[SPOILERS] O grande trunfo do episódio foi ter dado um rumo concreto a um dos casos no hospital. Isso e a abordagem mais séria ao assunto, proporcionaram um episódio mais interessante do que os últimos.
O regresso da enfermeira Paula (Judith Ivey) ao seu antigo local de trabalho é o ponto de partida para uma tema delicado: a eutanásia. Esta delicadeza do assunto permitiu que os momentos ridículos (não confundir com a palavra “engraçados”) estivessem em menor número. E aí, a narrativa torna-se mais coerente e lógica. Numa palavra: melhor.
Eddie (Paul Schulze) conseguiu sair (por momentos) da banalidade em que a sua personagem se movimenta, os argumentistas conseguiram colocar, por largos minutos, Zoei (Merritt Wever) a ter diálogos normais (em situações normais e sem necessidade de se portar como uma criança) e até Mohammed (Haaz Sleiman) consegui mostrar, por momentos, que a sua presença na série é justificada. Só mesmo Gloria (Anna Deavere Smith) continuou num registo um tanto ou quanto “deslocado”. Alvíssaras para quem dotar esta personagem com um maior relevo e profundidade.
Infelizmente houve outros casos. E nesses, foi mais do mesmo. A situação das duas mães do Dr. Cooper (Peter Facinelli) teve tanto de estranho (duas mães a que propósito?) como de inconsequente (a não ser que estas personagens apareçam regularmente). E sobre o outro doente nem vale a pena escrever. Dispenso-o (e ao seu gato) de bom grado.
Numa atitude positiva, voltemos a realçar o que foi bom. E se sobre a história já tinha escrito, o seu desfecho e a visita de Jackie (Edie Falco) ao apartamento de Paula foi um bom fechar de história. Que venham mais histórias como esta, que sem ser nada de extraordinário conseguiu trazer algum sentido à série.

[starrater]






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Conseguiram jogar bastante bem com o drama e comédia neste episódio o que acabou por ajudar às restantes histórias. Gostei!