[SPOILERS] Sexo! Muito? Pouco? Algum? Depende de cada um. Mas foi o elemento que interligou as histórias deste episódio.
Vaginatown. O filme porno, pois então, em que Charlie (Evan Handler) investe a sua carreira e o seu dinheiro. É pelo set que passa muita da história do episódio. Entre problemas de logística, crises de confiança da actriz e idas da mulher a casa, Charlie vê-se obrigado a saltar para a acção do filme (com esta a decorrer na sua própria casa). Nada como um sacrifício em prol de alguém.
Hank (David Duchovny) lá continua nas suas investigações para a biografia de Ashby (Callum Keith Rennie). E claro que o sexo passa por aqui também, mas quase de raspão. Importante de destacar é a conversa (sobre sexo, pois claro) moralizadora que Hank tem com Sonja (Paula Marshall) e o facto de Mia (Madeleine Zima) estar mais próxima (Ahh. Esse elemento aproximador que é o… sexo!) de Ashby e (por consequência) de Hank. Ela que tem estado pouco activa esta temporada. Demasiado, acrescento eu.
Num episódio em que foram lançadas linhas narrativas que deverão ser desenvolvidas nos próximos, a questão familiar de Hank foi pouca explorada. Aliás, até ver, Hank está a reagir bem demais a toda esta separação. A parte dramática da série esteve alheada e sobrou a vertente mais “chocante” da série: sexo!

[starrater]




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Foi bom rever a Carly Pope, muito crescida desde Popular!
Esta história toda do Charlie… sinceramente, não acho piada nenhuma nem a ele nem à mulher. Mas enfim…