Heroes: 3×13 – Dual (NBC)

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[SPOILERS] Último episódio de “Heroes” de 2008! Ah, finalmente alguma paz de espírito até Fevereiro. Para terminar as críticas ao terceiro volume, decidi voltar a fazer algo diferente…

…separei o episódio por alguns momentos que me ficaram na retina e… pronto… é isso… aqui vai.

Momento “Eles confundem toda a gente!”: Este momento não tem propriamente a ver com eventos decorridos no episódio, mas a confusão que tem circundado a série é tanta que nem o próprio nome do episódio satisfazia. Foi mudado quatro vezes. Sim, quatro. Primeiro chamou-se “War”, depois “Duality”, a seguir “Duel” e, finalmente, “Dual”…

Momento “A vingança do Pikachu”: Bem, eu acho que nunca me tinha rido tanto ao ver esta série. Pelo menos, não com uma conotação positiva. Toda a cena entre o Hiro (Masi Oka) e a Tracy (Ali Larter), quando ela lhe chama Pikachu (deve ser uma alcunha comum dos americanos para os japoneses, visto que duas pessoas diferentes, em ocasiões distintas, chamaram-lhe o mesmo) e ele lhe dá um soco foi verdadeiramente hilariante. E ainda mais me fez rir, por vir da personagem que veio. Finalmente, o comic relief da série a fazer algo que realmente teve piada.

Momento “Malmequer, Bem-me-quer Invertido”: Mas alguém me explica a vilania do Nathan (Adrian Pasdar)!? Mas as suas novas motivações mudaram-no assim tanto, e em tão pouco tempo, que ele chega a dizer ao Peter (Milo Ventimiglia) não o salvaria do incêndio!? E, agora, de repente, quer colocar todas as pessoas que têm poderes fechadas num sítio qualquer (teremos uma espécie de crossover “Heroes”/”Prison Break”? Pelo menos, ambas as séries têm um “Companhia”, o que pode querer dizer alguma coisa…)! Eu sei que, durante a primeira temporada ele referiu que defendia algo semelhante (parece que mandava-os todos para uma ilha…), mas não era este personagem que ainda há três semanas (estou-me a referir ao tempo que passou entre os volumes 3 e 4) queria dar poderes a toda a gente!? Porquê!? Mas porque é que os personagens mudam de motivações como mudam de camisas!? E também não deixa de ser engraçado o Nathan ser um senador tão prestigiado, que conhece o próprio presidente dos EUA, mas passou metade da temporada sem o vermos uma única vez a trabalhar. Deve ser como aqueles deputados que faltaram à tal votação na Assembleia da República sobre a avaliação dos professores… Ou então, tirou férias…

Momento “O Sylar viu recentemente o Saw”: O Sylar (Zachary Quinto) e a Elle alugaram recentemente o “Saw” e desde então que ele tem andado a querer experimentar umas coisas novas. Testa a Claire (Hayden Panettiere), dizendo-lhe que se matar a avó, deixa-a ir embora juntamente com o pai e a mãe biológica (que, já agora, apareceu no episódio vinda sabe-se lá de onde…). Depois, fechou o Bennet (Jack Coleman) e a Meridith (Jessalyn Gilsig) numa sala, após ter dado uma injecção de adrenalina a ela, o que fez com que o seu poder ficasse descontrolado. Em seguida, deu-lhes duas hipóteses: ou o Bennet a mata e se salva ou ela explode e mata-o a ele. Esqueceu-se foi do pormenor da enorme janela de vidro, que sujeita a temperaturas altas fica mais susceptível a quebras.

Momento “Esperem um bocado que vou pedir a espingarda à Claire, carrego-a com dois cartuchos e coloco os seus canos na boca antes de puxar o gatilho”: O Ando (James Kyson Lee) a gritar Ya-Ta. A sério…

Momento “Estou farta de pagar quase 20 euros de assinatura do telefone”: A Claire destrói o telefone com um tiro de caçadeira. A maneira como ela engatilha a espingarda, a olhar bastante séria para a avó, e se vira de repente para atirar no telefone é fenomenal. Algo digno de um filme do género “Shark Attack 3: Megalodon”.

