[SPOILERS] É um episódio em grande estilo este. As histórias fluem todas naturalmente e os acontecimentos vão-se sucedendo. É “Californication” no seu melhor.
Hank (David Duchovny) está em grande, mais uma vez, com as mulheres. Tudo o que mexe e está relacionado com o sexo feminino? Lá está o Hank. E devido a esta constante “missão”, ele acaba por meter-se em sarilhos com a filha. Dois destaques (e momentos opostos em termos de envolvência emocional) em toda esta história. Um grande discurso de Becca (Madeleine Martin) a apelar ao pai e o diálogo entre Hank e Karen (Natascha McElhone). Situações opostas que ilustram alguma da “amplitude” da série.
Mas para os lados de Charlie (Evan Handler), as coisas não estão mais calmas. Entre o querer aprofundar os seus conhecimentos pela nova profissão e a surpresa que Marcy (Pamela Adlon) lhe reserva, vai a distância de ter de se livrar do seu carro. E antes, ainda teve de lidar com duas mulheres na sua cama e com o facto de ter visitas inesperadas em casa.
Mia (Madeline Zima) é que está a ser “arma de arremesso” entre Hank e Ashby (Callum Keith Rennie). É a figura de um Hank paternal a vir ao de cima e podemos adivinhar tempos não tão consensuais na relação entre Hank e Ashby. Além disso, Hank já se aproximou (e podemos supor uma maior aproximação no futuro) da ex-mulher de Ashby. Esta será também uma história interessante de seguir.
Em suma, o episódio teve tudo o que esta série, quando está no seu ponto alto, costuma ter. Todas as personagens importantes acabam por aparecer no episódio, as histórias vão-se desenrolando e até há tempo para personagens secundárias aparecerem. E isto tudo muito bem aproveitado em apenas 26 minutos. Boa!

[starrater]




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Amei o discurso da Becca! Que grande episódio!
A Becca tem muito potencial. Não estava nada à espera daquele discurso.
Grande Becca. E estas palavras ainda vão parar à minha próxima review, se não me engano!