[SPOILERS] «From the network that brought you “Lost”.» Foram eles que criaram a possibilidade de sujeição ao estigma das comparações. Foram eles que tentaram, desde cedo, usar a força de “Lost” junto de milhões de fãs em todo o mundo de modo a promover a sua série. São eles os responsáveis pela onda de comparações que surgiram neste primeiro episódio e que vão surgir ao longo da série. Serão eles que, eventualmente, poderão vir a sofrer as consequências ao colocarem “FlashForward” lado a lado com uma das séries que maior legião de seguidores conseguiu aglomerar durante esta última década. Que comecem os paralelismos.
E são vários.
É verdade que a cena de abertura é extremamente semelhante ao início de “Lost”, mas o David S. Goyer não é habilidoso com a câmara como o é o J.J. Abrams e isso nota-se perfeitamente. A montagem e a transição de planos aquando dos momentos de pânico logo após a ocorrência ter sucedido também não foram as melhores, não conseguindo potenciar o impacto e o sentimento resultante da catástrofe como poderiam e deveriam.
Além da abertura, da partilha de actores, duma cena mais insólita – um canguru a passear no meio da confusão – e duma referência à Oceanic Airlines (ver imagem abaixo), “FlashForward” segue um caminho semelhante ao de “Lost” com a pretensão de manter um equilibro narrativo entre o mistério e o drama. Com o passar do tempo, a segunda (série referida anteriormente), com uma primeira temporada bem mais focada no dramatismo da situação em que os personagens se encontravam ou no seu passado a necessitar de redenção, foi evoluindo numa direcção em que primou o mistério e a acção, optando, posteriormente, numa incursão pela ficção científica, e deixando para um segundo plano a exploração dramática dos personagens e das situações em que os mesmos se vêem envolvidos. “FlashForward” logo se verá. Para já, revelou querer cimentar-se primordialmente no equilíbrio de géneros que referi acima. Como evoluirá, não sabemos. A única certeza será que ainda tem de mostrar muito mais para que consiga alcançar o patamar de “Lost” e em muito vai depender da abordagem da série a partir daqui. “Threshold” também tinha uma premissa interessante e um piloto executado de forma aceitável, mas acabou por deixar-se cair num certo marasmo criativo nos episódios que se seguiram. Espero que o Goyer e o Brannon Braga tenham aprendido a lição.
Os primeiros minutos do episódio são bastante bons, apresentando os personagens principais (não todos, mas quase) de forma dinâmica – talvez, em determinados instantes, até de uma forma um bocado demasiado energética, mas não o suficiente para que faça perder o foco da nossa atenção –, e cumprindo com sucesso no criar de expectativa para o evento que todos sabíamos que se avizinhava. Mas deixou um certo amargo de boca por não terem optado em mostrar a visão (o flashforward) pelo tempo concreto em que a mesma supostamente durou (2 minutos e 17 segundos), optando em vez disso por uma versão reduzida. Acho que faria todo o sentido, e 2 minutos e 17 segundos não é um valor temporal que obrigasse a muitas cortes no resto do episódio (olha, bastava cortarem aqueles inúmeros e perfeitamente inúteis nove ou dez flashes do personagem do Joseph Fiennes simplesmente a beber – na cena do baloiço então, até acabaram por retirar impacto à mesma).
Depois, ultrapassados os primeiros instantes de confusão, chega a altura de embarcarmos no périplo emocional que as diferentes personagens enfrentam como consequência do evento. E aqui existe a inevitável divisão de interessante/desinteressante. Como seria de esperar, nem toda a gente poderia ver dois minutos da sua vida seis meses no futuro e ver-se envolta em mistério. Estas são pessoas normais, com vidas normais. Teriam de existir algumas personagens cujo futuro não é mais que novo momento rotineiro das suas vidas ou, mesmo que não seja rotineiro, se paute por algo mais comum. À partida, pelo que nos foi revelado por enquanto, colocaria do lado do “interessante” a visão do protagonista, a do seu parceiro, a da sua filha. Numa espécie de purgatório, colocaria a do pai que vê a filha, que julgava morta, viva algures no Afeganistão, a da médica, mulher do protagonista, e a do suicida. No outro espectro, a do chefe do protagonista, o que estava na casa de banho, e a da agente que irá estar grávida sem sequer ter namorado. O que é apelativo na premissa desta série é que este estranho evento ocorreu à escala mundial, logo existem, literalmente, milhões de histórias que se podem contar, e logo podem ir sendo adicionadas novas personagens (o que vai acontecer) que trarão consigo sempre uma nova possibilidade de acrescentar uma nova camada à série.
Para o final da crítica, o final do episódio, o cliffhanger. Se bem que, aparentemente, pode ter um cariz singelo, mas que, provavelmente, não o será, é deveras eficaz na sua função: deixar-nos agarrados e a babar por mais. E eu, definitivamente, quero mais.





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Gostei bastante, vou esperar por mais um ou 2 eps mas até ver está-me a convencer. :yeahhh1:
Gostei.
Pessoalmente acho que a série tem pernas para andar com qualidade, mas convém pararem com as comparações a Lost, porque isso pode fazer com que muitas pessoas acabem por se sentir “enganadas” depois de verem a série. Esta ao contrário daquilo que a ABC nos fez crer, não é a “substituta” de Lost, até porque essa série nunca irá aparecer.
Desde o inicio do episódio que verifiquei as semelhanças que referiste, mas ainda existe pelo menos mais uma, a explosão do camião, tal como no Pilot de Lost com a asa do avião.
O cliffhanger no final, foi mesmo a melhor parte do episódio, e mostrou que a série pode nesse aspecto agarrar muitos fans de Lost pelo bom balanço entre o mistério/drama que consegue ter.
Sem duvida que fico à espera de mais, e se possível melhor!
Wow, isto superou as minhas expectativas. Não era uma das que mais esperava ver, mas depois de se falar tanto era irresistível dar uma vista de olhos, até porque gosto do género. Foi muito bom. Isto vai ser muito divertido ver, uma vez que foi dada importância aos pormenores. A flash do principal foi bem estranho, suficiente para deixar uma pessoa cheia de curiosidade sobre o que eram aquelas coisas no placard.
O Cliffhanger de facto deixou mesmo a babar por mais. Estou também curioso para saber o que acontece depois de termos chegado ao dia 29 de Abril de 2009.
Vamos lá ver o que saí daqui, pois pelo piloto, tanto podemos ter uma série de topo, como pode caír num fosso se a ideia não for bem explorada e aproveitada. Ah e espero que não tenha nada a ver com ETs, seria praí a 1000ª coisa que vi acabando dessa maneira.
PS: Isto fez-me lembrar um pouco aquela série “The 4400.” Apesar de só ter visto dois episódios disso quando dava na FOXpt, fez-me lembrar um bocado por causa de ser um evento global que afectou muita gente :/
E btw excelente review!
Estava com medo que a série não cumprisse com a GIGANTE expectativa que gerou, mas felizmente isso não aconteceu e, por isso merece as minhas 5 estrelas!
existe neste site um post bastante recente, e brilhante, que fala, em que uma opinião é uma opinião e não deve ser comparada, mas sim respeitada. concordo a 100%
gostava que ao analizarem séries novas, seguissem o mesmo critério. uma série é uma série e não deve ser comparada com outras, nem existir uma tentativa emocional de substituição em relação a uma perda anunciada.
esta nova série deve ser analizada e julgada segundo a sua qualidade e de forma independente.
não vou divulgar a minha opinião sobre este primeiro episódio porque respeito o que foi escrito, e se o li foi para melhor esclarecimento e contraditório.
não levem a mal, mas mesmo com “actores” iguais, o trabalho e o desenvolvimanto será sempre diferente.
obrigado
ass: brilhante dias
Isso que dizes até poderia fazer sentido (e digo poderia porque tudo na vida está sujeito a comparação) se não tivessem sido os próprios produtores e o próprio canal a incitar a isso mesmo. Desde a primeira vez que se falou que o livro iria ser adaptado que começaram a surgir paralelismos vindos de toda a parte e os responsáveis da ABC, não sendo parvos, abraçaram sem grandes problemas essa relação que se criava entre ambas as séries, usando a mesma em seu favor de forma a reter num novo produto as audiências, e consequentemente os potenciais dividendos, de uma série que lhe deu muitos dólares nos últimos anos e que se prepara para despedir da televisão.
E é de acordo com esta perspectiva, de que a comparação foi incitada, que o texto faz a sua abordagem. Para mim, nem faria sentido falar do primeiro episódio da série e não comparar ambas as séries quando tudo aponta para a comparação. Mas não te preocupes que isto é um texto introdutório à série e que no segundo episódio não vou comparar com o segundo episódio de Lost.
Grande, grande episódio. Gostei muito desta introdução. Venha mais deste tipo.
Mas deixou um certo amargo de boca por não terem optado em mostrar a visão, neste caso apenas a do protagonista,
Pois foi. Isso tinha sido muito bem jogado. Quando apareceu a cena eu pensava que era isso a visão. Afinal era o presente!
Huh? Não era o presente. Não era a isso que me referia. A frase assim não tem o mesmo significado que tem quando na sua totalidade.
Mas deixou um certo amargo de boca por não terem optado em mostrar a visão, neste caso apenas a do protagonista, pelo tempo concreto em que a mesma supostamente durou (2 minutos e 17 segundos), optando em vez disso por uma versão reduzida.
O que eu me refiro foi o facto de quando se deu o FlashForward, e eles só mostraram o avanço de consciência do protagonista naquele momento, tenham optado por reduzir a cena a cerca de um minuto e não a terem prolongado pelos 2m17s que durava o flash.
Eu percebi a tua frase, expliquei-me foi mal (a cena que me referia era ele no meio da destruição. Eu pensava que era isso o flash forward).
Mas agora que penso, se eles mostrassem tudo ele depois não se podia ir lembrando só de fragmentos. Veríamos a cena toda e algum do mistério que rodeia a visão dele desapareceria.
Sim, por esse ponto de vista tens razão, apesar de metade do tempo era só ele a emborcar a garrafa.
Ora…
Comparando com Lost, não achei o episódio tão consistente nem os efeitos especiais tão bons. Ontem, antes do District 9, fui “brindada” com o trailer do 2012, e por momentos as imagens da destruição neste episódio lembraram-me esse filme que ainda irá estrar. Mas mais baratas. Não, não espero ter numa série de TV o mesmo orçamento para efeitos especiais do que no cinema. Mas se Lost o conseguiu, se outras séries o conseguiram, se os efeitos na TV avançaram tanto, então deviam ter trabalhado um bocadinho mais. Exemplo: o helicóptero a explodir contra o prédio está muito mal feito.
Deixando de lado as comparações, vamos ao que interessa:
Se a premissa é interessante, houve ali qualquer coisa que, não sei porquê, não me conseguiu agarrar. Lá está, efeitos dos trailers de ontem… isto parece-me muito “filme catástrofe”. (ou, quem sabe, de todo este hype!)
Mas deve ter sido só neste, venha daí o próximo.
(PS – O Steve. o Steve do Coupling? Aqui?! WEEEEEEE! Lesbian Spank Inferno. The Coushin rant. The bathroom rant! The Melty Man! Ahhhh saudades!
)
Adoro Lost mas acho que não tem efeitos assim tão bons. Há episódios em que tem cenas soberbas com grandes efeitos. Mas há outros episódios que de facto os efeitos são bem fraquinhos.
Acho que aconteceu o mesmo neste episódio. Há detalhes muito bem feitos e outros (como a cena do helicóptero) bem menos conseguidos =p
Quando falei no Lost, referia-me aos efeitos especiais do episódio piloto. A queda do avião e os destroços estavam mais bem feitos do que a destruição da cidade aqui.
Claro que é mais difícil simular isso numa cidade, mais cgi… mas acho que para um episódio de estreia se deveriam ter esforçado mais.
