[SPOILERS] “I’m gonna put together a starter kit for you.” Novo episódio. Novo passo na relação entre Dexter (Michael C. Hall) e Miguel Prado (Jimmy Smits). Os dois assumem-se agora mais interligados emocionalmente do que nunca e Dexter acaba mesmo por permitir a Miguel dar um passo de gigante em direcção a um caminho que pode tornar-se tumultuoso.
O desejo de uma verdadeira amizade toldou o discernimento a Dexter, que optou por ignorar os apelos da sua consciência (Harry) e permitiu que Miguel fizesse algo impossível de apagar: matar alguém. Esta transposição daquilo que, aparentemente, não passava duma intenção para um acto, só pode trazer maus resultados. E é isso mesmo que fica espelhado por aquele momento, no desfecho do episódio, em que Miguel bate à porta de Ellen Wolf (Anne Ramsay)… que ela não terá direito ao seu final feliz… e que Dexter, ao aperceber-se do monstro que egoistamente criou terá de tomar uma atitude difícil, mas inevitável: eliminar Miguel. Apesar de especulativo, este caminho parece depor-se com comodidade aos pés destas personagens.
Quem também não parece poder vir a ter destino feliz é Anton (David Ramsey). Quinn (Desmond Harrington) nunca preencheu os papéis necessários para que Anton fosse oficialmente informante da polícia. O cadastro que ele pensava ter, e que o impelia a cooperar com a polícia, nem sequer existe. Deb (Jennifer Carpenter) descobre e conta isso mesmo ao seu novo amante. Pouco tempo depois, ele desaparece! Será que foi raptado pelo Skinner? Pelo menos, Deb parece pensar que sim. E esta ordem de acontecimentos não é bastante estranha e algo suspeita?
Quanto ao resto… tudo um pouco morno de mais. O Batista (David Zayas) continua com o seu namoro com Barbara (Kristin Dattilo), que ainda não mostrou ter qualquer significado para o cômputo geral da temporada (talvez nem tenha). A Rita (Julie Benz) anda passada por causa das hormonas. E foi impressão minha ou, a determinada altura, sentiu-se ali uma espécie de atracção sexual entre a LaGuerta (Lauren Vélez) e a Ellen Wolf?






November 21st, 2008 at 21:02
Só uma observação
A confirmar-se ser Quinn o Skinner então o departamento de investigação policial de Miami deve ter uma ivestigação profunda já que num curto espaço de tempo teve dois serials killers a trabalhar nele (a saber Doakes/Dexter e Quinn
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November 21st, 2008 at 21:29
Eu também senti alguma tensão sexual entre a LaGuerta e a Ellen! Já num episódio passado tinha notado.
E a Ellen não abre a porta a Miguel muito calma? Como se ele já fosse (àquelas horas) uma visita normal? Serão amantes?
Eu acho que a série continua em grande!
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Ricardo Fernandes Reply:
November 22nd, 2008 at 2:00
concordo com tudo o qu disseste. Abraços
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November 22nd, 2008 at 17:04
Eu sempre achei que havia ali uma certa química, mas pensei que tivesse o julgamento toldado pelo facto da Anne Ramsay ter entrado em L Word… Pelos vistos não sou a única a imaginar coisas.
Fora esse pormenor, confesso que não estou a gostar muito desta história com Miguel Prado, mas percebo a necessidade de agitar um bocado as coisas com esta personagem.
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November 25th, 2008 at 14:50
O que mais gosto nesta série é a solidez que cada episódio tem. Continua tudo muito morno a preparar para um final alucionante. Não estava é a espera de um embate final entre assassinos… Sempre pensei que o Miguel iria de alguma forma tentar apanhar o Dexter. Vamos ver no que isto dá.
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December 18th, 2008 at 11:51
Não foi inesperado este passar das palavras ao actos do Miguel. O que estrenhei foi a forma como o dexter ignorou completamente o código de Harry e mesmo o seu próprio código. A cena do “Starter kit” foi… surreal, e não augura nada de bom.
Também me apercebi de alguma tensão entre a LaGuerta e a advogada. Palpita-me que estão a preparar-nos para a advogada ser assassinada e a LaGuerta ficar novamente a sofrer, como na temporada passada.
E sem dúvida que o Miguel e a Ellen estão a ter um caso… ela não o deixaria entrar em casa dela desta maneira se não fosse por isso.
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