Californication: 2×12 – La Petite Mort (Showtime)

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[SPOILERS] O episódio final desta segunda temporada de “Californication” é virado para o futuro. Todas as personagens dão um rumo à sua vida, na esperança que a mudança traga algo de positivo.

Ashby (Callum Keith Rennie) é passado, o livro que Hank (David Duchovny) escreveu sobre ele é presente (e está pronto) e a promoção do livro de Mia (Madeline Zima) será o futuro dela, por enquanto. Assim começa o episódio, tendo por cenário a provocativa campa-escultura de Ashby.

E é virado para o futuro que o episódio continua. Karen (Natascha McElhone) recebe uma proposta de trabalho em Nova Iorque e Charlie (Evan Handler) tem um novo emprego. A sua vida amorosa é que não vai tão bem e se ele pudesse voltar atrás no tempo, certamente que o faria.

Noutras paragens amorosas, de notar que Hank não é o pai do filho de Sonja (Paula Marshall), facto que o deixa radiante. Bem sei que esta não é uma série médica, mas a situação do nascimento da criança foi um tanto ou quanto despachada demais (nem cordão umbilical?). Um pouco mais de realidade não teria feito mal nenhum à cena. Destaque ainda para alguns dos surreais diálogos ocorridos naquela divisão da casa.

E mudando de casa está Karen. O que no início era para ser uma nova vida a três, acaba por ser (por enquanto) uma nova vida solitária. Karen vai para Nova Iorque e Hank fica com Becca (Madeleine Martin), o que será uma nova fase de vida para ele e um regressar ao início da série. Esperemos para ver os desenvolvimentos, embora o final do episódio possa ser já uma pequena introdução.

Destaque final para Becca. De coração dorido por causa do seu amor, em pleno jantar de família, sai-se com esta frase: «I suddenly understand the appeal of cigarettes and alcohol». Mais tarde, as coisas acabam por serem resolvidas e o seu coração sarou, mas este momento ficou gravado na minha memória.

[starrater]

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Liebe ist, was sich ergibt, wenn man Sex hat.

7 Respostas para “Californication: 2×12 – La Petite Mort (Showtime)” Subscribe

  1. ZB 15/12/2008 às 23:09 #

    Por acaso é engraçado que fales em diálogos surreais, porque durante o episódio, ainda antes de ler a tua crítica pensei o mesmo, que esta série tem diálogos completamente surreais. Mas eu não os considero surreais fantásticos. Considero-os surreais porque ninguém fala assim em determinadas ocasiões, como por exemplo a conversa da Marcy para o careca no bar. É verdade que são hilariantes. Mas não deixam de ser completamente absurdos.

    • Maciel 15/12/2008 às 23:29 #

      Sim. Os melhores diálogos da série (em termos de qualidade) não são os surreais. Mas eu gosto desse contraponto. Gosto de ser surpreendido por um diálogo surreal e absurdo. Como a outra no tanque/banheira a dizer que ia ficar toda “estragada” devido ao nascimento da criança (seguido da conversa do Hank sobre o TOP pussy). Enfim. Faz parte da série.

  2. carolinafs 16/12/2008 às 00:34 #

    Parti-me a rir quando apareceu o bebe preto! Acho que os meus vizinhos acharam que eu estava a pirar de vez… A Becca continua a ter as melhores saidas e mesmo os dialogos surreias ja acabam por fazer parte do “pacote” da serie. Agora resta esperar, mas a nova temporada promete!

  3. syrin 16/12/2008 às 21:26 #

    Grande série esta.
    Também me parti a rir com o bebé preto e com toda a cena do nascimento. Sim, foi um pouco surreal, e também estranhei o cordão umbilical, mas por outro lado fico contente por ter adivinhado que o bebé não ia ser do Hank.

    Grande memorial ao Lew, e a Mia nem me irritou muito neste episódio.

    Mas para mim o melhor continuam a ser os diálogos pai/filha.

    Venha mais em 2009. :)

    • Maciel 16/12/2008 às 22:20 #

      A Mia irrita-te? Ela dá um sabor muito mais amargo à série. Azia! Por vezes faz falta. Gosto quando ela se arma em sacana e lixa os planos a alguém.

      Realmente os diálogos Hank/Becca são demais. E agora que estão sozinhos, pode ser que tenhamos ainda mais cenas dos dois.

      • syrin 16/12/2008 às 22:28 #

        A Mia irritou-me esta temporada porque não fazia sentido na história. A que propósito é que o pai da Mia a ia deixar ao cuidado da mulher que o deixou no altar?

        • ZB 16/12/2008 às 23:21 #

          LOL. Não faz sentido. E o facto do Hank nunca ter feito nada para tentar provar que o livro era seu também foi um bocado estranho… mas aceitável…

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