RSS

The Shield: 7×12 – Possible Kill Screen (FX)

Wed, Nov 26, 2008

Artigos, Críticas, The Shield

[SPOILERS] No ano de estreia, “The Shield” tomou de assalto os maiores prémios da televisão americana, vencendo um Emmy e dois Globos de Ouro. Desde então, nunca conseguiu mais do que umas esporádicas nomeações. Mas se há alguma justiça nestes prémios, a temporada final desta brilhante série merece um último reconhecimento. E este episódio prova que esse reconhecimento é mais do que merecido.

Há umas semanas atrás, quando os críticos de televisão americanos tiveram a oportunidade de ver os episódios finais de “The Shield” numa sessão dupla especial, o resultado foi um silêncio sepulcral que se prolongou por algum tempo, e que deixava prever dois episódios magníficos. Para os comuns mortais, que não têm a oportunidade de ver os dois episódios seguidos e são obrigados a aguentar mais uma dura semana pelos momentos finais, esta espera pode parecer uma tortura, mas a verdade é que ajuda a reflectir com maior frieza sobre os eventos deste penúltimo episódio.

O sentimento que mais tivemos ao longo da temporada, que mais nos assombrou e nos deixou angustiados ao longo dos episódios, foi o medo do que poderia vir a acontecer àquelas personagens que temos vindo a acompanhar ao longo dos anos, que se tornaram quase reais para nós. Numa série em que a linha entre o bem e o mal sempre foi ténue, em que não há personagens completamente boas nem completamente más, não tivemos outra hipótese que não fosse abraçarmos as personagens tal como elas são, com todas as suas virtudes e defeitos. Foi essa a razão que nos permitiu gostar de polícias corruptos, de criminosos e assassinos que nunca poderiam ter redenção num mundo ideal. E foi também essa a razão pela qual nos vimos obrigados a abraçar a fuga desesperada de Shane (Walton Goggins) e de Mara (Michelle Hicks), que nos vimos divididos entre desejar que tivessem de pagar pelos seus crimes, e que conseguissem fugir, pôr a salvo a família e o amor que nutrem um pelo outro. Talvez por isso, o nervosismo que nunca mais nos largou desde que o mundo de fantasia criado pelos Vendrell durante a fuga foi repentinamente quebrado, nos acompanhe desde o primeiro segundo em que vemos Shane a voltar às suas raízes em busca de dinheiro, e Mara no carro, armada, cúmplice como sempre. Mas se a certeza de que algo iria correr mal era já esperada, nada nos poderia fazer adivinhar a cena que se segue, que marca a família de forma brutal, e que acaba de uma vez por todas com a réstia de esperança que ainda sobrava.

Ao matar a rapariga inocente para salvar Shane, Mara assina a sua própria sentença. Desde o início que Mara sempre esteve do lado de Shane, a apoiá-lo, a guiá-lo, a ajudá-lo no seu caminho. Desde o início também, foi odiada por todos aqueles que a viam do lado de cá do televisor. Mas no momento em que assistimos à queda final da sua família, que ouvimos os seus gritos de dor, que vemos o desespero pelo que acabou de fazer, sabemos que é impossível continuar a odiá-la. A Mara que vemos no final do episódio é uma Mara diferente daquela que conhecemos ao longo das últimas três temporadas e, especialmente, da Mara que vimos desde que a vida mudou de forma irreversível. A mulher derrotada, que se tornou numa assassina, que implora que a levem de volta para casa, não é a mesma que conhecemos há quatro temporadas – é talvez a verdadeira face de uma mulher que tentou vingar, mas que saiu a perder. Uma cena de partir o coração, soberbamente interpretada por Michelle Hicks, que só não se destaca mais pela concorrência de outros grandes actores que tiveram também neste episódio a oportunidade de brilhar.

