[SPOILERS] É o habitual episódio-embrulho dedicado ao Natal. Abrimos o dito e lá dentro encontramos: o habitual da série, um frasco de mel, muitos doces, uma caixa de lenços e um aquecedor para o coração.
A situação que desencadeia a narrativa do episódio é do mais verosímil que pode acontecer nos E.U.A.: um bandido foge num carro e é perseguido por uma série de carros da polícia. Claro que nestas situações as estações de televisão estão presentes com os seus directos. E que fazem as pessoas? Assistem ao desenrolar de tão excitante situação. E que fazem os empregados da Buy More? O mesmo mas com a adicionante de apostarem no desfecho da perseguição. O que eles certamente não esperavam é que o carro acabasse por dirigir-se ao encontro deles, acabando em pleno interior da loja. E é assim que começa a acção.
Numa loja que estava prestes a preparar-se para um dia de compras de Natal, eis que tudo muda. Os empregados passam a reféns e até Ellie (Sarah Lancaster) e Captain Awesome (Ryan McPartlin) estão por lá. E o que no início aparenta ser um normal bandido, acaba por ser alguém que está a mando da FULCRUM. Com a ajuda de um suposto polícia, Frank (Michael Rooker), eles acabam por descobrir o verdadeiro valor de Chuck (Zachary Levi) e perceberem toda a sua importância.
De toda esta situação dos reféns, há a destacar alguns bons momentos: o meloso telefonema do “está tudo bem, mas estou cheio de medo” à família, a libertação de Emmet (Tony Hale), Chuck e Sarah (Yvonne Strahovski) – as partes “não-meladas” – e a execução do plano de salvamento, são alguns deles. No final tudo acaba bem, apesar de ser um Chuck admirado (desiludido?) aquele que vemos no final do episódio. Não percebi muito bem o enfoque nesta admiração de Chuk.
O episódio acabou por não atingir completamente as minhas expectativas. Poderiam ter ido mais além e gozar um pouco mais com toda esta onda natalícia que invade muitas das séries por esta altura do ano. Têm personagens para isso e imaginação para tal. Acabaram por dar uns laivos (principalmente na parte dos telefonemas) do que poderia ter sido. Destaque final para a presença do polícia que era primo de Big Mike (Mark Christopher Lawrence): Al Powel (Reginald VelJohnson). Ele acaba por fazer o mesmo papel (mesmo nome e o mesmo apetite) do que já tinha feito em Die Hard 1 e Die Hard 2. Uma referência interessante, mas que ficou por isso mesmo.
“Chuck” pára agora por umas semanas. Volta em Fevereiro com novos episódios, dos quais faz parte o tão apregoado episódio que será a 3-D. Até lá!

[starrater]




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O twist dos agentes da FULCRUM apanhou-me completamente de surpresa! Fora isso, foi um episódio bom e concordo contigo, não percebo o porque de tanta admiração da parte de Chuck…
É infelizmente a insistente inocencia que querem incutir em Chuck… Já era hora de tal como dizem ao pequeno amigo barbudo de fazer a personagem crescer nesse capitulo.
Ele ficou admirado porque ela matou o outro a sangue frio. Ele não ouviu o que ela ouviu. Não sabe que ela o fez para o proteger. E vê-la a matar alguém a sangue frio, quando este mostrava não ser mais uma ameaça pois tinha-se rendido, acho que merece muita admiração.
Mas não achas que já é altura de Chuck perceber que tanto Sarah como Casey são treinados para matar assim a sangue frio?
Eu por acaso não fiquei com a sensação que ele não ouviu a conversa. Sendo assim, faz mais sentido. No entanto ele está farto de saber que eles já mataram e matam quando é preciso defender informação.
Eu sinceramente acho que este foi mesmo o melhor episódio da temporada. A minha veia de fã absoluto de “Die Hard” também pode estar a falar mais alto, mas… Acho que não é essa veia, é mesmo a de fã de Chuck.
A descoberta dos agentes da FULCRUM infiltrados foi muito surpreendente. Estava tudo a correr bem no episódio, o “sequestro” estava a ganhar momentos de humor… E pimba, tinham de o enfiar lá.
No final, ele tinha mesmo de morrer. E por acaso acho que o Chuck ouviu a conversa.
Quanto ao crossover Die Hard/Chuck, só faltou uma coisa: Let it Snow.
Bem, se ele ouviu a conversa, então o Maciel tinha razão e não faz sentido mesmo nenhum. Acho estranho ele apenas aparecer vindo do meio dos pinheiros, com ar de quem está perdido, só depois da conversa ter praticamente terminado. E o ficar admirado com a acção dela, se tinha estado mesmo a ouvir, não faz grande sentido. Lá teremos de esperar até Fevereiro para tirar as teimas…
Acho que está bem claro que o Chuck só ouviu meia conversa. Até porque não é a primeira vez que o Chuck vê a Sarah matar alguém.
De resto achei o episódio muito bom. Acho que se está sempre a exigir grandes momentos de humor a Chuck quando a série não é exclusivamente comédia.
É verdade: Como é que vai ser com o episódio 3D? Vamos buscar óculos ao cinema? Ou vai ser com aqueles óculos da treta azuis e vermelhos?
Grande episódio, apesar de ser difícil escolher, porque esta temporada tem tido um nível altíssimo, acho que este foi o melhor até agora.
E pelo que eu entendi, o Chuck só ouviu o final da conversa e viu um homem desarmado a ser morto a sangue frio. Creio que se ele tivesse ouvido tudo não teria reagido daquela forma, mas o pior de tudo foi a Sarah ter-lhe mentido sobre o que aconteceu.
Grande episódio este, esta série continua a surpreender.
Concordo que o Chuck só ouviu o final da história, e por isso a surpresa em ver a Sarah a matar a sangue frio. Por muito que o Chuck saiba que tanto ela como o Casey já mataram, ver uma cena destas é completamente diferente – o homem estava desarmado, a render-se. Foi um assassinato como nunca o foram os outros, e isso vê-se também estampado na cara da Sarah.
Por acaso não apanhei a referência o Die Hard, o que vale é que vocês são especialistas nisto e apanham tudo.
Digo e repito – grande episódio! Chuck já deixa saudades!
Ah, e já me ia esquecendo:
Casey: Mom? Johnny-Boy. :rtlf:
Muito bom mesmo. Dos melhores até agora e o Chuck ficou admirado porque pensa que a Sarah o matou a sangue frio, ele não ouviu a conversa.