[SPOILERS] Eis que chegámos ao tão aguardado quarto episódio, aquele que actores e produtores diziam ser o seu favorito. E agora que a série já recebeu luz verde para a temporada completa resta saber se o público reage da mesma maneira.
Em primeiro lugar, confesso que só o pensamento de mais um número de dança ao som de “Single Ladies (Put a Ring on It)”, depois do boom que encheu o YouTube era algo que me fazia revirar os olhos. Mas tal como alguns estereótipos vêm sendo quebrados, também esta dança acabou por ser uma boa surpresa, quer da parte de Kurt (Chris Colfer) quer da equipa de futebol americano. Impossível ficar indiferente a um espectáculo daquele género, por muito previsível que fosse a vitória.
Foi igualmente interessante verificar que a série consegue ter um tom mais sério ao abordar temas como a gravidez e homossexualidade adolescente, ao mesmo tempo que vai deixando detalhes hilariantes nas cenas que passam, conseguindo assim evitar o sentimento de After School Special. Ajuda também o facto de os actores aparentarem ser jovens e não pessoas com idade para ter mais cabeça, o que muitas vezes neste tipo de séries não acontece.
Claro que esta crítica não pode ser só elogios e assim temos mais uma vez a já cansativa manobra de sair do clube, desta vez por Rachel (Lea Michele) numa típica atitude de diva atrasando assim o bom funcionamento deste grupo. Fica a dúvida se este comportamento é para durar ou se é apenas mais um esquema falhado da “malévola” Sue (Jane Lynch) que agora já tem um programa só para ela, garantindo assim futuros momentos de comédia.
Este foi, sem dúvida, um episódio que melhorou em relação ao anterior, mas fica ainda o sentimento de que Ryan Murphy ainda vai ter de se esforçar um bocado para conseguir jogar tão bem com este grupo como fez com “Popular”.
“Single Ladies (Put a Ring on It)” – Beyoncé
“Taking Chances” – Céline Dion
“Tonight” – West Side Story





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Acabei de ver… achei este episódio muito bom. Conseguiu jogar perfeitamente com o sério e com o cómico. Nunca pensei que Single Ladies, uma música que eu próprio não sou fã pudesse ser vista de uma perspectiva tão diferente e original.
Quanto à parte mais séria conseguiram ter uns bons diálogos como o do Finn com o Will sobre o seu futuro, ou como o da Quinn com o que a verdadeiramente engravidou. Será que vai ser abordado como é que a gravidez vai dar cabo da sua prestação nas Cheerios?
A cena do jacuzzi foi engraçada, especialmente a referencia ao “Driving is fun!”
Quanto ao momento diva Rachel, de certa forma até percebo como a rapariga se sentia… e gostei do “The more times she storms out of rehearsal the less impact it has.”
O espaço da Sue foi excelente, especialmente o final. Aquele senhor gay/pedofilo (ou que raio) é bué sinistro mas as situações com ele são cómicas (quando Sue vai à casa dele…”This is very cute and normal”) (“This is very cute and normal”) Graças a deus que se livraram (pelo menos neste) dos momentos musicais vindos do nada!
E pronto lá estou eu a fazer comentários maiores do que queria.
And That’s How I See it! *faz o C com mão*
Eu não me canso da referência ao “Driving is Fun”, parto-me sempre a rir! E eles têm mesmo one-liners geniais que nos apanham totalmente desprevenidos.
Foi de morrer a rir…
A cena que gostei mais foi quando a irmã da Terri lhe perguntou se o bebé era negro. E quem viu/vê Nip/Tuck sabe do que estou a falar.
A série tem uma forma de fazer comédia bem interessante (grávida no jacuzzi, por exemplo), diálogos e constantes referências bem engraçadas, mas acho que é demasiado espalhafatosa. Alguma vez os jogadores duma equipa de futebol iriam concordar em ter treinos de dança e em dançar num jogo?? Ok, percebe-se que a intenção por detrás das cenas é o tentar desmistificar um pouco alguns estereótipos, mas, mesmo assim, não precisa de ser tão… alegre.
Já agora, porque é que o resto do grupo tem tão pouco destaque na série? Desta feita, a Tina ainda teve algumas cenas, mas geralmente quase nunca tem falas. E o da cadeira de rodas e a Mercedes também têm muito pouco que fazer quando comparados com o resto.
Eu acho que eles aos poucos devem tentar destacar uma ou outra personagem porque é ridículo serem sempre os mesmos no centro do episódio.
Mais um episódio, mais uma desilusão.
Acho que todas as situações do episódio foram irrealistas e nada engraçadas. (grávida no jacuzzi é mesmo tonto e o Finn é estúpido, os rapazes a dançarem no campo).
E a Rachel já me irrita, é tão menina mimada! Também não gosto da Terri e da sua irmã que diz que ela tem de mentir para ter o Will na mão e a Sue é one-dimensional.
Quero gostar da série, a sério mas estas situações são mesmo irrealistas e ridículas.
Eu comecei esta semana a ver a série.
Sinceramente acho que é um conto de fadas acompanhado de problemas do mundo real… e isso dá-lhe um toque especial. Os episódios são muito agradáveis de se ver. Têm um humor eficaz sem ser (muito) ofensivo e acho que é daquelas séries feitas para nos levantar o astral.
A coreografia da música Single Ladies foi muito engraçada, o Kurt oscilou entre o mundo real (admitir ao pai e à Mercedes que é homossexual) e o mundo da fantasia (ter conseguido entrar para a equipa, ter marcado o golo decisivo, os jogadores terem feito a sua dança…) Sejamos honestos, no mundo real isto nunca aconteceria. Mas a séries de TV não têm de ser sempre frias e cruas.
Glee é muito bem disposta e consegue deixar-me bem disposto. A minha irmã de 12 anos já não quer outra coisa! Verdade seja dita era preferível que as televisões deste país apostassem num produto com a qualidade de Glee do que andassem a infectar as mentes das criancinhas com Morangos com Açúcar, novelas sobre vampiros e aqueles cliches todos que nós sabemos!
Fiquei muito surpreendido com a polivalência do Ryan Murphy. Depois do obscuro, dramático e por vezes deprimente Nip/Tuck sai-se com esta explisão de alegria e boa energia que é Glee. Está de parabéns. Para mim é um dos grandes nomes da actualidade no universo da criação de séries.
:4: