagens pitorescas que não caem em desuso; por outro lado, a crítica social, que, embora feita de uma forma ligeira e descomprometida, consegue tocar com eficácia em vários pontos intrínsecos à realidade em que vivemos actualmente, desde o adultério e os escândalos sexuais, ao estilo de vida sem rumo dos jovens endinheirados, passando pelos jogos de bastidores e pelas intrigas novelescas.
O grande problema de “Dirty Sexy Money” é, até aqui, não ter conseguido mostrar se tem capacidade para evoluir além daquele estilo de narrativa de telenovela, nem ser tão “dirty” e tão “sexy” como o arrojado título prometia (facto referido pelo próprio Peter Krause). Se bem que não teve hipótese de alcançar um outro nível de maturidade durante a primeira temporada, devido à interrupção involuntária ocasionada pela greve dos argumentistas norte-americanos, a sua segunda época será fundamental para definir em que patamar se situará e se valerá a pena continuar a seguir as desventuras da família Darling.





September 29th, 2008 at 18:13
É uma série que se vê bem. Não mais do que isso.
Não vou ver a próxima temporada, apesar de ter apreciado a 1ª.
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September 29th, 2008 at 18:13
Gostei muito no início, mas com o passar dos episódios comecei a não achar tão divertida. Falta lá qualquer coisa…
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September 29th, 2008 at 18:14
Mal acabei o primeiro episodio encerrei para mim dirty sexy money. Abraço
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September 29th, 2008 at 18:15
Confesso que me cativou. Sim, não é uma obra-prima. Ok, reconheço que não tem interpretações do outro mundo, apesar da presença de Peter Krause. Mas tem algo. Um estilo ligeiro, k nos mostra um mundo de sofisticação, numa espécie de novela sofisticada, com paisagens deslumbrantes da cidade k nunca dorme…
Poderia ser algo mais. Claro k sim, como o atestam as declarações do seu protagonista. Mas ainda estamos na 1ª temporada, aliás incompleta pela greve dos argumentistas. Agora, com uns argumentos onde o sexy e o dirty imperem, poderemos ter uma 2ª época gloriosa…
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September 29th, 2008 at 18:15
Não é uma obra-prima, mas é entretenimento puro e duro. É boa para passar um bom bocado, apesar de, realmente, não passar daquele esquema de “telenovela”.
E o elenco funciona mesmo muito bem junto. O Donald Sutherland é um senhor e a Natalie Zea é uma grande surpresa muito boa…
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