Se as lágrimas sentidas de Mara deixam qualquer um angustiado, o que dizer então do desespero que Shane sente ao se aperceber de tudo o que causou. Ao longo destes sete anos, Shane cresceu, modificou-se. De uma personagem unidimensional, o mais próximo do “bad guy” que esta série nos conseguiu dar, tornou-se num homem de família, que ama a mulher e os filhos, mesmo se não consegue deixar de os prejudicar. A arrogância que sempre o caracterizou não desapareceu totalmente – temos ainda alguns vestígios, quando assalta mais um criminoso em busca de alívio para a mulher -, mas esta é a primeira vez que Shane se apercebe verdadeiramente de que não há escape possível. A fuga vai ter de acabar mais cedo ou mais tarde, e agora que perdeu o seu maior apoio, agora que Mara desistiu e quer apenas regressar a casa, não será possível aguentar muito mais. Walton Goggins tem sido um actor consistente ao longo da série, fazendo-nos odiar e, ao mesmo tempo, gostar da sua personagem, mas neste penúltimo episódio excedeu-se. Shane domina todas as cenas em que aparece, desde o primeiro minuto no clube clandestino às lágrimas finais, quando se vê incapaz de salvar a sua família. A um episódio do final, sabemos que ninguém está a salvo, o que intensifica a dúvida sobre quem irá sobreviver, e torna toda a cena de Shane e Tina (Paula Garcés) mais assustadora, mas é também por saber que estamos na recta final, que a admissão de Shane, de que não há saída possível, nos deixa mais assustados. Depois de várias temporadas de grandes interpretações, Walton Goggins já merecia um reconhecimento, mas depois do trabalho feito neste “Possible Kill Screen”, não há dúvida de que deveria levar para casa mais uma ou duas estatuetas para juntar ao Óscar que tem já na prateleira.

Ao mesmo tempo que a vida muda irreversivelmente para a família Vendrell, Farmington continua também na sua espiral descendente. Billings (David Marciano) continua a ser Billings, sempre com os seus esquemas; Danny (Catherine Dent) está finalmente de volta, depois da ausência mais inexplicada de sempre; a mãe de Lloyd volta à ribalta, trocando-nos as voltas e deixando adivinhar um desfecho assustador para Dutch (Jay Karnes). Quanto a Aceveda (Benito Martinez), continua a tentar fazer-se de importante perante o I.C.E., mesmo se já deveria saber que, enquanto Vic por lá andar, nunca irá conseguir vingar. Todas estas são histórias interessantes, dedicadas a personagens interessantes, pontas soltas que convém arrumar antes do final da série. Mas depois de tudo o que vimos e ouvimos, perante tudo o que está a acontecer nos bastidores, e com a certeza de que resta apenas um episódio para o final, estas histórias acabam por perder-se um pouco na trama principal. Por muito que gostemos de Dutch e de Billings, de Danny e de Julien, o que queremos saber agora é como irá Vic Mackey conseguir salvar-se a si e ao que resta da sua equipa. Queremos ver qual o estratagema que irá usar para fugir novamente por entre as malhas da justiça. E se já adivinhávamos de que este episódio nos iria dar essa resolução, não esperávamos certamente que o fizesse desta maneira.

Toda a história do cartel e do I.C.E nunca foi a trama mais interessante da temporada, mas a importância que tinha vindo a receber ao longo dos episódios, a forma como Olivia (Laurie Holden) se encontrava sempre no fundo do ecrã, deixava adivinhar que poderia vir a ser determinante. O que não era possível adivinhar é que o I.C.E. viesse a representar, para Vic, a tábua de salvação. Com Claudette (CCH Pounder) mais determinada do que nunca, e o perigo bem real que Shane ainda representa, Vic não tem outra hipótese senão jogar pelo seguro, e exigir que o I.C.E. reconheça oficialmente o seu papel, contratando-o como informante e exonerando-o de todos os seus crimes. O seu desespero é evidente, e o alívio que sente nos momentos antes de descobrir que o contrato de trabalho não se estende a Ronnie (David Rees Snell), acaba por confirmar mais uma vez aquilo que já tínhamos visto anteriormente: que Vic está cansado, farto de lutar, que quer livrar-se dos seus erros, dos seus crimes, dos seus pecados, e começar uma vida nova.

