[SPOILERS] Este foi o episódio desta temporada que mais gostei até agora. Não encontrei tantos problemas como em outros e houve alguma acção (também na história).
Antes de mais, algo que me “irrita”. Há na série uma tendência de lançar histórias (ou personagens) e depois deixá-las algures em “banho-maria”. Isto leva a que a série tenha um constante “pára-arranca” da narrativa. Exemplos? Há dois episódios tivemos a explosão da central e ficamos por aí. Neste episódio temos a investigação a essa situação. Cameron (a “carregadora de piano” Summer Glau) está estranha. Já há algum tempo. Mesmo depois da psicanálise da semana passada (assunto completamente esquecido neste), sabemos (quase) o mesmo do que vimos no final do primeiro episódio desta temporada. Derek (Brian Austin Green) aparece e desaparece na série com a mesma velocidade a que o tempo, diariamente, muda nos Açores.
Neste episódio ele esteve muito presente. E numa dupla missão: salvar alguém e fazer a sua estreia como tutor de um grupo de rapazes. Para além disso, com mais um salto ao futuro (sempre positivo) pudemos ver Derek também em acção.
Uma muito maternal Sarah (Lena Headey) esteve também em missão dupla. Na normal (ao salvar um rapaz do novo terminator. Era mesmo necessário mais um? Quantos mais virão?) e na nova, ao tomar conta do puto e refazer (pelo menos internamente) a sua maneira de ser mãe. História interessante e que deu uma outra imagem da durona Sarah Connor.
Quem aparece também muito activa é Weaver (Shirley Manson), apesar de sobre a sua filha não ser adiantado mais nada. Agora que está aliada com o agente James (Richard T. Jones), começa-se a descortinar algum do sentido desta personagem. O agente também começa a aparecer e quem se está a transformar em homenzinho é John (Thomas Dekker). Já não era sem tempo.
A ideia que me dá, é que a série alterna muito. Por vezes, parece um procedural e tudo o que aconteceu pouca (ou nenhuma) influência terá para o futuro. Outras vezes, é uma série com um rumo definido, em que pelo caminho vão-se juntando as peças de maneira lógica. E outras vezes, é uma mistura das duas coisas. E é uma pena, porque a história por vezes fica muito enrolada. É como serrar farelo.

[starrater]




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Uma coisa. Sabendo que o mundo ia ser atacado por um exército de máquinas, não era suposto fazer-se algo para evitar isso? Formar um exército, ou qualquer coisa. Treinar já a resistência! É que parecem mais preocupados em preservar a ordem natural dos acontecimentos, do que alterar o futuro.
E ainda estou para ver como todos os elementos novos, que estão a ser introduzidos na série, vão afectar os filmes que estão para sair. Os criadores bem dizem que são linhas temporais diferentes, mas há uma continuidade que é suposto respeitarem.
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Bom episódio.
@Luís: A série é “independente” dos filmes. A história passa-se a seguir ao 2.º filme.
Então eles não vêm ao passado para alterar isso? Acabar com tudo o que originou a ascensão das máquinas!Para não haver o dia do juízo final? Para não haver a guerra?
quanto ao epis.5 foi bom, dos melhores de toda a serie, pena o pouco destaque da Cameron.
gosto destes flashbacks, dão mais qualidade à série, gostei tambem da outra faceta da Sarah..
tambem não gosto muito de tantos T-888, é 1 por cada alvo a eliminar..
a ver vamos se o rumo a partir de agora se vai manter na história principal
O BAG continu a surpreender. Quem o viu e quem o vê, hã…
Gostei do episódio, especialmente dos flashbacks (forwards?) para o futuro catastrófico.
Não sei, este episódio pareceu-me estranho. Parece que faltou qualquer coisa e achei-o apenas decente.