Momento “Tomem lá! Sim, vocês que se queixam que ninguém morre na série!”: E não é que eles limparam o sebo a quase todos aqueles personagens secundários, os quais praticamente nunca ninguém se interessou. Até ao Knox (Jamie Hector), que teve algum destaque neste volume, e que por uma razão qualquer decidiu à última hora que toda a gente ter poderes era mau e decidiu ajudar o Peter a destruir a fórmula. E até ao coitado do Echo (sim, aquele dos primeiros webisódios) que eles disseram que iria aparecer na série e cumpriram… Para quem nem se apercebeu, ele aparece ao minuto 20:46, assim tombado de encontro à parede e com a garganta cortada…

Momento “Só para dizer que votámos Obama”: Sim, é uma piada estúpida da minha parte, mas achei engraçado o facto do presidente ser negro.

Momento “Heroes”: Sylar morre. Ok, Zachary Quinto. Esperamos-te amanhã às 10h00 para filmar o episódio 3×20…

Momento “ Somos uns bacanos bué inteligentes”: Yeah, a teoria da relatividade! O Einstein sabia-a toda. Resta saber como é que a Daphne (Brea Grant) e o Ando foram com tanta facilidade ao momento exacto em que o Hiro estava perdido no tempo. Sem dúvida algo só ao alcance de super-heróis. No entanto, gostei da cena da fórmula rasgada.

Momento “És um ganda hipócrita, mas claro que nós percebemos que tinhas de arranjar maneira de ficar na série”: Numa coisa o Nathan teve razão… para quem lutou tanto para que os outros não tivessem poderes, o Peter ter-se injectado com a fórmula revelou uma tremenda hipocrisia. Ah, mas claro, só o fez por necessidade em fugir do edifício…

Momento “Tás fo*i*o!”: O Sureh (Sendhil Ramamurthy) apanhou um banho de fórmula. Com certeza que nada de bom resultará dali. Veremos o que lhe reserva o futuro.

Momento “Sinto-me tão só que já me podiam despedir e matar a minha personagem”: No final deste volume, acontece algo engraçado. Agora, apenas um dos personagens principais não tem poderes. O Peter voltou a ter. O Suresh não teve em grande parte da série e agora, há já algum tempo, tem. E o Ando também já tem um poder. Só o Hiro não. Qual o seu futuro? Provavelmente, ainda sobrou um bocadinho de fórmula que lhe pode ser útil…

Assim, ao décimo terceiro episódio da terceira temporada, termina o terceiro volume. Um confuso e de fácil propensão ao escárnio volume. Se o Bryan Fuller é o Messias que muita gente anda a apregoar, não sei. O que sei é que alguém necessita de fazer alguma coisa para acabar com os enleios em que a série tão bem se sabe meter. E o próprio Tim Kring já demonstrou nas entrevistas que dá, que aquilo é muita areia para o seu camião.

[starrater]

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22 Respostas para “Heroes: 3×13 – Dual (NBC)” Subscribe

  1. carolinafs 16/12/2008 às 23:42 #

    Quando a Nikki chamou Pikachu ao Hiro e depois ele lhe deu um murro parti-me a rir! Foi quase como o bebe negro de Californication :rtlf: Speaking of which, tambem fiquei a pensar no Obama com o presidente!

    A familia Petrelli (e os seus cortes de cabelo duvidosos) ja morria, estou um bocado farto desta mudança de opinioes…

  2. Daniel 17/12/2008 às 00:20 #

    Eu sei que eles perderam a oportunidade perfeita de se livrarem do Suresh de vez, ele estava desacordado em meio a uma sala em chamas e banhado em uma substância inflamável!!! E saiu de lá de forma inesplicável…..

    Esse episódio fechou de maneira bem legal o muito irregular e por vezes horrível volume 3, mas a cena final (mesmo com o Nathan se tornando vilão do nada) promete muito para o volume 4 em que o governo vai estar perseguindo as pessoas com habilidades….

