[SPOILERS] Este episódio é o perfeito resumo do que a série é. Numa excelente mescla (e ritmo), temos quarenta minutos de entretenimento disparatadamente cómico.
Os primeiros 20 minutos (à volta de dezoito, se descontarmos o genérico e a recapitulação dos últimos episódios) são extremamente bem conseguidos. As situações (cómicas, burlescas, disparatadas, inapropriadas) sucedem-se a grande velocidade e todas acabam por se encaixar na história principal. Um Casey (Adam Baldwin) menino de coro, é uma bonita imagem para retratar todo este segmento (a cena do banho também não fica atrás, mas é noutra perspectiva).
A história para todo este rebuliço começa no antigo patrão de Jill (Jordana Brewster), que estava em posse de uma lista com agentes da FULCRUM. Informação valiosa que implicou muita coisa. Chuck (Zachary Levi) enfrentado Casey e Sarah (Yvonne Strahovski), Jill a ser raptada ou Chuck a ter que escolher (por agora só a confiança) entre Sarah e Jill, foram algumas das peripécias desta história.
Na Buy More (esboço logo um sorriso quando a acção se muda para lá) Emmet (Tony Hale) está empenhado em descobrir a razão das longas saídas em serviço de Chuck. Chantagem sempre funcionou muito bem e ainda melhor funciona se os empregados da Buy More forem os alvos da mesma. Jeff (Scott Krinsky), Lester (Vik Sahay) e Morgan (Joshua Gomez) brilham. Brilham pela interpretação, pelas piadas, pela estupidez e pela simplicidade. Jeff brilha a dobrar.
O final do episódio já era de esperar e não me causou admiração. Deixa no entanto algum suspense, para sabermos como tudo se vai resolver. E o “como tudo” é o mais importante da frase, porque o final já o saberemos à partida. Haverá uma luta (literalmente) Sarah/Jill?
Não sei se foi o melhor episódio da temporada. Nem me interessa. Sei que foi o episódio que mais gostei e em que mais me diverti a vê-lo! E isso basta-me.






November 21st, 2008 at 14:46
Não sei se o final era assim tão surpreendente. Só quando começaram a identificar os agentes é que me ocorreu que, durante este tempo todo, Jill podia ser uma agente infiltrada.
O melhor momento do episódio foi sem dúvida o “solo” de Casey. Quase empatado com o telefonema sem querer de Chuck para Jill.
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Ricardo Reply:
November 21st, 2008 at 15:09
“Só quando começaram a identificar os agentes é que me ocorreu que, durante este tempo todo, Jill podia ser uma agente infiltrada.”
Comigo foi exactamente o mesmo!
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November 21st, 2008 at 15:02
ADOREI. A parte da Sarah a preparar-se e o Chuck a dizer à Jill que não havia nada de sexy na vida de espião. Também adorei a cena nas condutas de ar. E ainda mais o banho entre Sarah e Chuck. Simplesmente fantástico! Chuck no seu melhor.
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November 21st, 2008 at 15:07
O final, apesar de previsível, foi muito bem construído, com uma excelente música de fundo. É o melhor entretenimente inconsequente do momento. Para não falar da Miss TVDependente, que parte o meu pobre coração cada vez que aparece.Chiça que mulher bonita.
Um abraço
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November 21st, 2008 at 15:17
Um dos melhores da temporada e da série, com um cliffhanger final que me deixou como “Pushing Daisies” me deixava no ano passado (ou seja, de boca extremamente aberta).
Realmente, numa série que normalmente é previsível, eles conseguiram muito bem encaixar a história da Jill. As cenas finais só me puseram a dizer a palavra “não!” várias vezes seguidas.
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carolinafs Reply:
December 2nd, 2008 at 10:18
Confesso que também berrei uns quantos “não!” para o ecrã com as cenas finais… Mas foi grande episódio, com momentos muito bons mesmo!
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November 21st, 2008 at 18:04
Eu já andava de pé atrás com a Jill desde o episódio passado. E neste episódio, quando se começou a desenrolar a história eu pensei: “Tenho que me lembrar de escrever sobre a falsidade a que me “cheira” esta Jill”. E comecei a colocar a hipótese de ela estar a trabalhar para o inimigo. A ver vamos o que sai daqui.
Pelos vistos vocês também gostaram do episódio. Eu adorei. Ri-me imenso. Então na parte do solo do Casey!!
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November 22nd, 2008 at 0:06
Eu também gostei bastante do episódio… até ao fim. Não me fez muito sentido a Jill, sendo agente Fulcrum, deixar cair a informação nas mãos da CIA e da NSA. A não ser que, no próximo episódio, ela revele um motivo suficientemente forte que justifique a sua decisão em abdicar de esconder a sua ligação à Fulcrum.
E, já agora, eles que deixem o Tony Hale ir fazer o filme de Arrested Development e depois contratem-no como regular!
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November 26th, 2008 at 0:21
PERFEITO! (e tenho dito)
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November 30th, 2008 at 23:48
Casey! Casey! Casey!
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