Dollhouse: 1×01 – Ghost (FOX)

FacebookTwitter


[SPOILERS] Esta seria (a par de “Fringe”) a série estreante mais esperada desta temporada. Seja devido ao seu criador, seja devido à narrativa ou devido a tudo que foi escrito, apresentado e dissecado sobre a mesma. Palavra-chave de todo este paleio: expectativas.

Antes de avançarmos mais, estabeleçamos a premissa deste texto. Só conheço uma obra (a qual gostei muito) de Joss Whedon : “Dr. Horrible’s Sing-Along Blog”. Fora isto, as suas mais conhecidas obras permanecem ainda desconhecidas para mim. Sendo assim, foi com uma mente aberta e sem comparações possíveis que assisti a este episódio.

A história da série será conhecida de todos e em termos muitos gerais será qualquer coisa como: uma associação secreta e ilegal, “bonecas” (cujas memórias são programadas em função da missão a cumprir) a viverem numa Dollhouse e missões a serem cumpridas. Sendo este o ponto de partida, a história é interessante e poderá ter “pano para mangas”. Na teoria e na prática.

A introdução da Dollhouse surge-nos de maneira apelativa. O set está muito bem conseguido, dando-nos uma casa (acima de tudo é uma casa) com alguma tecnologia. É por lá que convivem as “bonecas”. Echo (Eliza Dushku) é apenas uma delas, mas é óbvio que a narrativa passará muito por ela. A sua companheira Sierra (Dichen Lachman), o programador Topher (Fran Kranz), a Dr. Saunders (Amy Acker), o intermediário Boyd (Harry Lennix), o assistente Laurence (Reed Diamond) e a responsável Adelle (Olivia Williams), são as restantes personagens da casa que nos são apresentadas neste primeiro episódio.

Sobre a caracterização das personagens referidas, há pouco a dizer. Como introdução que é, este episódio dá-nos pouca informação sobre as mesmas. Para já, destaca-se Echo e a sua multifacetada personagem, pelo que nas restantes a empatia gerada foi pouca. Nada de anormal afinal, pois estamos no início. O mesmo acontece com outra personagem: Paul (Tahmoh Penikett). Sabemos que ele investiga esta organização (e a hipótese da existência das “bonecas”), sabemos que não teve ainda sucesso e sabemos… que está divorciado. Tudo o mais (até onde chegou, o que descobriu, quem já investigou, etc) ainda é cedo para sabermos, pelo que aqui o tempo será um bom conselheiro (e contador de histórias, esperemos).

A narrativa divido-a em duas partes. Na primeira, tivemos a introdução ao universo (parcial, é certo) da série e à apresentação da primeira missão de Echo. Tal como já escrevi acima, foi-nos tudo apresentado de forma apelativa e convincente. Mesmo o caso (apesar de ser algo normal e “batido”) tinha o seu interesse, devido ao facto de não sabermos o que era suposto Echo fazer. Ou seja, o desenrolar do mesmo (nomeadamente as diferenças em relação a casos de outras séries) seria importante para podermos aferir do que a série poderá (enfatizo aqui o “poderá”) trazer-nos. E aí… vem a segunda parte da narrativa e a sua forçada resolução (e passos intermédios). E forçada, porque:

  • as memórias de Echo (programadas momentos antes) eram de alguém que tinha sido abusada pelo mesmo homem que reincide no caso de hoje.
  • a situação no terreno («toma lá o dinheiro e dá cá o refém») foi um tanto ou quanto simplista. Não convenceu de todo. Nem tão pouco o facto de ela prever os seguintes acontecimentos.
  • a maneira simplista como chegaram à pessoa conhecida da vítima (e à localização dos suspeitos). Até parece que falta um pedaço do episódio.
  • finalmente, toda a cena de ela se deslocar à casa onde estavam os criminosos é um pouco surreal. Começa na atitude, passa pelos diálogos, passa pela manipulação dos criminosos (Ah!!! Essa velha táctica do «ele quer ficar com o dinheiro todo e vai matar-vos») e acaba com a entrada de Sierra em acção.

Estas situações (aliadas à grande velocidade com que decorreram) acabaram por prejudicar o episódio. A questão aqui é saber que rumo quererão dar à série. Um caso semanal (ao estilo de muitas, muitas, muitas, muitas e…ainda mais séries), uma Echo programada com as memórias de uma personagem de um procedural qualquer (será este caso tão diferente de algum rapto ocorrido em “Criminal Minds”, por exemplo?) e umas pitadas sobre o universo “Dollhouse,” não me parece que seja uma boa opção.

