[SPOILERS] O problema de saúde de Hank (David Duchovny) é o catalisador de toda a narrativa deste episódio. Tudo gira à volta de duas personagens.
Este episódio é completamente dominado pelo par Hank e Karen (Natascha McElhone). Uma doença (ou a possibilidade de tê-la) pode levar uma pessoa a fazer uma auto-avaliação. Aqui não é bem o caso, mas há lugar a recordações. Muitas! Foi interessante colocar um olhar nos dias em que a relação entre ambos estava a começar. As semelhanças são por demais evidentes e já naquela altura as características marcantes de cada personagem estavam lá. A química entre ambos já funcionava (bem como os conflitos) e um futuro conjunto era algo muito difuso.
E foi sempre entre flashbacks e a situação do presente (com particular incidência na saúde de Hank) que o episódio foi evoluindo. E muito bem, diga-se de passagem. Houve bons diálogos entre Karen e Hank e as histórias do passado acabaram por fazer todo o sentido com a actualidade. Hank e Karen são aquele casal que quando está junto, encontra todos os motivos para estar separado. Quando está separado, encontra uma “base satisfatória” para estar junto. Para já, eles são assim. Já o eram antes. Resta saber se assim continuarão.
Num episódio destes, é óbvio que as restantes personagens perderam destaque. Aceita-se isso de bom grado quando o enredo assim o justifica. O que foi o caso.

[starrater]




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Gostei imenso do episódio! Os flashbacks foram interessantes porque é sempre giro ver como as coisas foram para tras. Ainda me estou a rir da Becca com o seu ar dark a dizer “liars”!
A Becca domina. Devia ter mais tempo de antena a miúda. Os flashbacks foram mesmo interessantes. Dão-nos uma visão mais completa deles. Ganda maluca a Karen!!!
Hey, e não se esqueçam daquela luta ridícula entre o Hank e o Lew. Gosto da amizade dos dois, por acaso.
Eu também gosto da amizade deles. Mas acho que falta mais desenvolvimento entre eles (mesmo o livro está muito parado). Pode ser que venha na próxima temporada. Nem sei se ele se manterá na série.
Gostava que a personagem se mantivesse… mas por outro lado não. É que cada vez que ele está em cena não consigo deixar de pensar “Mas o que raio é que o Leoben está a fazer na Califórnia?” e “Onde é que está a Kara?”. A presença dele tira-me um pouco da história.
:loool: Já vês cylons em todo o lado. Tá quase… Calma… Tá quase! :loool:
Mas mas… a culpa não é minha, eles é que insistem em aparecer em todo o lado. Só nas primeiras 6 temporadas de Stargate SG-1 apareceram os cylons nº 1, 4, 5 e 8, o Tyrol, o Gaeta, a Seelix e a Elosha. Se até agora foi assim, nem quero imaginar o número de actores que participaram tanto numa como noutra série nas quatro temporadas que ainda faltam.