Infelizmente, vê-se obrigado a voltar atrás, pois a sua consciência não permitir sacrificar o seu irmão de armas. Até, é claro, descobrir que os seus crimes poderão afectar a sua família de sangue. Nem mesmo o homem mais duro consegue ver a sua família a ser arrastada para o fundo do poço pelos seus crimes, e é por isso que, ao assistir à prisão de Corrine (Cathy Cahlin Ryan), Vic assume finalmente que o jogo acabou, que não há saída possível, que vai ter de ir contra tudo aquilo em que acredita e sacrificar o único amigo que ainda lhe restava.

Se esta série nos deu momentos memoráveis ao longo dos últimos sete anos, cenas que ficaram gravadas na nossa memória, não há certamente nenhuma que se compare à impressionante confissão de Vic na sala de interrogatórios. Assinado o contrato com o I.C.E, e selada a sua imunidade contra todos e quaisquer crimes cometidos, o que se segue são segundos de uma tensão inacreditável, em que quase conseguimos ouvir as dúvidas de Vic, a forma como se prepara para trair tudo aquilo que sempre defendeu. Quarenta segundos em que não acreditamos que Vic consiga avançar, quarenta segundos de uma actuação brilhante da parte de Michael Chiklis, que dão azo à cena mais chocante de sempre.

Tal como Olivia e o seu chefe assistem incrédulos ao desenrolar da confissão, também nós assistimos de boca aberta à forma como Vic põe a nu todos os crimes cometidos por ele e pela sua equipa ao longo das sete temporadas, como hesita em denunciar o primeiro crime – a morte de Terry Crowley -, mas como se torna cada vez mais fácil, mesmo divertido, relatar os crimes com o avançar da confissão. Mais do que uma confissão para o seu contrato de imunidade, esta confissão é também um alívio para alguém que insistiu em iludir-se ao longo dos anos, em convencer-se de que tudo o que fazia era para o bem próprio mas também para o bem da sua comunidade, alguém que sempre se recusou a reconhecer o seu verdadeiro papel nesta história e que se viu agora obrigado a confrontar-se com a realidade. E se a expressão de horror de Olivia ao perceber com quem se aliou é compreensível, mais assustador é admitir que Vic tem razão quando afirma que podia tê-la prejudicado muito mais. Se a imunidade que aqui conseguiu vai vingar, se Vic conseguiu cumprir todas as regras e livra-se desta forma de tudo aquilo que fez ao longo dos anos, não sabemos ainda. Sabemos apenas que Ronnie está queimado e irá fazer companhia a Shane na cadeia, caso este seja capturado, e que as repercussões desta confissão irão afectar tudo e todos neste universo. E que esta brilhante cena se tornou um clássico instantâneo que terá de ser reconhecido.

Porque a poucos minutos do final não há tempo a perder, as consequências da confissão de Vic não se fizeram esperar. A expressão de desespero, de impotência, de absoluto horror de Claudette quando de apercebe de que Vic irá sair em liberdade, de que tudo aquilo por que lutou desapareceu com uma assinatura num papel, mostra o verdadeiro impacto que esta história teve, e dá mais uma vez a oportunidade a CCH Pounder de mostrar todo o seu potencial. A sua explosão à frente de Dutch, a forma como o ataca verbalmente deixam-nos com um coração apertado, ao sabermos que uma das missões mais importantes para Claudette, uma das razões porque continuava a trabalhar mesmo quando os efeitos da sua doença se faziam sentir, se tornou agora inatingível. Claudette perdeu, desta forma, uma das suas razões para continuar a lutar… e o apoio de Dutch poderá não ser suficiente para a manter no activo.

Com tantas mudanças, choques e interpretações brilhantes, “Possible Kill Screen” é, sem sombra de dúvida, o melhor episódio da temporada e o melhor episódio emitido nos últimos sete anos. Até ao próximo, certamente.