No entanto, este foi só um episódio. É bom que se realce isto, pelo que considerações gerais sobre a série serão (neste momento) extemporâneas. A série tem potencial e precisa de tempo para o expor. Eu por cá estarei, pelo que daqui a quatro ou cinco episódios já teremos uma ideia mais precisa sobre o que “Dollhouse” é e poderá vir a ser.

[starrater]

Tags: , ,

Liebe ist, was sich ergibt, wenn man Sex hat.

24 Respostas para “Dollhouse: 1×01 – Ghost (FOX)” Subscribe

  1. ZB 14/02/2009 às 18:39 #

    Eu conheço bastante do trabalho do Whedon como argumentista (Angel, Buffy – Série, Buffy, – Filme, Toy Story, Alien: Resurrection, Dr. Horrible’s Sing-Along Blog, Firefly e Serenity, Titan A.E.) e à excepção do filme de 92 da Buffy, este episódio é das coisas mais fracas que ele escreveu.

    Ainda assim, temos de ter em conta que este não é o piloto do Whedon. Este é o piloto da Fox.

  2. Unreal 14/02/2009 às 21:32 #

    Ainda tenho que ver mais um outro episódio para decidir se vejo isto ou não.

    Mas para primeiro episódio podia ser melhor, mas já foi bom a série ter sequer começado, pelas histórias que li…

    Mas como dá à sexta, está à partida, quase condenda.

    • Ricardo 14/02/2009 às 23:54 #

      Por acaso isso não é verdade. A série tem uma demo bastante boa e a Fox diz que se a conseguir manter será renovada para uma 2ª temporada.

  3. Ricardo 14/02/2009 às 23:49 #

    Concordo contigo quando dizes que o caso foi um pouco “forçado”. É verdade. E embora não tenha gostado muito daquilo que Whedon escreveu, gostei da forma como ele realizou.

    Uma coisa interessante é que Dollhouse tem um óptimo aspecto. E não estou a falar só da menina Dusku. Digamos que é uma série bonita. Também gostei bastante da personagem do Tamoh, Paul Ballard.

    Digo-vos uma coisa, eu li o guião do piloto original de Dollhouse, ECHO, e era muito, mas mesmo muito melhor!

  4. syrin 15/02/2009 às 16:59 #

    Maciel, não conheces Firefly ainda? Nem Buffy? Shame on you…
    Vai já pegar em Firefly, vês aquilo num instante e ficas viciado. :D

    • Maciel 15/02/2009 às 21:24 #

      Firefly vai primeiro, porque é pequena. Depois o resto.

      • paulo pereira 15/02/2009 às 22:15 #

        Mas a escolha é acertada. Desconhecia por completo a série, até ter lido um artigo sobre a mesma no blogue da Syrin. E o que dizer, depois disso, senão que estamos na presença de algo surpreendente, com imensa qualidade, e que se vê de um fôlego?

        Não te arrependerás…

      • JLS 16/02/2009 às 02:47 #

        Firefly é fantástico. SciFi, num registo completamente diferente de Battlestar ou Stargate… É o registo do Whedon.

      • Ricardo 16/02/2009 às 13:20 #

        Não te esqueças de ver pela ordem de produção, não pela ordem de transmissão! É uma série fabulosa.

  5. carolinafs 16/02/2009 às 10:56 #

    Estava tão entusiasmada com este inicio de temporada e depois acabei por sentir que foi um pouco fraco. Os cenários são fantásticos, Dushku está como sempre com muito bom aspecto mas soube-me a pouco. No entanto, depois de passar estes episódios iniciais mais “soltos” tenho a certeza que vai melhorar consideravelmente!

  6. Ricardo Fernandes 17/02/2009 às 10:57 #

    Vi Firefly e gostei (Serenity é um filme soberbo) mas não teve um primeiro episódio fenomenal. Nem Buffy teve e Angel (não fosse o cameo de Sawyer) não teria sequer sido aliciante. Se bem conheço o Sr. Whedon, a série também será episódio a episódio, com alguns laivos do arco principal que se centrará nos últimos 5 episódios da temporada. Foi assim com Buffy e com Angel em praticamente todas as temporadas. Não refiro aqui o Dr. Horribles porque é um stand-alone, seria como incluir aqui no pacote o Aliens escrito por ele.

    Não obstante serem bons ou maus primeiros episódios, algo é claro com Whedon, e isso são as suas personagens. Distintas e notáveis sendo na sua maioria carismáticas. Aliás a escolha da personagem central é sempre alguém que por si só levaria a série às costas, como é Buffy (Gelllar), Angel (Boreanaz) ou ainda Mal (Nathan Fillion). É verdade que o importante é ver como todos os personagens se complementam, mas tinha sempre um grande personagem principal e aqui temos um personagem que… não tem personalidade, que hoje pode ser carismática e amanhã poderá não o ser. Claro que ao longo da temporada deverá ir recuperando um pouco da sua personalidade e iremos descobrir o seu passado, mas até lá… Nem sequer os personagens secundários são carismáticos. A que melhor conhecia o universo Whedon é Amy Acker e essa parece um pouco sem sal… o único que ainda interessa é Topher (Frank Kaz), mas sem ser algo que fascine.

