[SPOILERS] Depois de uma semana de descanso, “One Tree Hill” regressa ao seu nível normal. E, embora o nível normal seja bom, não podemos deixar de pensar naqueles incríveis primeiros episódios de temporada que nos reacenderam a paixão por esta série.
Acredito que o principal problema de “One Tree Hill”, neste momento, é não ter uma linha central de argumento. Mas antes várias que divergem bastante a história. Quase que parece uma novela.
Depois de salvar Jamie (Jackson Brundage) e Haley (Bethany Joy Galeotti) das mãos de Carrie (Torrey DeVitto), numa linha de argumento que continuo a achar que merecia um episódio só para si, Dan (Paul Johansson) parece cair em boas graças e anda quase normalmente entre as pessoas. Dan parece um homem diferente, atormentado pelos actos do passado e por tudo o que perdeu, os filhos e Deb (Barbara Alyn Woods).
Finalmente o choque entre Peyton (Hilarie Burton) e o seu recém descoberto pai, Mick (John Doe), acontece. E, à primeira vista, Peyton não fica contente com o que vê. Esperava aqui ver um bocado da Dark-Peyton. Mas todos os desastres na sua vida parecem ter feito Peyton uma mulher mais forte. E finalmente descobre o que realmente aconteceu com Brooke (Sophia Bush). Levando as duas amigas a reaproximarem-se. Agora que Brooke começa uma nova etapa na sua vida, sendo família de acolhimento de Sam (Ashley Rickards).
Nathan (James Lafferty) recebe mais uma proposta para jogar. Desta vez num jogo baseado no basquetebol, Slam Ball. Reticente, acaba por aceitar para, no mínimo, poder mostrar que ainda tem condições para jogar. Estou para ver o que sairá daqui.
Lucas (Chad Michael Murray) começa a tournée de divulgação do seu novo livro em Omaha. Os resultados não são nada do que se esperava. Sabe-se que um livro é um falhanço quando, numa assinatura de livros, se assinam apenas dois exemplares, e um deles é da Gossip Girl. Lucas e Mouth (Lee Norris), que parece ser um grande pivot em Omaha, resolvem voltar para Tree Hill.
“One Tree Hill” parece estar a fazer regressar grande parte dos seus actores, Mouth, Millicent (Lisa Goldstein), Owen (Joe Manganiello), o que pode levar a uma ainda maior divergência de histórias. Faz falta uma história central para guiar esta série.

[starrater]




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Embora tenha gostado muito do regresso de Mouth e Millicent, tenho receio, como dizes, que com tanta história para contar se acabem por dispersar.
De qualquer maneira, não deixou de ser um bom episódio e estou com curiosidade para ver quanto tempo o Nathan se aguenta no SlamBall…
Acho que a questão não será tanto o aguentar-se, mas mais o ser levado a sério. Uma equipa profissional não verá com bons olhos um jogador de um desporto que mais parece uma paródia do original.
Gostei do desvio que tomou a história do Lucas. Já não posso com o pai da Peyton.