  3. Anita 17/12/2008 às 00:56 #

    epá…ri-me tanto com essa do Pikacho!!! :verycool:
    eu gostei do desfecho:)) e, pelo menos já se livraram de uma série de personagens que não faziam cá falta nenhuma…só foi pena não terem levado o mohinder também…e, acho o volume 4 bastante promissor…só espero que não voltem a estragar tudo!!!

  4. Ricardo Fernandes 17/12/2008 às 10:10 #

    Quem é que quer fazer uma petição para o ZB deixar de escrever sobre Heroes??? Heim? Que mau trato ;) .

    Eu gostei. Não foi excepcional, nunca foi, mas daí a ser tão mal tratado… Enfim, vamos por pontos:

    - A cena do “Pikacho” foi uma boa piada, independentemente do ódio (ou não) que se possa ter do personagem. Pessoalmente gosto dele e dos YA-ta (como gostei do Ando tb).
    - Nathan nunca foi bom. Sempre foi influenciável, até chegou a ser maldoso para o Peter. Aliás só se redimiu no final da primeira temporada, no resto apenas não tinha… “poderes” (no sentido de não estar a representar nenhum cargo). Quanto ao querer prender todos com poderes, vejamos da seguinte forma: O ZB parte do pressuposto que ele queria dar poderes a toda a gente; o que eu entendi, uma vez que foi o dito por Nathan é que as pessoas certas deviam ter poderes para evitar o que aconteceu com o Irmão do Haitiano. Portanto, querer proteger o mundo de toda a gente com poderes pondo-os numa prisão, é apenas o próximo passo lógico (e a fuga é algo que já vimos no futuro de Nova York destruída). Se mataria Peter? Creio que o disse por raiva, afinal de contas Peter acabou de destruir o plano dele, embora reitere que Nathan, nunca foi bom.
    - Sylar teve um bom momento, com Saw ou sem Saw, já vimos noutras séries ideias rebuscadas de filmes ou de outros lados e não fez espécie a ninguém, não vejo porque o fará aqui. Aliás até combina com Sylar. Que a propósito de estar morto, todos sabemos que não está. Nem dá a entender que ele morre. Apenas que é imobilizado.
    - A cena da caçadeira é embirração tua! Só pode!
    - Há pouco tempo queixavas-te que havia personagens a mais. Agora que estão a fazer a folha à maioria também não serve? Não entendo!
    - 24 teve dois presidentes negros…
    - O Peter tinha que ter os poderes dele de volta… aliás é ele que é especial… entre os especiais. Se não fosse desta maneira seria por outra, provavelmente muito parva. Mais vale assim. E claro que alguém irá dar um frasco ao Hiro, não tinha piada se ninguém desse.
    - Suresh é o cientista poeta, nem que seja por isso a sua presença na série é imprescindível.

    Quanto ao que aí vem, penso que se foram basear “à seria” na saga do registro de mutantes da Marvel, foi um belo período da Marvel, poderá sê-lo para Heroes, pode ser que haja mais acção a partir de agora.

    Um abraço a todos.

