[SPOILERS] De excêntrico a doente, o realizador Verner (Stellan Skarsgård) continua a fazer a vida negra a Vince (Adrian Grenier), na ausência da estrela Jason Patric. Não admira que a confiança do menino querido de Hollywood continue em queda livre, com novos traumas a serem criados a cada hora que passa. Entretanto, E (Kevin Connolly) terá de chegar a acordo com o irritante Seth Green para que consiga fechar um negócio que envolve o seu outro cliente, mas não sem envolver a sua ex-namorada Sloan (Emmanuelle Chriqui) no processo. Já Ari (Jeremy Piven) terá de convencer a sua parceira Barbara (Beverly D’Angelo) a aceitar a aquisição da agência do seu amigo Andrew Klein (Gary Cole), que na primeira reunião, tem um ataque de pânico.
Pois é. Se “Smokejumpers” prometia ser o filme que relançaria a carreira de Vincent, aqui a questão começa mais a ser outra: será Vince capaz de terminá-lo? Se sim, não tenho dúvidas que as acertadas (mas loucas) palavras de Verner façam sentido e Vincent passe a ser um actor elogiado pela crítica pelo seu trabalho em “Smokejumpers”, mas mais facilmente acredito que tal não chegue sequer a acontecer. Para tal, Vincent terá que perder todos os seus tiques como actor e confiar totalmente num homem passivo/agressivo. As suas falas foram, novamente, reduzidas e o seu destaque parece ser cada vez menor. Contudo, Verner faz algum sentido quando diz que Vincent está demasiado preocupado com a sua carreira e não colabora da melhor forma para o filme… rapidamente pôs Vince no seu lugar de forma crítica e este seguiu o seu conselho- o presunçoso Vincent parece estar realmente de fora nesta temporada.
Mas este episódio abriu com o cliente de E, Charlie (Bow Wow), ao telefone enquanto estava em momentos íntimos com “alguém”, obrigando E a negociar uma forma de Seth Green fazer parte do projecto para ter trabalho. Obviamente que E não está satisfeito com a situação, pois Seth Green pede a E para convencer a sua ex-namorada a ligar a Seth, entre outras partidas como as de o fazer andar por todo Hollywood à sua procura. Seth está ainda mais irritante que o costume neste episódio, mas felizmente o próprio Charlie resolve a situação com uma direita.
Já o homem dos Emmys Jeremy Piven habilita-se a mais um com momentos como este, em que invade um almoço feminista para convencer Barbara a aceitar o seu amigo Andrew Klein a juntar-se à empresa. A 1ª impressão não foi famosa apesar do fato Zegna que comprou, pois Blake, aflito com a pressão, tem um ataque de pânico que humilha o seu amigo Ari. Depois do “festival” de Ari no almoço, Barbara lá dá luz verde a Ari, ficando Blake à sua exclusiva responsabilidade.
No geral, um episódio bastante diverso com três histórias interessantes (Turtle e Drama limitaram-se a jogar Wii); fica no ar se a ex-namorada de E vai realizar mais aparições, se Vincent aguenta alterar a sua forma de trabalhar por um filme e se Andrew vai ou não ser uma mais-valia para a Agência Miller Gold.






November 12th, 2008 at 16:43
Excelente review, mais uma vez.
Dei 8/10 a este episódio. Apesar de ter sido um bom episódio, com bons momentos, não passou disso.
Quero ver se a situação do Vince anda para a frente mais rapidamente e quero mais e melhor Ari Gold (a cena do almoço não me impressionou tanto como estava a espera, depois de o ver entrar pela sala dentro).
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November 12th, 2008 at 18:50
Yey, Ari! Yey, Babs! Yey Seth Green.
Já o Vince, continua chato como sempre. Menos tempo de antena para o Vince, mais para o Ari, o Lloyd e o Drama, por favor!
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