[SPOILERS] “City on Fire” prometia drama, tragédia, emoções à flor da pele… prometia muito, mas acabou por saber a pouco.
Não que o episódio tenha sido mau, mas se o compararmos com outros, de temporadas passadas, tão previamente badalados como este, ficou aquém do que se esperaria.
Sim, o regresso da Julie (Andrea Bowen) – que eu cheguei a pensar que eles o tinham feito para a matar no incêndio – foi muito bom, sobretudo quando ela aparece com um namorado da idade de Susan (Teri Hatcher). A cena de Susan a observá-los à chegada, pensando, pela a aparência física das pessoas que vê, que o taxista é o namorado da filha é bem hilariante.
Sim, a mudança de atitude de Gaby (Eva Longoria Parker) em relação à Virgínia (Frances Conroy), quando soube que ela a colocou no testamento como única herdeira, foi bem engraçada e típica da personagem, mas a história pouco mais se desenvolveu.
Sim, a entrevista a Bree (Marcia Cross) teve percalços que arrancaram belas gargalhadas, mas a importância da história em relação ao resto do episódio foi mínima.
Sim, a crueldade do marido de Anne (Gail O’Grady) foi algo chocante e os envolvidos nesta storyline tiveram excelentes prestações, mas ainda alguém duvidava que o Porter (Charles Carver) é que ia pagar pelo incêndio?
Sim, o aparecimento do Dr. Heller (Stephen Spinella) foi importante catalisador de novas pistas sobre Dave (Neal McDonough). Afinal, ele está a utilizar um nome falso, o que pode pôr de parte a hipótese dele ser irmão do farmacêutico. E acentuou-se a ideia de que um dos homens da banda é o alvo da sua vingança. Agora, se conseguirmos acreditar na história que ele contou à Edie (Nicollette Sheridan), visto ele mostrar saber mentir muito bem, de que o irmão foi morto na prisão, três dos membros da banda estiveram na prisão (além do Mike - James Denton -, e do Orson, se não me engano, o Carlos - Ricardo Chavira -, também lá passou algum tempo, apesar de pouco). O mais óbvio (daí eu julgar poder ser descartado) continua a ser o Mike. Mas Dave continua a demonstrar uma grande dualidade de motivações direccionadas ao canalizador. E, neste episódio, volta-se a reforçar essa ideia: primeiro, salva-o do fogo heroicamente; depois, diz-lhe que o que seja que ele tem planeado para ele ainda não está terminado. Ora, se Mike fosse o seu alvo, Dave teria todo o prazer em o ver morrer naquele momento. Para quê ir salvá-lo para voltar a tentar matá-lo mais tarde? Realmente, este Dave é um verdadeiro enigma, demonstrando ser bastante ambíguo nas suas decisões. E ainda bem que é assim.
Não, o episódio não foi o que muitos apregoavam. Talvez esse tenha sido o seu maior problema.






November 19th, 2008 at 23:29
Fiquei um bocado desapontada com a morte rápida do medico. Estava à espera de algum confronto ou mais uma pequena revelação…
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November 20th, 2008 at 11:04
Pois.. eu acho que neste episódio ficou bem claro que o alvo do Dave é o Mike, até porque é isso que ele diz no final “salvei-te porque ainda não resolvi os meus assuntos contigo”.
Para o Dave a morte do Mike sem qualquer influencia directa dele seria ver o seu plano ir por agua abaixo. Torna-se claro que ele quer confronta-lo e faze-lo sofrer Ou então não lol
Mas gostei do episodio. Acho que esta temporada é das melhores desde a 1ª.
Abraço,
PR
http://takea-break.blogspot.com
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November 20th, 2008 at 12:49
Ja era previsivel que fosse o Mike o alvo do David….porque das “ofertas” todas que o David deu, houve um maior empenho na do Mike….
Em relaçao ao médico…ele ter morrido abre as portas às old sisters para que elas juntem ainda mais peças do puzzle e tentem desmascarar o novo heroi de Wisteria Lane…
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