    • ZB 17/12/2008 às 11:18 #

      Quem é que quer fazer uma petição para o ZB deixar de escrever sobre Heroes??? :denied:
      - Pessoalmente gosto dele e dos YA-ta (como gostei do Ando tb). É uma questão de gostos.
      - Nathan nunca foi bom. Variação tua da verdade. Onde é que o Nathan alguma vez mostrou ser como nestes últimos episódios?
      - O ZB parte do pressuposto que ele queria dar poderes a toda a gente; o que eu entendi, uma vez que foi o dito por Nathan é que as pessoas certas deviam ter poderes para evitar o que aconteceu com o Irmão do Haitiano. Parto do pressuposto? Porra, eles falaram nisso um carradão de vezes. já para não falar do futuro que o Peter viu, em que toda a gente andava a voar de um lado para o outro. Ele achava que para evitar que pessoas como o irmão do Haitiano dominassem os mais fracos porque tinham poderes, deveriam dar poderes a toda a gente.
      - Portanto, querer proteger o mundo de toda a gente com poderes pondo-os numa prisão, é apenas o próximo passo lógico A mim parece-me mais desespero. Primeiro quis revelar a toda a gente a existência de pessoas com poderes. Depois quis dar poderes a quem não os tem. E, agora, quer colocá-los todos na prisão. Menos a ele, claro…
      - Se mataria Peter? Ninguém disse isso. Ele diz que não o tiraria de lá. E desde quando é que o Nathan não se importa com o irmão?
      - Sylar teve um bom momento, com Saw ou sem Saw. Eu gosto do primeiro Saw.
      - A cena da caçadeira é embirração tua! Só pode! Claro que sim.
      - Há pouco tempo queixavas-te que havia personagens a mais. Agora que estão a fazer a folha à maioria também não serve? Não entendo! Mais uma vez… Onde é que alguém disse que não servia. Mas matar personagens secundaríssimos também tem pouco piada. Matem mas é alguns dos principais.
      - 24 teve dois presidentes negros… You’re missing the point. Tiro completamente ao lado.
      - O Peter tinha que ter os poderes dele de volta… aliás é ele que é especial… entre os especiais. Se não fosse desta maneira seria por outra, provavelmente muito parva. A tua opinião. Para mim, o Peter bem que podia ir à vida.
      - Mais vale assim. E claro que alguém irá dar um frasco ao Hiro, não tinha piada se ninguém desse. Mais uma vez discutível. E agora quero ver se, como que por magia, ele recupera o mesmo poder que tinha anteriormente.
      - Suresh é o cientista poeta, nem que seja por isso a sua presença na série é imprescindível. :loool:

      Eu percebo quem gosta da série assim tão fervorosamente que, tal como tu, olha para o lado e arranja qualquer uma desculpa que encaixe para justificar as asneiras que são feitas. Mas também há muita gente como eu, que não o faz porque não deve ser feito. Se nós continuarmos a louvar as coisas mal feitas, elas continuam pelo seu mau caminho.

      • Ricardo Fernandes 17/12/2008 às 11:43 #

        Aro! :)

        - Nathan nunca foi bom. Variação tua da verdade. Onde é que o Nathan alguma vez mostrou ser como nestes últimos episódios? Durante a primeira temporada. As únicas alturas em que Nathan é bom é perto dos “Heróis” da série.

        - O ZB parte do pressuposto que ele queria dar poderes a toda a gente; o que eu entendi, uma vez que foi o dito por Nathan é que as pessoas certas deviam ter poderes para evitar o que aconteceu com o Irmão do Haitiano. Parto do pressuposto? Porra, eles falaram nisso um carradão de vezes. já para não falar do futuro que o Peter viu, em que toda a gente andava a voar de um lado para o outro. Ele achava que para evitar que pessoas como o irmão do Haitiano dominassem os mais fracos porque tinham poderes, deveriam dar poderes a toda a gente. Eu parto do pressuposto que o pai queria isso, ele não, daí seleccionar os soldados especificos. O futuro seria algo que era o descontrole total.

        - Suresh é o cientista poeta, nem que seja por isso a sua presença na série é imprescindível. Aqui eu tava mesmo a entrar na gozação também. O Suresh não tem grande importancia na série.

        Eu percebo quem gosta da série assim tão fervorosamente que, tal como tu, olha para o lado e arranja qualquer uma desculpa que encaixe para justificar as asneiras que são feitas. Mas também há muita gente como eu, que não o faz porque não deve ser feito. Se nós continuarmos a louvar as coisas mal feitas, elas continuam pelo seu mau caminho. Eu não gosto da série fervorosamente. Faria melhor com o que já existe no entanto, mas não acho que esteja assim tão mal feita como tu referes. Há muitas coisas que (eu pelo menos sinto) escreves já para por o dedo na ferida, sem necessidade de ataque, como é o caso de Hiro ou de Peter, eles são os “Heróis” da série. Tipos fracos, zé ninguéns… mas nobres e que com poderes não são corrompidos e tornam-se “something else”… Outros claro que apontas o dedo e com razão (não neste episódio por acaso) e quando tens razão dou a mão à palmatória.