    No fundo e para além de algumas cenas muito sensuais, não vejo grande interesse, mas é Whedon, logo vou ver.

  7. ZB 17/02/2009 às 14:27 #

    Se bem conheço o Sr. Whedon, a série também será episódio a episódio, com alguns laivos do arco principal que se centrará nos últimos 5 episódios da temporada. Foi assim com Buffy e com Angel em praticamente todas as temporadas.

    “Praticamente” é mesmo a palavra-chave aqui, visto que as últimas três temporadas de Angel são marcadamente serializadas, com a 4.ª a ter quase a totalidade dos episódios devotados ao arco principal. O mesmo se aplica a Buffy, que a cada temporada, sempre teve um arco principal bem estabelecido, muito mais do que para além “dos cinco episódios finais”.

    • Ricardo 17/02/2009 às 17:22 #

      Concordo plenamente. A serialização da Buffy e Angel vai muito para além dos 5 episódios finais.

  8. Ricardo Fernandes 17/02/2009 às 15:43 #

    SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
    SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
    SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
    SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
    SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!

    Mantenho a minha opinião, não concordo que a 4ª de Angel seja totalmente o arco principal, creio que sempre esteve presente pelo edificio, mas claramente só o é após a morte da… Amy Acker.

    Com Buffy já concordo contigo. Cada episódio da ultima temporada é feito para atacar o episódio final.

    Nunca digo que os arcos não são bem estabelecidos, digo apenas que se dedicam 5 episódios por epoca totalmente a eles.

    • ZB 17/02/2009 às 16:12 #

      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL E BUFFY!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL E BUFFY!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL E BUFFY!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL E BUFFY!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL E BUFFY!!

      Mantenho a minha opinião, não concordo que a 4ª de Angel seja totalmente o arco principal, creio que sempre esteve presente pelo edificio, mas claramente só o é após a morte da… Amy Acker.

      Estás a fazer confusão. Essa é a quinta temporada.

      digo apenas que se dedicam 5 episódios por epoca totalmente a eles.

      O que não é real para a maioria das temporadas de ambas as séries. Isso aplica-se às duas primeiras temporadas de Angel e às duas primeiras de Buffy, sendo que a primeira que só teve 13 episódios, e depois na sexta quando ao início se passou muito tempo à roda do estado depressivo da Buffy por ter sido ressuscitada e só mais para o fim da temporada é que a bad Willow apareceu em cena.

      • Ricardo 17/02/2009 às 17:21 #

        A 6ª temporada foi toda sobre a depressão e revitalização da Buffy. A Willow foi uma consequência da depressão da Buffy. O vício da Willow também contribuiu muito. O Spike a ganhar uma alma. A Buffy a ligar mais à Dawn. Toda a temporada culminou naquele episódio.

  9. Ricardo Fernandes 17/02/2009 às 16:20 #

    tens razão estava a fazer confusão com a quinta a outra é a do puto (que sinceramente só sabemos o arco na realidade a 5 episódios do fim) até lá nem sabemos bem o que é.

    Quanto ao resto continuo na minha. Um abraço

    • ZB 17/02/2009 às 16:51 #

      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!
      SPOILERS PARA QUEM NÃO VIU ANGEL!!

      Isso depende do que queres dizer com o “é a do puto”. Ou estás-te a referir à terceira temporada, que revolve em torno da concessão do puto, do nascimento do puto e do regresso do puto? Ou estás-te a referir à quarta, em que revolve no regresso da Cordelia e que também vai envolver o puto?

      E podes continuar na tua, mas continuas também a estar errado. E isto não é implicação minha ou algo do género (aliás, a review do Heroes só sai mais logo, por isso temos tempo). Isto é um facto. Não é algo que cada um tenha uma opinião diferente e ambos possam ter razão.

      Acho que já estou como alguém que dizia que realmente andamos a ver coisas diferentes.

      Fica bem.

  10. Ricardo Fernandes 17/02/2009 às 19:10 #

    Continuo na minha e errado só aos teus olhos, não aos meus. Tu consideras as temporadas inteiras referentes ao arco eu considero apenas alguns episódios.

    Quanto ao puto, sim é a quarta. É o que estavamos a falar… regresso da Cordélia que também envolve o puto.

    • ZB 17/02/2009 às 19:45 #

      Tu consideras as temporadas inteiras referentes ao arco eu considero apenas alguns episódios.

      Lá estás tu com essa de colocares palavras onde elas nunca existiram. É incrível.

