[SPOILERS] No mundo das séries há que saber o seu lugar. Nisso há que admirar “One Tree Hill” que, semana após semana, não almeja conquistar a fatia maior do bolo. Mas antes proporcionar uma boa hora de entretenimento àqueles que ainda são os seus fiéis seguidores. E nisto não falha.
Eu adoro episódios que crescem para o momento. Começam de levezinho, divertidos e, pouco a pouco, vão aumentando de intensidade, crescendo para aquele momento final revelador. Nesse instante, a única coisa que consigo dizer é: “Uau!“
Quatro histórias tivemos neste episódio. Uma já antiga: Nathan (James Lafferty) e a sua luta para regressar ao basquetebol profissional. Uma recente: Lucas (Chad Michael Murray) e o seu novo filme. Uma nova: a doença de Peyton (Hilarie Burton). E uma que ainda agora não deixa de impressionar: O ataque brutal a Brooke (Sophia Bush).
Começando por Nathan. Este era o momento que eu esperava ver. Este é o caminho que me parece correcto para alguém que quer regressar ao basquetebol profissional. Não coisas como jogar Slam Ball. Nathan participa num NBA Combine. Um evento onde olheiros e treinadores vão para escolherem jogadores. Neste evento Nathan tem um desempenho muito bom.
Lucas viaja a a Hollywood para encontrar um realizador, Dixon (James Van Der Beek). E, ao mesmo tempo que é tudo o que se podia esperar de um realizador, não é nada do que Lucas esperava. Imaginem que isto é um crossover entre “Dawson’s Creek” e “One Tree Hill”. Dawson consegue o seu sonho de ser realizador, mas cede a todos os caprichos do mundo do cinema. Drogas, massagens e objectivos puramente comerciais.
Dando continuidade à cena final da semana passada, Peyton consulta um médico e tudo aponta para cancro. A demora dos resultados, torna Peyton mais fria (Dark Peyton Yupee!). Ao ponto de apertar com Mia (Kate Voegele) para esta gravar uma canção escrita por outra pessoa.
Na história de Brooke temos as maiores revelações do episódio. Depois de mais um problema com Sam (Ashley Rickards), descobrimos que o ataque a Brooke foi causado indirectamente por Sam. Foi um amigo de Sam, ou o irmão, ainda não percebi essa parte, quem executou o ataque. A cena final mostra-nos Sam a entrar no carro com o assassino de Quentin (Robbie Jones). Foi neste momento que percebi o porque de tanta aparição de Quentin neste episódio. Bem dizia o actor que lá porque a personagem está morta não quer dizer que esteja fora da série.
Como é claro não podemos esquecer as historias mais pequenas do episódio. Haley (Bethany Joy Galeotti) ensina Jamie (Jackson Brundage), para tocar piano numa mostra de talentos na escola. Jamie acaba por revelar ele próprio o seu talento, revolucionando o espectáculo. Mais ao lado, e esta deixou-me abismado, os problemas de Millicent (Lisa Goldstein) com Mouth (Lee Norris) (coitando do rapaz, até quando faz tudo direito tem problemas) e os problemas de Owen (Joe Manganiello) com Brooke levam-nos ao encontro um do outro. É caso para dizer: Eh pá, não me digam que eles… lá se vai o unicórnio!

[starrater]




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é por isto que OTH é especial! e não desilude, mesmo quando se torna demasiado “soap”, como é o caso do Julian e da Brooke, e da Millie com o Owen, por exemplo!
Adorei o episódio, embora me tenha feito gritar com o ecrã umas quantas vezes… Todas as histórias que contaram foram muito boas, mas aquele final com o assassino de Quentin foi fantástico.
Adoooro One Tree Hill! Seis anos no ar não é para todas
Adorei. Muito bom episódio. A Millie é parva e o Mouth devia era ficar com a boazona. Estou a gostar muito do enredo dark da Brooke e da Sam.