        Quanto ao olhar para o lado… eu não concebo heroes da mesma maneira que tu. Quando vejo heroes ou qualquer coisa, não procuro nada para apontar o dedo (e sim heroes tá cheio de erros, desde a rapariga preso no futuro, desde a segunda temporada a aparecer o Isaack negro que não falaste), eu vejo filmes e vejo séries pura e simplesmente para me deslumbrar e quando não o fazem pura e simplesmente deixo de ver.

        Um abraço! …Nemesis do Heroes :P

        • ZB 17/12/2008 às 12:12 #

          Tipos fracos, zé ninguéns… Mas não era essa a génese da coisa? Quando a série ainda tinha pés e cabeça. Pessoas comuns que descobriam ter capacidades incomuns? Pessoas normais que descobrem não serem normais e tem de se adaptar a essa nova condição. Agora… Há muito que isso se perdeu.

          …não procuro nada para apontar o dedo… Ora aqui estás tu a pressupor que eu o faço, quando não é assim. Eu vejo filmes e séries porque gosto bastante de o fazer. Sejam bons ou maus. Apenas quando são maus, não me coíbo de o dizer. Além disso, adoro escrever sobre o “Heroes”!

          • Ricardo Fernandes 17/12/2008 às 14:23 #

            Eu sei! Daí serem tão saudáveis estas discussões pós-episódio. No entanto já sabes que é sempre tudo por suposições. É o crítico a provar do seu veneno. A crítica à crítica…

            Um abraço e em Heroes até daqui a 50 dias!

            • José Heleno 17/12/2008 às 20:59 #

              Concordo inteiramente com o Ricardo Fernandes. Acho quem a embirraçao com Heroes ja farta…Até porque os episodios têm sido bastante bons.

  5. Ricardo 17/12/2008 às 11:17 #

    Também adorei a cena do Pikachu. Concordo com quase tudo. Não considero o Peter hipócrita porque ele nasceu com poderes, logo só estava a pôr tudo de volta ao normal.

  6. Maciel 17/12/2008 às 12:23 #

    Eu deixei de ver a série ao quarto episódio desta temporada (será para continuar a ver mais tarde). O que é demais enjoa e a confusão enjoa. Eu gostava muito da série. Depois fui deixando de gostar.Não sei sei o ZB embirra ou não com a série, mas sei que a série está de facto uma confusão que ninguém percebe. Isso é um facto, admitido por todos. As audiências terem descido semanalmente é outro facto. E isso nunca indica satisfação do público.

  7. John Anacall 17/12/2008 às 16:54 #

    quando o edificio explodiu, eu que tava a ver o episodio com 2 amigos saltei e gritei o mohinder morreu “ya-ta” (lol nao disse o ya-ta claro xD) e depois aparece no meio do anda a pedir boleia :S outro pormenor o “Mr. African Isaac” nao tinha ficado sem cabeça?!
    btw o mr obama ja tomou a primeira decisao do seu mandato, prendem todos com habiblidades xDxD

    • ZB 17/12/2008 às 16:58 #

      saltei e gritei o mohinder morreu “ya-ta” (lol nao disse o ya-ta claro xD)

      Mas olha que era uma cena castiça. :loool:

  8. Silmarien 17/12/2008 às 17:04 #

    O John Glover (actor que interpreta Lionel Luthor em Smallville) vai entrar no Heroes como pai do Sylar. Isto significará que Sylar e Lex Luthor são irmãos?! :rtlf:

  9. Luis 17/12/2008 às 19:33 #

    Bem, o episódio pareceu um final de novela brasileira. Onde se mata os maus da fita todos. Já o final/inicio do volume 4 deixa boas expectativas no ar. Já estou a imaginar uma força especial criada para caçar as pessoas com poderes, alguns escondidos, outros a trabalhar pro inimigo… Isto se não se perderem outra vez no argumento da família Petrelli!

