[SPOILERS] Chegados ao dia dez, acho que é caso para dizer que todos os dias são dias Thirteen (Olivia Wilde). Para os que não gostam, é realmente uma constante sexta-feira, para os que adoram azar dos outros pois olhinhos destes não se vêm todos os dias! Temos ainda os que estão no meio, como eu, que se por um lado gostam do desenvolvimento desta médica, reconhecem por outro que qualquer dia a série tem o seu nome!
Mas indo ao episódio, depois de uma situação de reféns bastante complicada voltamos à rotina dos casalinhos:
- A paciente e a sua doença. Apesar de vender a boa forma e de defender as dietas naturais, esta senhora rapidamente cai na cama do hospital e ainda com maior rapidez é descoberta nas suas próprias mentiras. Nada é o que parece (onde é que eu já ouvi isto?) e esta fraude do exercício físico fica à beira da morte se House (Hugh Laurie) não descobrir o que a consome. A história da gorda que fica magra não é bem uma novidade por estas bandas e não existiu espaço para conhecermos melhor a personagem, para irmos além das suas vontades e obsessões. O final desta relação foi o mais interessante de toda a história, onde a doente prefere deixá-los comer o bolo, prefere preservar a silhueta, prefere continuar doente. Apesar de achar que House aceitou com demasiada calma a decisão dela (quantas vezes ele não obrigou doentes a irem contra as próprias convicções?) foi um final real não muito comum.
- House e Cuddy (Lisa Edelstein). O jogo do “odeio-te porque te amo” continua e agora a directora muda-se para o gabinete do médico, como consequência da destruição que este causou a semana passada. Sinceridade ou mera desculpa para estarem próximos, a verdade é que, como a própria Cuddy diz, ninguém pode negar o que está a acontecer entre estes dois. Ela mostra estar à altura dele e juntos constroem uma série de bons momentos, de toca e foge até o cerco ser apertado demais. Penso que seria então altura de o argumento andar para frente, porque depois de uma boa disputa tivemos direito ao momento mais disparatado do episódio, em que House lhe apalpa a mama! Sim é o House eu sei, é estúpido e parvalhão, eu sei, eh pá mas tudo tem limites!Apesar desta regressão aos tempos do pré-escolar, tem o gesto bonito de oferecer a secretária, muito bem. Muito bem até Cuddy o apanhar no gabinete acompanhado duma loura espanpanante num momento à “Gossip Girl”. Se andarmos assim às voltas, o que era um progressão lógica e interessante vai-se transformar numa saturação irritante.
- Thirteen e Foreman (Omar Epps). Chegamos então à cada vez mais protagonista e ao médico que lhe deu a mão. Eu gosto dela, gosto da história, mas sinceramente acho que a sua doença já teve o espaço que devia ter, e agora depois dos seus flashbacks e sessões de terapia, ela devia alargar os horizontes e seguir em frente. Já percebemos o medo, o receio, a infância, o destino cruel que a espera. Queremos agora a médica activa do início, quem sabe ao lado do médico (apaixonado?) que lhe arromba a casa.
- Kutner (Kal Penn) e Taub (Peter Jacobson). Formaram uma parelha engraçada, tentando resolver uma trapaçada que Kutner armou ao dar consultas online com o nome do House. Tentam esconder o sucedido formando uma sociedade os dois, que depois é alargada a três – sim o Chase (Jesse Spencer) apareceu 40 segundos – e que por fim é desfeita em mais um esquema do protagonista que realmente me apanhou desprevenido. Muito boa a cena final em que House os desmascara, que acabou por compensar a já regular falta de profundidade dada a Kutner.
Episódio rotineiro, que aposta no desenvolvimento de alguma linhas de argumento o que nos dá certas garantias de que realmente estamos em movimento. Isso já não é mau.

[starrater]




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É pá, já estou farta da Thirteen. Eu percebo que a série precise do seu “eye candy”, mas já chega agora. A personagem não é interessante, a actriz não é nada de jeito, e a boa figura não devia chegar para ser protagonista de uma série como esta.
Dêem-lhe um spin-off e deixem-nos em paz. Xooo, Thirteen, xooo!
Oh syrin não digas isso. Deixa lá a miúda alegrar a minha visualização do episódio
Há canais mais adequados para isso, Maciel. :careta2:
Acho que a minha proposta era a ideal – davam-lhe o tal spin-off que era para ser para o detective privado, e ficavam todos contentes: os que a queria ver, tinham 43 minutos da Thirteen a fazer cara de cachorrinho, os que não a suportam, tinham o House de volta.
Eu ainda não vi o episódio, mas li o primeiro parágrafo e os vossos comentários. Além da Olivia Wilde ser bem agradável à vista, eu gosto da Thirteen. Mas toda a gente viu que ela está a ter protagonismo em excesso. Deviam espalhar mais o mal pelas aldeias ou a personagem será cada vez mais odiada.
Eu gosto imenso da Thirteen/Olivia Wilde mas acho que estão mesmo a alongar demais a sua história. O episódio embora tenha sido bom, acabou por não me interessar grandemente, especialmente por não conseguir avançar na relação House-Cuddy. Mas a cena final da “morta” valeu muito a pena!
Parece que os pacientes do house são qualquer coisa um pouco acima de figurante, já não há aquele foco de atençao que havia antes, e a thirteen apesar de ser gira é um pouco como os tremoços, quando são demais… fartam.
:loool: Gostei dessa dos tremoços.
Eu gostava mais da Cameron e tenho muitas saudades dela. Mas também gosto da Thirteen e não me importo que tenha “algum” tempo de antena. Podiam era variar mais o tema. A doença dela, por muito importante que seja, começa a ser chata.
Adorei o final da pequena história do Kutner e o desfecho que o House lhe deu. Valeu o episódio.
13 é o meu número da sorte, mas a Thirteen sucks..
A dos tremoços foi muito boa!!
Quer-me parecer que este realce todo não é aleatório, ela há-de ser, junto da maioria, a médica mais popular, digo eu. Estas escolhas não são por acaso mas a verdade é que aqui todas as opiniões recaem exactamente no mesmo: Thirteen é gira e é boa (parte XY), tem uma história engraçada mas anda a aparecer demais!
Vamos ver o que nos reservam os próximos episódios mas as senhoras já não aguentam mais um banho de Thirteen e os homens, apesar de mais resistentes devido aos seus bonitos olhos, também não vão ficar muito mais tempo. E depois é um motim.
Syrin o spin-off não me parece boa opcção porque a senhora está a falecer. Ia ser uma série pequenita=P