      Olha o que eu disse: “Praticamente” é mesmo a palavra-chave aqui, visto que as últimas três temporadas de Angel são marcadamente serializadas, com a 4.ª a ter quase a totalidade dos episódios devotados ao arco principal.

      Nem sequer em relação à 4.ª do Angel, que foi aquela em que exemplifiquei como a mais marcada por um arco principal, eu digo que considero “a temporada inteira referente ao arco”, parafraseando o que tu dizes. “Quase”, não é “Toda”.

      Quanto ao puto, a temporada que é marcadamente sobre o puto é a 3.ª. Na quarta ele continua envolvido na história, e tem um papel importante, mas se há uma temporada a ser “a do puto” é a terceira.

      Quanto ao resto, eu fico-me por aqui, porque definitivamente tu andas a ver coisas diferentes das outras pessoas. E eu não me estou para chatear mais, nem quero acabar por escrever alguma coisa que te chateie também, porque isto aqui não é suposto ser para nos andarmos a chatear uns aos outros. Queres a bicicleta. Fica lá com a bicicleta, que eu ando de carro.

      Fica bem.

      • Ricardo Fernandes 17/02/2009 às 22:53 #

        O problema destas discussões é que estamos a ir a pormenores e não vale a pena. Já se percebeu que eu não vejo as coisas da mesma maneira que tu e que a maioria das pessoas, pelos vistos, portanto ficamos amigos na mesma.

  11. Ricardo 17/02/2009 às 21:32 #

    Quando é que vem a review de Heroes para continuar o “debate”…

  12. musicslave 19/02/2009 às 11:10 #

    esta era uma serie em que eu tinha muitas expectativas, e posso dizer que não me defraudaram por completo, estava à espera de mais, principalmente por vir do Joss.

    gostei da apresentação, tudo com um bom design e bonito, bem caracterizado.
    a premissa apesar de não ser de todo original, tem boas ideias, se forem bem usadas e desde que não usem e abusem do “caso da semana”, espero que a narrativa principal seja bem complementada com os “casos da semana”.
    gosto da Eliza, e a dança foi muito sensual :yeahhh1:

    ja os restantes personagens não vou falar porque não consigo ainda tirar algumas conclusões.

    o caso apesar de ser algo banal, serviu para vermos o que eles podem fazer com as mudanças de personalidades. a maneira de como nos foi servido é que não gostei, foi tudo muito rapido, facil demais, e faltou uma parte do episodio, porque a Eccho descobriu que era o professor de uma forma muito rapida e sem sabermos minimamente como..
    e depois tambem o aparecimento do violador tambem foi forcado.
    e a maneira como ela entra na casa e da a volta à situação tambem foi muito forcado..

    gostei de tudo o que envolveu o agente, principalmente a cena final..

    vou continuar a ver, ate porque apesar de tudo gostei do que vi.. e como adoro o trabalho do Joss confio nele para o que ai vem. e temos que ver que o episódio não foi totalmente dele..

  13. syrin 27/05/2009 às 18:21 #

    Como todos os restantes comentadores, este primeiro episódio não me convenceu por aí além. Não considero a Eliza Duschku uma boa actriz, e nas cenas em que faz de boneca sem memórias, na casa, nota-se como é fraquinha. A premissa da série também me parece um pouco preocupante. Mas vamos ver o que sai daqui..

Deixar um Comentário - Para comentários com SPOILERS, utilizem a tag: [spoiler]Comentário[/spoiler]

Temporada 2012/2013: Guia de cancelamentos, renovações e novas séries (act.)

Perdido entre tantas renovações, cancelamentos e novas séries? Então, vamos dar-te uma ajudinha. Eis as novidades oficiais dos cinco canais [...]

Photorecap: Game of Thrones: 2×06 – The Old Gods and the New

[SPOILERS/NUDEZ/LINGUAGEM MENOS PRÓPRIA] Antes de passar à estupidez, vou ser sério por um bocadinho: este “The Old Gods and the [...]

As melhores duplas da TV, parte 2

O que faz uma boa série? Um bom argumento, actores competentes e uma realização exímia são elementos consensuais. Mas por vezes, [...]

Calendário de finais de temporada 2011/2012

O final da actual temporada está às portas e a necessidade de saber quando terminam as nossas séries favoritas aumenta. [...]

As melhores duplas da TV, parte 1

O que faz uma boa série? Um bom argumento, actores competentes e uma realização exímia são elementos consensuais. Mas por vezes, [...]

Blogger Convidado: “A Irmandade Venture″, por Gonçalo Trindade

Escrevo sobre cinema agora para o Ante-Cinema, e sobre música para o Ponto Alternativo, o Arte-Factos, e o Festivais de [...]