  10. ZB 17/12/2008 às 22:00 #

    José Heleno, como já não dá para colocar mais respostas seguidas, faço-o aqui.

    Dizes tu: Concordo inteiramente com o Ricardo Fernandes. Acho quem a embirração com Heroes já farta… Até porque os episódios têm sido bastante bons.

    Respondo Eu: É tanto embirração minha, que existem milhares de opiniões semelhantes por essa net fora. E, claro, os episódios têm sido bastante bons… para ti. Para mim, não. Tu tens a tua opinião. Eu tenho a minha. E, quem diria, podem ser diferentes!

    • José Heleno 18/12/2008 às 09:13 #

      Claro que cada um tem direito à sua opinião. Apenas acho que no meio de tanta série analisada(e bem), sempre que se fala de heroes é para cortar…Existem inumeras séries que nao aprecio, no entanto sei dar-lhes valor, sei perceber os motivos que fazem mover milhares de fâns.
      Acho que não tem sido feito uma crítica justa a heroes, despida de ideias pré-formulados.
      Acho que é a mesma coisa que estar eu a fazer um relato dum sporting vs benfica, eu como sportinguista ferrenho dificilmente iria ver as coisas boas do benfica…
      Continuação do grande trabalho nas restantes séries.

      • ZB 18/12/2008 às 10:20 #

        Acho que não tem sido feito uma crítica justa a heroes, despida de ideias pré-formulados.

        Mas ainda bem que não existem ideias pré-concebidas, porque, senão, os textos seguiriam todos no mesmo tom e nem sequer seria necessário ver os episódios.

        E se fores ver atrás, em 11 textos, existem quase metade sobre episódios de que se gostou. Porque é que não te queixaste nesses? Porque foi dito que se gostou do episódio? Aqui deste lado do teclado, quando existem razões para dizer que as coisas foram bem feitas, dizem-se (escrevem-se). Quando não, também. E, às vezes, para que as coisas não se tornem monótonas, gosta-se de fazer umas brincadeiras ou abusar um bocadinho do sarcasmo. O problema – o teu e o do Ricardo Fernandes e o de outros fãs da série como vocês -, é que, por vocês gostarem de tudo o que venha dali daqueles lados, ninguém pode dizer mal da mesma e se o fazem é quase como fosse uma ofensa ou um ataque. E não é. Vocês esquecem-se que existem muitas outras pessoas com uma opinião diferente em relação à série e, sobretudo, que apesar de ser diferente da vossa ou mesmo que a achem a maior estupidez de sempre, só têm de a respeitar.

        Quanto ao reconhecer o valor das séries que não se gostam… Para mim, e isto não é para ser visto como insulto, mas isso é uma treta. Mas eu vou reconhecer valor numa coisa ou que não gosto ou que acho mal feita??? E nem sequer me estou a referir a Heroes, série que dou notas como a rondar o 8 (oito??? Se não reconhecesse algum mérito ao episódio, dava-lhe oito???). Eu não tenho por hábito dar pancadinhas nas costas. Não tenho. Nunca tive. E nunca irei ter. Eu gosto muito que toda a gente venha visitar o site. Gosto que venham comentar. Mas não esperes que vá alguma vez mudar só para agradar às pessoas. Sejam elas quem forem. Criticar é opinar. E esta é a minha forma de o fazer. E, uma coisa é certa, este TV Dependente há-de ter sempre essa particularidade: é um reflexo da minha visão e da visão das pessoas que aqui colaboram.

        • José Heleno 18/12/2008 às 17:22 #

          “Quanto ao reconhecer o valor das séries que não se gostam… Para mim, e isto não é para ser visto como insulto, mas isso é uma treta.”