VN:F [1.9.3_1094]

Nota do Visitante: 10.0/10 (7 votos)

The Shield: 7x12 - Possible Kill Screen (FX), 10.0 out of 10 based on 7 ratings

Posts Relacionados

Legenda Notas:

0.0/0.9 - Terrível 1.0/1.9 - Péssimo 2.0/2.9 - Muito Mau 3.0/3.9 - Mau 4.0/4.9 - Mediano 5.0/5.9 - Razoável 6.0/6.9 - Satisfatório 7.0/7.9 - Bom 8.0/8.9 - Muito Bom 9.0/9.9 - Impressionante 10.0 - Perfeito

Este post foi escrito por:

syrin - who has written 204 posts on TVDependente.

"So long as those remained, Winterfell remained. It was not dead, just broken. 'Like me', he thought. 'I'm not dead either'." Owner of http://tvfiles.wordpress.com

Contactar o autor

10 Comentários

  1. ZB Diz:

    Epá, só houve ali uma coisinha que me deixou a pensar que era fácil de mais (mas talvez até seja quase implicância minha): que foi o Vic ter-se apercebido com tanta facilidade que a Corrine estava a ser vigiada, e aqui pode-se argumentar que ele soube facilmente porque conhece o esquema utilizado, mas assim aparece o mesmo pormenor numa perspectiva diferente: como é que o Claudette e o Dutch foram tão descuidados se sabiam que ele conhecia como as coisas se processavam?

    Responder

    syrin Reply:

    Sim, foi um pouco fácil demais, mas nem foi o que me deixou tanto de pé atrás.

    Tal como a maior parte dos que viram o episódio, também achei estranho um contrato de imunidade tão sólido, que permita ao Vic livrar-se de tudo o que fez. O pessoal que percebe da área disse que um acordo deste tipo nunca poderia vingar, por causa do sistema federal dos EUA – ou seja, um acordo federal não o livraria de uma acusação a um outro nível do estado. Mas não sei… acho que seria fácil de mais resolverem esta história assim. Para o bem e para o mal, o Vic está agora imune. Só quero ver é o que vai acontecer ao Ronnie. :s

    Responder

    ZB Reply:

    Outra coisa… Eu sempre achei o Shane um grande palhaço, porco mesmo. Sempre foi personagem que não gostei, porque não era personagem de que se gostasse. Mas, agora, no final, e depois de toda a merda que ele fez, eles tornaram-no demasiado humano, de fácil simpatia. Até pela Mara tenho mais empatia. E isso tá mal… Agora, quando eles não tiverem o seu final feliz, isso vai-nos tocar mais do que aquilo que eu acho que devia.

    Responder

    syrin Reply:

    Ah, mas não te esqueças do que o Vic admitiu num dos episódios – o Shane não era assim, ele ficou pior por causa do Vic.

    Desde que a Mara surgiu na cena, na season 4(?), ele ficou diferente, por isso não é tão difícil para mim gostar da personagem. Afinal, se eu não gosto do Shane, como é que poderei gostar do Vic?

    Responder

  2. syrin Diz:

    Eu já vi o episódio 3 vezes, e ainda não consegui digerir tudo o que se passou. E hoje à noite o episódio final… :bytenails:

    Responder

  3. ZB Diz:

    E é episódio de 1h15m! :yyupii:

    Responder

    syrin Reply:

    Acho que devia ser obrigatório ver os episódios finais desta série. Sempre mostrava ao resto das pessoas o que são, verdadeiramente, episódios magníficos e perfeitos. É que as notas que andam por aqui a ser dadas soam-me sempre um bocadinho… exageradas.

    Enfim, são gostos. Mas olha, ZB, se eu tentar fazer o mesmo durante as críticas a BSG, se andar a dar notas exageradas, avisa-me! :)

    Responder

    ZB Reply:

    Gostos. Exactamente. Essa questão das notas é sempre bastante subjectiva.