Ah. Episódio de estreia. Sorry :cool7:
O que dizes é verdade, mas estás-te a esquecer do “pormenor” que o episódio piloto de Lost foi o mais caro de sempre com um orçamento superior a 10 milhões de dólares.
Carago, se não eras tu :yeahhh1:
Bem que aquela cara me lembrava alguém. O potencial caso amoroso da esposa do protagonista, apesar de aparecer numa breve cena, deixou-me a matutar…
E só agora se fez luz (eu sei que isso não abona muito quanto à minha memória), ao falares do Coupling. O Steve, impagável nas suas conversas de bar com os amigos.
ps: Por acaso, vi a série de enfiada (também não são muitos episódios), depois de ler a review que lhe dedicaste, no seu blog.
Também tive a mesma reacção para o lesbian spank inferno Steve. Adorei o pilot mas aquela cena final deixou-me algo incomodada… Adoro quando sou surpreendida com mistérios semi-freaky!
:4:
Muito boa crítica, muito bom episódio… O que aconteceu às estrelas nos comentários para podermos dar a nossa pontuação?
O que aconteceu às estrelas nos comentários para podermos dar a nossa pontuação?
Fugiram!
O que eu apreciei bastante neste primeiro episódio foi a solidez do elenco: número certo de boas personagens, todas bem interligadas e bem equilibradas nos 40 minutos. Não é fácil conseguir este balanço tão cedo e Flashforward consegue-o à primeira sapatada. De resto fiquei completamente agarrado, venha mais.
(Fizeram muitas comparações com Lost mas esta história só me faz lembrar os 4400)
Em certos momentos também me fez lembrar algo de The 4400, pensava que era o único a senti-lo xD
Guardada religiosamente para ver hoje, se possível…e se a pequenada me der sossego :taco:
Uma pequena questão.
Como é que o miudo conhecia a medica se todos visualizaram os 2 minutos na mesma altura e no Flash Forward dela ela aparece a preparar-se para uma noite romantica com o seu novo parceiro?
Time travel? O miúdo é, na verdade, o marido dela (o polícia), que tem uma doença que o obrigada a dar saltos no tempo.
(ah, não, espera… isso é o The Time Traveler’s Wife, esqueçam).
É um mistério que será, com certeza, resolvido ao longo da série!
Tu já estás é a ver séries a mais. Ou a idade começa a pesar-te ;
Não respondo a provocações!
Aliás, recuso-me a comentar mais seja em qualquer post. O ZB anda só para aí a caluniar-me, por isso acaba-se já aqui a brincadeira.
Tenho dito!
:beer:
Porque o puto estava na sala a espiá-los.
A noite romântica pode ter sido depois de pôr o miúdo a dormir. Ou depois de lhe terem dado umas chibatadas por ele não ter querido comer a sopa! Nós não vimos os dois minutos e 17 segundos completos de ninguém. Só vimos partes. O que falta é o que adiciona muito mistério à narrativa
Não concordo muito. Gostei, mas ficou muito abaixo das minhas expectativas. A premissa é boa, mas a execução deixou muito a desejar. E a realização parece desajeitada tornando tudo mais confuso.
Why I :loveyou: io9
“and Bryce – in a scene far more creepily effective than any amount of CGI-helicopters falling out of buildings – decides to be a doctor after seeing the corpses of surfers floating in the water.”
Concordo, foi uma cena muito muito boa.
Já agora, o resto da crítica encontra-se aqui:
http://io9.com/5367890/flashforwards-future-is-blurry-full-of-lens-flares
Bem, que inicio… :wow:
Esta série sem duvida promete, e se souberem guia-la bem será um grande fenomeno…
Ja não bastava Lost com os flashbacks a arruinarem a paciência, vem esta com os flashforwards… :what: :bow:
Quanto ao efeitos, isto não é o Transformers, estão bastante bons para televisão!!
Já entrou no meu top…
E pronto, acabadinho de ver o episódio de estreia, só me resta acrescentar que não me decepcionou, depois da intensa campanha de publicidade ter colocado as expectativas bem elevadas.
A acompanhar, futuramente, mas o interesse foi bem desperto. E a curiosidade é enorme, em saber quem´é o “homem que ficou acordado”.
