[SPOILERS] Dois copos de vinho em primeiro plano, dois corpos femininos em segundo. Batida forte, altas horas da noite e uma tórrida sessão de sexo entre Thirteen (Olivia Wilde) e uma Jane Doe (déjà vú O.C.). São estes os ingredientes de mais um arranque de “House”. Será que é desta que o carro pega?
Como o nome do episódio indica estamos realmente com sorte. O caso clínico fundiu-se por completo com o lado de quem trata: Thirteen, depois de descobrir que tem ainda menos tempo de vida do que estava à espera, entra numa espiral destrutiva, onde só interessa o prazer e o sexo duma noite. Breve e passageira como a desconhecida que acaba por ir parar à sua mesa de trabalho. Foi muito interessante ver o evoluir esta personagem, desde a confirmação inicial da sua orientação sexual até ao final igualmente destrutivo onde nada se aprendeu, material denso e realmente rico para completar esta peça da equipa. O facto do caso colar directamente ao médico foi, e normalmente é sempre, uma aposta ganha, pois o episódio funciona melhor como todo e ganha-se toda uma coerência ausente em muitos outros casos. Estreitaram-se laços na procura da cura, e duas mulheres que se usaram mutuamente com objectivos distintos acabam por se deitar lado a lado numa salvação comum. Vulgar, como a resolução do problema que mais uma vez esteve a cargo de quem?Vá lá vocês sabem!
House (Hugh Laurie), esse mesmo, que consegue aqui os seus melhores momentos, até ao momento. Apesar de ter ficado tudo bem demasiado depressa, todo o jogo entre ele e Wilson (Robert Sean Leonard) está bastante divertido, ganhando contornos realmente hilariantes quando descobrimos que a história da prostituta era o contra-ataque!Muito bom!
Continuando com as boas notícias Lucas Douglas (Michael Weston) está cada vez mais secundário, aparecendo tão pouco que já pouco me irrita. É quase certo que estará para breve o seu desaparecimento. E se saem uns, entram outros: Cuddy (Lisa Edelstein) vai adoptar uma criança. É com esta revelação que vemos pela última vez House, que quase sem palavras abandona a loja e o episódio, num bom momento de televisão.
Parece que é desta que vão andar com o barco para a frente. Várias linhas de argumento estão na posição certa para o desenvolvimento há muito esperado. Foi o melhor episódio até ao momento e eu pergunto: não podia esta temporada ter começado aqui?

[starrater]




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(A Jane Doe entrou em L Word por acaso.)
Foi um óptimo episódio que permitiu o desenvolver da personagem de Thirteen, mesmo acabando por voltar, no fim, ao inicio da sua “espiral da perdição”. O detective passou-me um bocado ao lado mas as cenas com House, Wilson e Cuddy foram muito boas.
Até que enfim um episódio de jeito! Agora acho que a antiga equipa devia ter mais destaque. Estou com saudades da Cameron!!
Interessante…
Sem duvida o melhor episodio até agora, mas continua fraquinho.-.
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