[SPOILERS] Um homem morto dentro de um carro esmagado é o tema de fundo deste novo episódio de “Life”. Nos primeiros minutos, assistimos a um dos planos característicos da série, com Crews (Damian Lewis) a olhar para a sua parede tentando juntar provas e chegar a conclusões. Esta tinha sido, de resto, a forma como o episódio anterior tinha acabado e que é representativo de que nos próximos 45 minutos Crews estará determinado em perceber do que tem medo Jack Reese (Victor Rivers) e quem são as seis pessoas que o tramaram.
O homem esmagado encontrado num ferro velho de automóveis é rapidamente associado a um triângulo amoroso online. Crews e Dani Reese (Sarah Shahi) tentarão, recorrendo a logs de IM, chegar ao assassino, sendo aqui o principal problema o facto de todos terem uma identidade diferente no “mundo real” e não ser de todo fácil entender o que é verdadeiro em ambos os mundos. A principal suspeita, contudo, é uma jovem ex-universitária jogadora de ténis filha de um abastado representante da indústria da música. A música tem neste episódio um papel importante pois é também a desculpa que Crews arranja para se encontrar com a sua ex-mulher; Crews precisa de alguns discos antigos para concluir os seus raciocínios, mas obviamente a ideia de reencontrar o seu colchão e ter a sua ex-mulher ao lado também é aliciante. Esta dá-lhe, contudo, uma valente tampa e Crews decide dedicar-se somente ao caso neste episódio.
E já que falamos em tampas, Reese viu-se obrigada neste episódio a dar mais uma ao seu chefe, Tidwell (Donal Logue). É inevitável que um dia aconteça alguma coisa entre ambos e na realidade até acho estas interacções divertidas muito pelo carisma que Donal Logue traz à sua personagem. Porém, gostaria que tivesse maior profundidade, porque por agora continua a ser apenas “o chefe desastrado que está naquele posto não se sabe bem como” mas talvez faça sentido com o tempo.
Quem anda a gozar maior tempo de antena é Ted Earley (Adam Arkin), que agora é professor numa escola de gestão. Só tem 3 alunos e nenhum deles parece particularmente interessante, mas talvez traga bons momentos em episódios futuros. Foi refrescante ver Ted a tomar controlo da sua aula, pois tem sido frequentemente apresentado como uma personagem assustada e desajeitada e sinto que tem muito mais para oferecer.
Quanto ao caso pessoal de Crews, este consegue um novo nome para investigar e apercebe-se que Jack Reese pode não ser tão seu inimigo quanto pensa. Todo o cenário está ainda bastante nublado mas ao que parece agora a missão será em cada episódio adquirir um novo nome e investigá-lo…
Um episódio que não trouxe muito, um pouco filler, insuficiente no “zen” e no humor de Crews e bastante abaixo dos episódios anteriores- não deixa de ser Life, mas uns pontos abaixo no ritmo e na inteligência que os episódios habitualmente contêm.






October 20th, 2008 at 9:42
Isso é assim tão bom? Estas a deixar-me curioso
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October 20th, 2008 at 10:19
Foi dos meus episódios preferidos até agora. Life é das melhores séries a dar na tv americana de momento.
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October 20th, 2008 at 11:05
Das 20 e poucas séries que tento acompanhar esta é das que mais vontade me dá de ver, sem ter episódios fantásticos matém sempre episódios de boa qualidade. E a personagem interpertada pelo Damian Lewis ( Charlie ) é uma maravilha.
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October 20th, 2008 at 11:13
Outro grande episódio mesmo!
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October 20th, 2008 at 18:14
As audiências da série são más…mas ela é muito boa.
Apesar de ter tido este episódio fraquinho.
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