[SPOILERS] Durante a sua evolução “One Tree Hill” passou por muito até chegar aqui. Esta semana, revistas e prisões domiciliárias, torradas e panquecas, problemas adolescentes e identidades roubadas, capas, kid-fights e girl-fights, novos empregos e estagiárias boazonas, são receita para um bom episódio.
Como já tinha tinha falado numa critica anterior, o regresso de antigos personagens para a série e a divergência de histórias era algo que me deixava apreensivo. A verdade é que, se bem construídas, todas essas histórias separadas, ao serem reunidas num episódio podem resultar numa boa hora de entretenimento. O lado mau é que me “obrigam” a escrever umas criticas mais longas.
Influenciados por um artigo na revista B-Davis, Lucas (Chad Michael Murray) e Peyton (Hilarie Burton) descobrem que, agora que estão a viver juntos, não se conhecem realmente um ao outro. Estabelecem uma prisão domiciliária voluntária de modo a colmatarem essa lacuna na sua relação. Sendo um dos casais mais aborrecidos (para mim), isto da prisão domiciliária acabou por ser uma lufada de ar fresco. Resultando em momentos bastante divertidos. Especialmente quando decidiram dividir a casa a meio.
Abraçando o seu novo papel como família de acolhimento de Sam (Ashley Rickards), Brooke (Sophia Bush) começa a ter os primeiros problemas com a sua enteada. Roubos de identidade e escapadelas a meio da noite são alguns dos casos. A verdade é que isto de ser mãe tem mais do que se lhe diga. Um destes problemas acaba por trazer Owen (Joe Manganiello) de volta à porta de Brooke. Reavivando sentimentos antigos. Como uma das minhas personagens preferidas é bom ver Brooke em cada uma destas novas facetas da sua vida. Brooke tornou-se a amiga a quem todos recorrem quando têm problemas.
Jamie (Jackson Brundage) é, sem qualquer dúvida, das melhores coisas que já aconteceram a “One Tree Hill”. Por isso qualquer momento mais centrado neste pequeno homenzinho é sempre bem-vindo. A capa que Jamie usa em homenagem ao seu amigo Quentin (Robbie Jones), vira motivo para um miúdo mais velho implicar com ele. Em sua defesa, e da memória do amigo, Jamie atira-se de punhos e dentes ao miúdo mais velho. Esta luta obriga a uma intervenção dos pais. E enquanto a pacifica Haley (Bethany Joy Galeotti) perde as estribeiras e acaba pegada com mãe do miúdo. O brigão Nathan (James Lafferty) opta por uma abordagem mais pacifica, mostrando que as capas são fixes. Sobra para Dan (Paul Johansson), no seu papel de avô protector, uma ameaça inofensiva à mãe do miúdo. Esta é a família que qualquer pessoa gostaria de ter, um pai jogador de Slam Ball, uma mãe cantora e um avô… Bem, o avô dispensa-se.
Regressado de Omaha, Mouth (Lee Norris) tenta recuperar o seu velho emprego. Para sua surpresa, não só o querem de volta como são capazes de lhe dar tudo o que ele quiser para ficar, incluindo uma estagiária boazona, Gigi (Kelsey Chow). Ai Marvin, Marvin! A tentação! E coitadinha da Millicent (Lisa Goldstein) que ainda fica sozinha por causa disto. Há que dizer que a personagem de Mouth é uma mais valia para a série.
Bem, you just had a mouthful! Que venham outros episódios assim.

[starrater]






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Excelente episódio! Mesmo sem ter a carga dramática que outros episódios tiveram, as histórias mais “light” acabaram por resultar maravilhosamente bem. E aquele Jamie é o sonho de qualquer pessoa. Numa nota mais feminina, aquelas garras da Peyton… :yuk:
A Brooke merecia ter um filho como Jamie, não como a Sam. Eu não gosto nada da historia da adoção… E eu também acho o Lucas e a Peyton aburrecidos. Abraço
Acho que a questão esta exactamente aí. As pessoas nem sempre conseguem o que querem. mas fazem o melhor que podem com aquilo que têm. Embora a Brooke merecesse “melhor”, não deixa de ser interessante ver como lida com os problemas que Sam lhe causa.
XD este episodio foi fantástico, uma lufada de ar fresco sem duvida, as cenas LP foram lindas e renovaram o meu coração leyton. Logo, nao os acho nada aborrecidos, ultimamente a historia deles têm sido mal explorada. no entanto, eu adoro LP.
Brooke e sam, eu até gostei da Storyline deste episodio, achei a actriz que faz de sam muito boa.
Adorei o episódio, mesmo engraçado. Todas as histórias, apesar de light, foram muito bem desenvolvidas. O Jamie é demais!