[SPOILERS] O que é que é preciso para adorar uma série policial? Suspeitos diferentes, vitimas bem retratadas, interrogatórios interessantes, background das personagens, trabalho de equipa… A lista é extensa mas “Criminal Minds” acaba por conseguir reunir muitos dos aspectos que nos fazem continuar a ver à espera do que virá a seguir.
Para além destas características, e um ponto que até agora não tinha referido, há algo que me agrada particularmente e que por vezes nem damos importância: o entrar na vida do suspeito enquanto ouvimos a explicação por um membro da BAU. Sendo a série baseada nos perfis traçados, nada como viver as situações no que eu calculo ser uma montagem de grande categoria (confesso que não percebo muito da área).
Neste episódio os momentos de qualidade foram vários e muito centrados em Reid (Matthew Gray Gubler) e nos pesadelos que nos remetem à sua infância e a uma morte que ainda o assombra (e será desenrolada na próxima semana). A participação de Jane Lynch no papel de sua mãe trouxe também saídas geniais para além de nos permitir aprofundar uma personagem muito bem desenvolvida.
A história em si teve numerosos momentos altos, quer com a família e a sua forma de lidar com o desaparecimento de um filho, quer com o suspeito que mais uma vez é uma mulher. No entanto, o seu perfil sai ligeiramente dos padrões tradicionais, trazendo assim algumas surpresas aos profilers. Prentiss (Paget Brewster) continua a demonstrar o seu valor e já não vale a pena falar de Rossi (Joe Mantegna)… As cenas finais e os momentos em que mostram os detectives como “pessoas” são sempre dos meus favoritos, fornecendo mais dimensões às personagens sem ser aquela que mostram na sua vida profissional.

[starrater]




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Xii… Olha pra eles a espicaçarem o CSI. :poking:
E gostei do final, apesar de, durante uma das conversas da mãe, eu ter colocado essa hipótese.
Sim, sim, essa referência foi linda!