Prison Break: 4×11 – Quiet Riot (FOX)

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[SPOILERS] Mãos à obra. Está na hora de iniciar as últimas perfurações e capturar o Scylla de uma vez por todas, antes que a Companhia altere a sua localização (ou a nossa paciência acabe). Sucre (Amaury Nolasco), Lincoln (Dominic Purcell) e Mahone (William Fichtner) são a esperança do grupo, juntamente com Michael (Wentworth Miller) que, apesar da sua grave condição de saúde, opta por adiar a sua operação e concluir a sua operação com a ajuda de um medicamento fornecido pela sua namorada Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies). Fãs de Gretchen (Jodi Lyn O’Keefe) não ficarão desiludidos ao ver este episódio e testemunhar o seu “interessante” guarda-roupa de “menina da escola”…

É hoje. Com ou sem o sexto cartão, a equipa está determinada em obter Scylla, visto que o tempo não joga a seu favor. Não será fácil, pois existe uma camada de cimento, uma camada de vidro e sensores que medem tanto a temperatura como o som a protegê-lo. Scofield elabora a maioria do plano, tendo um ataque a meio do briefing que faz com que Mahone assuma o seu lugar e termine as indicações. Michael, temendo que a operação corra mal e que os seus amigos morram, opta por pedir a Sara uma injecção que lhe dará a hipótese de entrar na missão mas com o risco de piorar o seu estado médico se se “enervar”.

À medida que os trabalhos começam, o General recebe no seu telemóvel uma foto ousada de Gretchen, que o convida a reviver tempos do passado. Ele aceita, mas felizmente graças ao aviso de Lisa opta por não levar o cartão, decisão ganhadora visto que era precisamente esse o plano de Gretchen. O General deixa-a seguir com vida, mas admite não ser tão tolerante se a voltar a ver.

Sem nada para apresentar, Gretchen diz a Feng que terão de falar, tendo outra carta na manga: o facto de Trishanne ser uma agente do FBI disfarçada (e pensar que eles não sabem desse facto) torna-se na grande vantagem de Gretchen e T-Bag, que oferecerão Self e Trishanne recorrendo a uma armadilha.

Voltando à narrativa principal, assistimos a um trabalho bem silencioso durante a segunda metade do episódio, algo que teve o seu quê de refrescante. Apesar dos percalços de Sucre e mais tarde Scofield, este último consegue chegar a Scylla, accionando contudo a câmara de vigilância e alertando consequentemente o General. Este vai de imediato descer até à sala em questão, avizinhando-se mais adversidades para o sucesso desta operação.

Um episódio pouco espectacular, directo ao que é necessário neste momento, obter Scylla. A ideia de uma boa porção do episódio ser de silêncio absoluto (fora, claro, a banda sonora) resultou e, sem grandes momentos brilhantes, a verdade é que o episódio cumpre o objectivo.

[starrater]

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6 Respostas para “Prison Break: 4×11 – Quiet Riot (FOX)” Subscribe

  1. musicslave 24/11/2008 às 15:17 #

    mais um bom epis..

    a Gretchen :yum: :yum: :yum:

    adorei todo o clima de tensão para encontrar o scylla, aquele silêncio, e ate fiquei meio paralisado quando o sucre ia deixando cair a botija, fez-me lembrar a 1ª season..
    todo o processo de montagem do plano e a sua execução foi bem montado, a dos chapéus está muito boa..
    mas era de prever que o proprio Scylla tivesse algum dispositivo, assim fica melhor..

  2. Ricardo Fernandes 25/11/2008 às 11:18 #

    à excepção da Gretchen, realmente o episódio não foi grande coisa.. a ver vamos…

  3. ZB 25/11/2008 às 12:19 #

    Além da Gretchen naquele fatinho à miúda da escola, gostei bastante da sequência em que eles estão a construir aquela espécie de ponte, tudo feito no máximo silêncio possível. Muito boa essa sequência.

  4. Xavi 25/11/2008 às 22:17 #

    Banhada.
    MEGA BANHADA esta season.
    Cagada.

  5. syrin 11/04/2009 às 23:00 #

    Quando for grande quero ser fugitiva da polícia. Sim, porque se todos os fugitivos que estão a ser chantageados pelo Don Self vivem num armazém abandonado horroroso com uns belos sofás vermelhos todos chiques… bom, têm mais sorte do que eu. Aceitam-se trocas – um dos vossos vermelhos pelo meu sofá velhito.

    Anyway, tirando as interacções entre o T-Bag e a Gretchen, não se salva nada deste episódio. A história está cada vez mais rebuscada, os diálogos são profundamente ridículos e a trama não tem pés nem cabeça.

    E… no entanto… eu continuo a ver. É o espírito da Páscoa.

  6. Cláudia 03/09/2010 às 10:48 #

    Nada de espantoso, mas um bom episódio. Gosto da interacção entre o T-Bag e a Gretchen.

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