          Pois bem, acho que esta frase diz tudo. Essa incapacidade de reconhecer valor nas séries que não gostas, do meu ponto vista, é um erro grave, principalmente para quem critica. E sim eu vou reconhecer valor numa coisa que não gosto, pois sei que existem excelentes séries que apesar de não serem o meu tipo, em termos de qualidade são muito boas. Por exemplo Pushing Daisies , é uma serie que não me cativa, como tal deixei de ver, no entanto compreendo o porque de ter tantos fãs e receber notas tão altas no tvdependente. Uma coisa totalmente diferente é reconhecer valor em algo que ache mal feito, penso que não podes confundir as coisas. Em relação ao meu alegado “problema”, não é verdade que goste de tudo o que já aconteceu em Heroes. Aliás a segunda temporada foi na minha opinião fraca, o que provavelmente ajudou a criar uma ideia negativa da série. Contudo este terceiro volume, tem pagado um pouco a factura da segunda temporada, e tem levado com críticas injustas e despropositadas, até digo mais, sem fundamento.
          Só para exemplificar, numa série em que uma das personagens principais tem o poder de “viajar” no tempo, são inevitáveis as idas ao passado e ao futuro, que com um maior ou menor grau de importância acrescentam sempre algo à história, embora seja o primeiro a concordar que na segunda temporada as cenas do Hiro no passado foram uma seca e demasiado extensas.
          Eu compreendo perfeitamente que existam um sem número de opiniões divergentes da minha, e ainda bem que assim é. Agora acho que aproveitas tudo e mais alguma coisa para criticar a série em demasia, porque tens uma ideia depreciativa pré concebida que condiciona a tua análise.
          Queria ainda esclarecer outro ponto, Heroes é uma série que gosto mas pela qual não sou fanático, como tal apenas intervim comentando o artigo, pois acho que já farta levar com estes artigos tão depreciativos (e destrutivos) de uma série que não sendo perfeita (longe disso) tem muitas coisas boas, e ultimamente tem proporcionado bons momentos a quem a acompanha.
          Espero que não entendas isto como um “ataque pessoal” longe disso, pois admiro o teu trabalho mesmo quando não concordo contigo. Noutras séries que até gosto mais que Heroes, as vezes fico a pensar para mim que mereciam melhores notas, mas depois leio a tua análise e compreendo a nota atribuída.

          • ZB 18/12/2008 às 18:16 #

            Ataque pessoal? Claro que não! Estamos a discutir o assunto. Nem acho que aquilo que tens escrito, ou outros noutras alturas, teve alguma vez esse tipo de conotação, nem aquilo que eu digo deve ser encarado como tal, pois nunca tive essa intenção. Claro que há discussões mais acesas que outras, mas só isso.

            Quanto à “conversa” da treta, talvez me tenha expressado mal. O que há mais são séries que eu não aprecio particularmente e lhes reconheço méritos ((Mad Men, excelentes valores de produção; Grey’s, excelente elenco), nem que sejam tecnicamente ou dos seus valores de produção. Mas isso não implica que, ao escrever sobre elas, não lhes aponte aquilo que me parecem ser os seus defeitos. Claro que esse apontar de defeitos será muito mais acentuado naquelas que não gosto particularmente do que naquelas que eu realmente gosto. O que é normal.

            Mas esse não é o caso aqui. Eu (às vezes até) gosto de ver o Heroes. Só não sou um fanboy que aceita tudo e mais alguma coisa. E, sim, dá-me gosto brincar com a série. Daí fazer estes textos com listas e coisas do género. Para ti, pode ser embirração minha. Para outra pessoa, pode ser o apenas “ser do contra”. Para mim, é apenas uma maneira de encarar aquilo que desgosto na série de uma forma mais engraçada. E claro que às vezes exagero! Metade da piada está nesse exagero! O problema é essas brincadeiras serem levadas demasiado a sério.

