[SPOILERS] Mãos à obra. Está na hora de iniciar as últimas perfurações e capturar o Scylla de uma vez por todas, antes que a Companhia altere a sua localização (ou a nossa paciência acabe). Sucre (Amaury Nolasco), Lincoln (Dominic Purcell) e Mahone (William Fichtner) são a esperança do grupo, juntamente com Michael (Wentworth Miller) que, apesar da sua grave condição de saúde, opta por adiar a sua operação e concluir a sua operação com a ajuda de um medicamento fornecido pela sua namorada Sara Tancredi (Sarah Wayne Callies). Fãs de Gretchen (Jodi Lyn O’Keefe) não ficarão desiludidos ao ver este episódio e testemunhar o seu “interessante” guarda-roupa de “menina da escola”…
É hoje. Com ou sem o sexto cartão, a equipa está determinada em obter Scylla, visto que o tempo não joga a seu favor. Não será fácil, pois existe uma camada de cimento, uma camada de vidro e sensores que medem tanto a temperatura como o som a protegê-lo. Scofield elabora a maioria do plano, tendo um ataque a meio do briefing que faz com que Mahone assuma o seu lugar e termine as indicações. Michael, temendo que a operação corra mal e que os seus amigos morram, opta por pedir a Sara uma injecção que lhe dará a hipótese de entrar na missão mas com o risco de piorar o seu estado médico se se “enervar”.
À medida que os trabalhos começam, o General recebe no seu telemóvel uma foto ousada de Gretchen, que o convida a reviver tempos do passado. Ele aceita, mas felizmente graças ao aviso de Lisa opta por não levar o cartão, decisão ganhadora visto que era precisamente esse o plano de Gretchen. O General deixa-a seguir com vida, mas admite não ser tão tolerante se a voltar a ver.
Sem nada para apresentar, Gretchen diz a Feng que terão de falar, tendo outra carta na manga: o facto de Trishanne ser uma agente do FBI disfarçada (e pensar que eles não sabem desse facto) torna-se na grande vantagem de Gretchen e T-Bag, que oferecerão Self e Trishanne recorrendo a uma armadilha.
Voltando à narrativa principal, assistimos a um trabalho bem silencioso durante a segunda metade do episódio, algo que teve o seu quê de refrescante. Apesar dos percalços de Sucre e mais tarde Scofield, este último consegue chegar a Scylla, accionando contudo a câmara de vigilância e alertando consequentemente o General. Este vai de imediato descer até à sala em questão, avizinhando-se mais adversidades para o sucesso desta operação.
Um episódio pouco espectacular, directo ao que é necessário neste momento, obter Scylla. A ideia de uma boa porção do episódio ser de silêncio absoluto (fora, claro, a banda sonora) resultou e, sem grandes momentos brilhantes, a verdade é que o episódio cumpre o objectivo.

[starrater]




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mais um bom epis..
a Gretchen :yum: :yum: :yum:
adorei todo o clima de tensão para encontrar o scylla, aquele silêncio, e ate fiquei meio paralisado quando o sucre ia deixando cair a botija, fez-me lembrar a 1ª season..
todo o processo de montagem do plano e a sua execução foi bem montado, a dos chapéus está muito boa..
mas era de prever que o proprio Scylla tivesse algum dispositivo, assim fica melhor..
à excepção da Gretchen, realmente o episódio não foi grande coisa.. a ver vamos…
Além da Gretchen naquele fatinho à miúda da escola, gostei bastante da sequência em que eles estão a construir aquela espécie de ponte, tudo feito no máximo silêncio possível. Muito boa essa sequência.
Banhada.
MEGA BANHADA esta season.
Cagada.
Quando for grande quero ser fugitiva da polícia. Sim, porque se todos os fugitivos que estão a ser chantageados pelo Don Self vivem num armazém abandonado horroroso com uns belos sofás vermelhos todos chiques… bom, têm mais sorte do que eu. Aceitam-se trocas – um dos vossos vermelhos pelo meu sofá velhito.
Anyway, tirando as interacções entre o T-Bag e a Gretchen, não se salva nada deste episódio. A história está cada vez mais rebuscada, os diálogos são profundamente ridículos e a trama não tem pés nem cabeça.
E… no entanto… eu continuo a ver. É o espírito da Páscoa.
Nada de espantoso, mas um bom episódio. Gosto da interacção entre o T-Bag e a Gretchen.