PS- E a música também é muito porreira…
PS 2-Foi engraçado ver o Seth Macfarlane (criador de Family Guy e American Dad) na série…
não sei se viram o video que deu no fim do episódio, mas é muito interessante.
concordo em quase tudo com a critica, apenas acho que fizeram muito bem em não revelar todo o flash do protagonista. assim ficamos sempre a querer saber mais, e que não vai ser dado em peças.
ao contrario de alguns achei muito bons o efeitos especiais.
Lost apesar de ter sido caro, teve a queda do avião mal feita.
neste episódio existir um muito bom equilíbrio na relação drama/sci-fi
fiquei intrigado com a míuda que sabia o nome da olívia, e com a filha do protagonista que ficamos sem saber o que ela viu.
gostei da cena do baloiço, serviu para (e ao contrario do que pensava o protagonista) sabermos que aquele futuro vai mesmo acontecer, se bem que era +- previsível isso.
o cliffhanger foi muito bem feito, com o preto e branco a condizer
que venha o próximo e rápido.
Adorei :yuuupiii:
Têm nas mãos uma grande premissa. Resta saber se a vão aproveitar da melhor maneira.
Simpatizei logo com as personagens, o que não acontece com muita frequência.
E que dizer daquele final? :wow:
Bom Pilot… Tem tudo para dar muito mais
Só agora é que vi o Piloto!
:5:
Também quero mais!
Já tou a ver que esta série, se for conseguindo cumprir a arrojada premissa que apresentou, vai ser a nova sensação aqui no TVD!
E como não quero ficar de fora…
… Episódio 2 a caminho! :bounce:
E acabei de ver o FF. Muito bom. Tem pano para muitas mangas, saibam aproveitar.
As comparações com 4400 fazem sentido. 4400 tb tinha muito para dar e infelizmente a história ficou a meio, espero q isso não aconteça com FF e q eles acabem a história decentemente, seja em um, duas ou qts temporadas forem…
O final do ep foi creepy…
gostei do que vi… já arranjei vicio para as noites de 4ªfeira!!! :wink1:
promete!!
Gostei. Cumpriu as minhas expectativas. Deposito muitas esperanças nesta série.
Provavelmente já ninguém vai ler isto mas esta série não faz sentido nenhum. Meteram os pés pelas mãos na escrita disto, senão vejamos.
O FlashForward acontece e terá acontecido no futuro, de outra maneira não haveria investigação do acontecimento.
Das duas uma, ou eles teriam admitido um futuro paralelo onde o FlashFoward não tinha acontecido e então seria perfeitamente legitimo pensar que todas as histórias iram sofrer alterações significativas.
Mas dado que eles escolheram assumir que o futuro do mundo já era consequências de terem visto o FlashForward então 90% desta série não faz sentido:
- Uma mulher não fica surpreendida por saber o sexo do bébé porque na verdade já o sabia (já agora ninguém tem um sonograma às 10 da noite)
- Um agente do FBI não é deixado num prédio com assassinos lá dentro quando supostamente já sabia que eles lá iriam estar
- As pessoas identificariam todas o momento em que estavam a viver aquilo que tinham visto anteriormente;
and so on….
alguém que me explique se estou errado porque estou prestes a desistir desta série ridicula.
Tu ainda não sabes como é que eles irão tratar o futuro. É possível mudá-lo? E se eu mudá-lo (como tu dizes, não estar no prédio com assassinos), isso alterará/impedirá o resultado final? Além disso, é interessante saber o que cada um faz com essa informação (por ex: a gaja que está grávida! As maneiras de o conseguir são conhecidas, pelo que ela poderá a partir de agora evitá-las para não estar grávida no futuro. Mas pode, a dado momento, querer estar grávida! E aí irá de encontro ao que viu ou irá de encontro àquilo que quer?).
Mas se achas que é ridícula, então é melhor parares. A série não é nada de extraordinário e consegue aproveitar mal muita ideia. E tem coisas tolas na narrativa, mas de vez em quando consegue trazer coisas interessantes.