  11. musicslave 18/12/2008 às 11:31 #

    ZB e eu a pensar que era o unico a escrever que era muito duro com as criticas..
    :yeahhh1:

    apesar de tudo gosto da escrita do ZB e muitas vezes concordo com a sua opiniao.. tambem ja discordei bastante.. alguns têm que perceber o tom ironico que o ZB coloca nas criticas

    quando ao epis. tenho quase a mesma opinião do ZB, gostei bastante da cena do Picachu.. e continuo a gostar do Hiro

    quanto ao Nathan, ele sempre foi muito influenciável.. mas é muito mau mudar tão rapidamente de opinião.. tambem acho que o que o Nathan queria era dar poderes a toda a gente, mas agora que o plano já era, ele decide vingar-se.. e é daqui que prevejo alguma coisa de boa para o proximo volume.

    adorei toda a parte do Sylar a “brincar” com eles, parecido ou não com Saw está bem feito.. tal como o resgate do Hiro, aqui acho que era pedir demais saber com tinham eles parado no sitio exacto onde estaria o Hiro.

    quanto ao Peter, sendo ele talvez o personagem principal da série, teria que ter os poderes de volta, e gosto assim.

    não gostei da morte de tanta gente, se ainda à bem pouco tempo tínhamos gente a mais, agora temos a menos..

    alguem que me explique como é que o Suresh se safou e mais incrivel, como é que o africano retornou à vida, deve ter colado a cabeça :damn:

    apesar de tudo quero ver o que vai acontecer ao Suresh

  12. syrin 17/05/2009 às 20:02 #

    Ora, vamos lá por partes.

    Gostei do episódio. Não foi um grande episódio, mas teve bons momentos – a sequência das mortes nos corredores, a cena com a Meredith e o HRG fechados na cela foram as minhas favoritas, mas a história do Hiro no seu passado também foi interessante (se bem que a forma como ele consegue sair do poste da bandeira é um pouco forçada).

    Gosto de ver o Sylar como vilão, e apenas tenho pena que tenham passado a temporada toda até aqui a fazerem-no passar por bonzinho. E também me chateia que a razão por que ele se virou para o mal sejam “daddy/mommy issues”. Podiam ter desenvolvido a história de outra maneira.

    Também não gosto destas reviravoltas todas do Nathan, já chateiam. Ele sempre foi fraco e influenciável, mas caramba, o que é demais enjoa. Decidam-se: ou ele é mau (o que deveria ser) ou é bom (o que me parece mais difícil).

    Quando começam a dizer que o Hiro está preso no passado, a primeira coisa que me lembrei foi – façam como o Superhomem naquele filme em que a Lois morreu e ele voou à volta da Terra para voltar atrás no tempo e salvá-la. E não é que o fazem mesmo. Mwhahaha. Ah, e o poder do Ando é o oposto do haitiano (já agora, o haitiano tem nome? Acho que não, toda a gente o trata por haitiano, mesmo quando ele está presente. Tadinho…)

    O grande momento WTF do episódio para mim foi simplesmente o momento em que o Peter e o irmão da Meredith resolvem dar cabo da fórmula e viram o recipiente, entornando tudo no chão. mas os gajos são parvos ou quê? Então estão a espalhar assim a fórmula no chão, deixando-a entrar em contacto com outras pessoas. WTF? WTF? WTF?

    Tive pena da morte da Meredith, e mais pena ainda de não a vermos há uma data de episódios. Sei que apareceu nas histórias da revista online, mas fazia falta nesta história, ao contrário dos outros todos secundários.

    Gostei da morte do Sylar, mas como já todos sabemos, ele irá voltar. É banda desenhada. E Heroes. Basta alguém tirar o pedaço de vidro da sua cabeça que ele regressa.

    Quanto à história do 4º volume… a premissa é muito boa (Registration Act. Genosha. Sentinel!!!!). Infelizmente, palpita-me que não vão conseguir desenvolver bem a trama. Porque esse é o maior problema de Heroes, a forma como pegam em histórias e tramas interessantes e como as conseguem destruir.

    Por outro lado, tenho de dizer que, mesmo com trocas e baldrocas e erros de continuidade gritantes, gostei deste terceiro volume muito mais do que do segundo.

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