    Quanto a BSG (e Lost) quando acabaram há uns meses parecia que só voltavam depois duma eternidade e, afinal, até passou depressa. O tempo passa tão depressa (lol, conversa de velho)…

    Responder

    syrin Reply:

    Depressa? Pois olha que por aqui se tem sentido e muito a falta de BSG. Claro que entretanto já vi os episódios mais algumas vezes, mas enfim… Felizmente tenho tido Stargate SG-1 para me fazer companhia. :)

    Mas até 16 de Janeiro hei-de fazer novamente maratona de BSG. Há que relembrar tudo até lá.

    Responder

  4. eagle Diz:

    grande review, como sempre, Syrin!

    hoje é um grande dia, mas ao mesmo tempo triste, na história da tv! acabou uma das melhores séries de sempre! e ainda estou de queixo caído com o episódio final!

    o ZB que desculpe, mas para a próxima vais ter mesmo de rebentar a escala!

    Responder

  5. Maciel Diz:

    Ai syrin syrin. Estou em pulgas para começar a ver esta série. Mas agora não tenho tempo. Lá para Março começo com ela. Mas de uma coisa tenho a certeza: vou adorá-la, porque até hoje os teus conselhos (e os do ZB também) nunca me deixaram mal. Foi sempre tiro certo!

    Em relação às pontuações. Além de ser subjectivo (como já disseram) é preciso ver que ela é sempre dependente da série (e aqui falo por mim). Se eu dou um 90 a um episódio de Chuck e o ZB dá um 75 a Dexter, longe de mim (repito: longe de mim) dizer que Chuck é melhor que Dexter. Nem daí inferir que o episódio daquela semana de Chuck foi melhor que o episódio de Dexter. Nada disso. O que digo é que aquele episódio (tendo em conta o universo da série, o seu estilo, o que se espera dela, etc etc) vale 90. Nada mais. Fui buscar estes exemplos pois eles são antagónicos.

    Responder

    syrin Reply:

    Maciel, vê que não te vais arrepender, é uma série brutal – em todo o sentido da palavra.

    Quanto às pontuações, tens toda a razão – não estava a ver o caso assim. Apenas estranho ver Smallville e Supernatural constantemente com notas de 90 para cima – eu sei que é difícil encontrar defeitos nas nossas séries favoritas, e que não é nada fácil quantificar seja o que for, mas por vezes parece-me exagerado, e começo a sentir-me mal por dar notas mais fraquitas. Mas pronto, com esta já dei a máxima, e palpita-me que o episódio final que vou ver agora mesmo vai rebentar com a escala. :)
    De qualquer forma, quem seguir as minhas reviews já fica a saber – eu sou má a dar notas, mas quando dou notas boas é porque vale mesmo MESMO a pena. :)

    Responder

    ZB Reply:

    As notas que tens dado parecem-me ajustadas. E não tens nada de te sentir mal por dares as notas que dás. O problema é que, numa escala até 10, as pessoas parece que se sentem mal se derem notas inferiores a 8. Um 7 ainda é uma nota positiva. Um 6 ainda é uma nota positiva. Parece é que ninguém se apercebe (ou quer saber) que se der um 5.1 está ainda a dar uma nota positiva. E há aí certos episódios que lhe dão 7 quase parece por pena, porque na verdade sabem que o episódio não prestou e nem 5 merecia.

    E acho que o Maciel tocou num ponto importante: nós não podemos comparar pontuações entre séries. Por exemplo, falaste no Smallville, eu também achei exagerado a nota desse último episódio, mas um colega de trabalho que também vê a série deu razão ao Luís, porque, diz ele, no Smallville não havia um episódio daquela qualidade há bastante tempo. Por isso, não é de estranhar que quem goste da série sinta que o episódio foi fabuloso.

