[SPOILERS] Embora seja uma série com largos períodos de humor, não deixa de ser verdade que se dedica ao Sobrenatural… o nome da série, por acaso. É com mestria que consegue fazer transição entre períodos de humor, que iremos explorar ao longo dos episódios e outros de meter certos filmes de terror a um canto.
Como em todas as séries e embora esta tenha tido uma entrada triunfal nesta temporada, agora é tempo de aparecerem episódios onde o que é que realmente relevante ocupa 5 minutos da história e o resto serve para entreter e bom… encher. Neste episódio, é revelado a Dean (Jensen Ackles) pelo seu anjo “favorito” (Castiel/ Misha Collins) a razão pela qual ele foi resgatado das trevas. Mas a esse ponto já lá vamos.
Dean, Sam (Jared Padalecki) e Bobby (Jim Beaver) são assombrados por fantasmas. Parece apenas mais um dia na vida dos manos Winchester, mas estes não são uns fantasmas quaisquer. São fantasmas de pessoas inocentes que os caçadores deixaram morrer. Não propositadamente, mas acabou por acontecer. Entre eles estão os fantasmas dos velhos conhecidos Meg (Nicki Aycox), o Agente Henricksen (Charles Malik Whitfield), e Ronald Reznick (Chris Gauthier) bem como duas miúdas saídas do Hotel Overlook (The Shining). Os espíritos estão magoados, revoltados em busca de vingança pelas suas mortes e não há sinal aparente de salvação: não podem queimar ossos! Não há, até Bobby encontrar um encantamento que devolve estas almas ao descanso eterno.
Mais tarde, numa conversa amena com Castiel, onde Dean chama-lhe de Michael Landon ( o tipo de Um Anjo na Terra), conseguindo irritar o anjo de tal forma que este lhe diz “Respeitinho é bom e bonito, portanto porta-te bem ou voltas para o Inferno”, sabemos que estes espíritos fazem parte de um esquema de Lilith (a arqui-inimiga que vem substituir o demónio de olhos amarelos), para partir 66 selos mantém Lúcifer preso no Inferno.
Em suma, e embora a maior parte do episódio seja dispensável, traz um elemento novo: Lúcifer. A série evoluiu, primeiro anjos e agora Lúcifer? Em Supernatural, Lúcifer foi sempre para os Demónios o que Zeus é para nós: um mito. Sam foi sempre a personagem central da série, agora é Dean? E porque será Dean tão especial? Lembra o Abel e Caim a alguém, vai haver um confronto de irmão?

[starrater]




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Uhhhhh… O confronto entre irmãos já me tinha passado pela cabeça. Agora esse paralelismo entre Caim e Abel, embora seja interessante, tem um problema. Caim matou o irmão por ciúmes e não a mando de Deus. A não ser que o Sam tente matar o Dean por este ter sido “escolhido” por Deus.
este episódio está também num dos meus favoritos.
e o anunciar de uma possível guerra ceu vs inferno e quem sabe dean vs sam, deixa-me em pulgas para ver mais esta temporada. esta temporada está divinal mesmo.
Também adorei este e o possível confronto entre os irmãos ainda vem adoçar mais as coisas! Tenho de dizer que gosto do actor que interpreta Castiel e foi bom ver Meg outra vez (adorei-a na primeira temporada), um dos pontos fortes do episódio.