[SPOILERS] Agarrem nos vossos chapéus e casacos e preparem-se para uma viagem no tempo. Preparem-se para entrar na América dos anos 40. Numa Tree Hill onde os clubes nocturnos, a música, a dança imperam e traições e mortes acontecem.
Depois de uma episódio musical, temos mais um episódio especial, este nascido, não da mente de Mark Schwahn, mas da de Chad Michael Murray. À partida, o que pode parecer um episódio diferente e divertido para uns, para outros pode parecer uma perfeita perda de tempo, já que este não avança praticamente nada história.
Perfeitamente enquadrados na época, temos quase todos os personagens que viemos a conhecer nas passadas temporadas. Lucas (Chad Michael Murray) é o dono do Karen’s Cafe, o bar que lhe foi deixado pela sua mãe Karen (Moira Kelly), depois de esta deixar Tree Hill aquando da morte de Keith (Craig Sheffer). Neste bar trabalham Nathan (James Lafferty), o barman em vias de ser chamado para a guerra, Skills (Antwon Tanner), o pianista de serviço, e Haley (Bethany Joy Galeotti), a cantora residente que Lucas “roubou” a outro bar. Este outro bar é o de Dan (Paul Johansson), que faz uma visitinha ao KC, com Peyton (Hilarie Burton), sua protegida, no seu braço e Julian (Austin Nichols), o capanga, atrás. Lá, podemos encontrar Mouth (Lee Norris), um intrépido repórter reduzido à coluna de coscuvilhice, e Brooke (Sophia Bush), que deve dinheiro a Dan. Também Owen (Joe Manganiello) lá aparece no papel de policia.
A história, na minha opinião, só peca por tentar fazer uma ligação à do presente. Fazendo de tudo isto apenas um sonho de Lucas. Para mim funcionaria muito melhor como standalone. De resto, o episódio é absolutamente delicioso. Cheio de referências a cenas e diálogos de temporadas passadas. Expressões que já reconhecemos tão bem. Também os personagens estiveram bem, mas alguns, como Dan, Mouth e Haley encaixaram muito bem nas suas novas personas.
Se todo o episódio não afecta em nada a história actual, a cena final já não é assim. Deixando-nos Peyton caída em dores. Apendicite aguda? Não me parece. Cheira-me aqui a Ellie (Sheryl Lee).

[starrater]




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Pelo que tenho lido por ai, geralmente os fãs de OTH ou adoram ou odeiam este episódio.
Eu odiei,já não me lembrava de ter apanhado uma seca tão grande a ver OTH
Adorei ! A ideia estava fantástica e foi bom ver as personagens com outros “ares”! Mas até percebo que algumas pessoas não tenham gostado pela falta de desenvolvimento…
Agora se a Peyton tem qualquer coisa pior que uma apendicite (o meu primeiro pensamento) acho que vou ter de escrever uma cartinha ao Mark Schawhn!
Carolina, não te esqueças que na família de Peyton há um historial de cancro, a mãe. Que é bastante interessante de explorar para a série.
Pois, exacto, dai a referência à Ellie. Mas mesmo assim, demasiado drama…
Adorei o episódio. Adoro o estilo noir. Foi fantástico!
Quanto à Peyton, aposto em cancro, mas espero que não.