    Ah, e se achas que dás notas más, então vai ver as minhas quando vires os episódios em questão. :evil:

    Responder

  6. Duarte Diz:

    Juro que não tenho palavras para o episódio final!
    Se deste 100 a este quero ver como é que vais fazer com o próximo..
    Que episódio perfeito mas ao mesmo deixou me tão triste quando nos clips finais me apercebi que não ia haver mais..
    Começa a escrever syrin! :verycool:

    Responder

  7. Nuno Pinto Diz:

    LOL sempre pode dar nota 100+ ou 100++ :mrgreen:

    Responder

  8. syrin Diz:

    A todos os meus (poucos) leitores… desculpem a demora, mas esta review tem sido difícil de escrever. Espero tê-la pronta hoje, o mais tardar amanhã… e espero também que a demora compense.

    Responder

  9. Ronald Diz:

    Juro que ainda não caiu a ficha,to a dias pasmo com o ultimo episódio,cada cena era uma cena pqpariu!!
    Vic shane e Mara…saudades

    Responder

  10. patxocas Diz:

    Quarenta segundos de uma actuação brilhante da parte de Michael Chiklis, que dão azo à cena mais chocante de sempre.

    Eu cheguei a pensar que ele levantar-se-ia e não iria contar nada.
    Mas, não…. foi brutal!

    A cena da Claudette e do Dutch? Fantástica!
    Eu quero um Dutch na minha vida! :)
    Nesta season, o meu ódio de estimação passou do Shane para o Billings. Eu, que passei 6 seasons a detestar o Shane.

    Grande testamento. ;)
    Excelente crítica.
    E aquele final? Brutal. :)

    Responder

Comentar:

Markup Controls
happybirth: catchbutt: ;bye: :zzzz: :yyupii: :yuuupiii: :yuupii: :yum: :yuk: :youwish: :yesmaster :yeahright: :yeahhh1: :xray: :wtf: :wow: :wink1: :whocares: :whistle: :whip: :whhhattt: :whathever: :what: :what1: :wereami: :welcom: :weirdth: :waterski: :wall1: :violin: :verysad: :verylame: :verycool: :upsidedown: :titanic: :thankyou: :taco: :supermario: :sup: :suicide: :suicide2: :suicide1: :suar: :stupid: :stop9: :stooges: :starwars: :spsnking: :spam: :sorry1: :smoke: :shiny: :serra: :serenata: :sculture: :salut: :sailing: :run12: :rtlf: :rotf: :rolleyes2: :rolleyes1: :roll6: :redc: :rayban: :raining: :poking: :pleaseeee: :pleasee: :plain: :pillowfgh :peace: :oops: :onesec: :ohman: :noway: :nowa: :notworking: :nonono: :nolove: :muahaha: :mrgreen: :mrcool: :mjjj: :merda: :magic: :machinegun: :macarena: :loveyou: :loveyou3: :loveit: :lovefox: :lostwings: :looser: :loool: :litdance: :lies: :letsdance: :kekeke: :imnew: :idiot: :ideia: :huh: :horse4: :hors: :hihih: :hideme1: :hide: :heiii: :heeyyy: :havefun: :harp: :goodone1: :goodjob: :giggle: :furious: :funnypost: :frak: :fkingcomp: :fkingbast: :fish: :finger: :fart2: :evil: :electric: :eeeek: :drunk: :doubleguns: :dontnow: :dom: :dj: :divided: :disco: :directing: :denied: :dancingpian: :dancing1: :damnnn: :damncomp: :damn: :cupid: :crying1: :cropbanana: :crazyplain: :crazyeyes: :cool7: :cool2: :cooker: :compt: :cold: :coffee: :cloudnine: :clapping: :clapp4: :clapp1: :choc: :chill: :cheerl: :charlot: :censored: :caretas: :careta2: :car: :cantsee: :callme: :bzzzz: :bytenails: :bye1: :bycicle: :busted: :bro: :breakdance: :boxe: :bow: :bounce: :bored12: :booring: :booboo: :boo: :blush: :biteme: :belga: :beer: :beammeup: :badmonster: :babar: :axe2: :awwman: :arrrgh: :arghh: :anyone?: :angel: :angel5: :ambulance: :ahoyy: :aarggh: :X: :5: :4meio: :4: :3meio: :3: :2meio: :2: :1meio: :1mei: :1: :0: :)