[SPOILERS] Como seria de esperar, o terceiro episódio não trouxe a embrulhada de actores presentes nos dois primeiros episódios. Se todos os episódios forem como este terceiro não creio que haja espaço para contar a história de todas as personagens (e são muitas) como deve ser. Principalmente quando são apresentadas novas personagens.
Existiram três histórias distintas com personagens já conhecidos e a apresentação de um novo. A saber, a história de Peter (Milo Ventimiglia), a de Claire (Hayden Panettiere) e a de Parkman (Greg Grunberg), seguida da apresentação de Emma (Deanne Bray).
- A história de Peter relaciona-se com Samuel (Robert Knepper), que vai à cidade fazer-lhe uma espécie de entrevista. Aparentemente, após a luta com Edgar (Ray Park), houve uma palavra que este disse a Samuel que lhe despertou a atenção – “empath” – que não tem tradução directa para português, mas que parece designar o que era o irmão de Samuel e possivelmente Peter. O certo é que Samuel desloca-se à cidade e mete Peter em tribunal por este lhe ter deslocado o ombro durante um salvamento. É claro que Peter não se recorda de Samuel e julga que lhe está a enganar, no entanto quando vai a casa ver imagens do acidente descobre-o numa das fotos. O que ele não sabe é que os poderes de tinta do primeiro é que o desenharam lá. Após pedir desculpas a Samuel, este conta-lhe que cresceu ali perto e Peter aconselha-o a visitar a sua antiga casa, mas quando lhe é barrado o acesso, Samuel literalmente abre a terra e afunda a casa sem dó nem piedade. Quando Peter chega ao local nota que também ele tem uma tatuagem de uma bússola como Samuel. Contado assim… até é mais a história de Samuel e não de Peter.
- Com Claire a história é simples. Primeiro evita Gretchen (Madeline Zima), por esta saber o seu segredo. Depois, quando Bennet (Jack Coleman) quer apagar a memória de Gretchen, defende-a e resolve contar-lhe toda a verdade. O certo é que anda todo o episódio nesta dança até lhe contar a verdade.
- A história de Parkman é mais interessante. Continuando a sua senda de não utilização dos poderes, como se de um alcoólico anónimo se tratasse, Matt está de novo no dia 1 quando vai com o seu colega apanhar o traficante que há tantos meses anda a tentar capturar. Acontece que Parkman não está sozinho, tem na sua cabeça um Sylar (Zachary Quinto), chato (mas que é realmente a alma deste “Heroes”), que parece aprender a usar os poderes de Parkman contra ele. De uma simples rusga de droga, faz Parkman pensar que está lidar com um raptor de crianças e quando este espanca o suspeito, deitando a sua carreira pelo cano abaixo, finalmente utiliza os seus poderes para se certificar que continuará a ser um polícia.
- Emma é a personagem nova. É surda e trabalha no mesmo hospital de Peter, numa secretária. Aparentemente é médica, mas para não lidar com o mundo prefere ficar isolada na sua secretária. A presença dela e interacção com Peter é muito pequena, não chegamos a perceber que importância terá no decorrer da temporada, mas quanto ao seu poder parece conseguir aos “seus olhos” ver em Luz todos os sons que a rodeiam, uma espécie de mutante Dazzler dos X-Men, excepto esta última utilizar os sons em seu redor e transformá-los em luz, ou raios.
Não sei bem onde, mais uma vez, quer chegar Tim Kring. É notório que há personagens a mais. Também é notório que algumas desaparecem e nem sequer sabemos mais delas… assim de repente lembro-me do Suresh (Sendhil Ramamurthy), de Caitlin (Katie Carr), da segunda temporada, e todos os que da terceira não passaram, como por exemplo a Maya (Dania Ramirez), da agente Hanson do FBI (Clea DuVall) ou mesmo a irmã de Angela (Cristine Rose). Mas, de facto, o que é de estranhar, é que temos pelo menos dez personagens principais (não contando que Sylar e Nathan – Adrian Pasdar – são a mesma pessoa) e que ainda nos é apresentado um grupo de antagonistas de três outras personagens e ainda nos é dada mais uma, que aparentemente não terá grande relevância no enredo principal, visto não ter aparecido nas tatuagens de Lydia. É muita confusão e não creio que o bom trabalho que até agora está a fazer Robert Knepper consiga suportar a temporada inteira nas suas costas.
Melhor do episódio: a forma como Sylar deu cabo de Parkman em três tempos.
Pior do episódio: se não ficou bem explícito… mais uma personagem.







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“empath” – que não tem tradução directa para português,
Então não tem? Tem sim… é empata. De empatia.
Até havia o mutante dos Hellions do Hellfire Club (aqueles que a Emma Frost deixou morrer)
uma espécie de mutante Dazzler dos X-Men
Ugh… uma das mutantes mais chatas de sempre dos X-Men vem agora também chatear praqui? ugh!
Eu digo e repito – o T-Bag devia era fazer uma razia ao número de personagens desta história, a ver se melhorava.
:3:
Ah, e esqueci-me de dizer há bocadinho:
Head!Sylar? Really?
Já não bastava roubarem o cylon, agora também roubam as head!figures?
Quando é que aparece a Six?
Acho que disseste tudo…
O Hiro pode morrer e o Ando casar com a irmã e viverem felizes para sempre, Nathan acabar, pois o Sylar faz falta (em pessoa).
Gostei da forma como ele acabou com o Matt!
Agora Samuel tem de ir ao encontro de Claire e revelar o Sylar
Este último será a parte mais interessante. (o cruzar de 2 actores e personagens fantásticos!)
bom episódio até!
Melhor que o anterior e é esperar para ver o que Sammuel anda a planear que parece que sera interessante.
:3:
Por mim podem matar metade das personagens e não trazer de volta outras cof*Suresh*cof Gostei de ver a Deanne Bray que mesmo sem falar consegue muitas vezes dar mais sentido (e piada) às palavras que muitos actores. E o sylar continua a ser a personagem mais genial de sempre!
:3:
Série fraca esta hein… catchbutt:
ainda nao vi esta temporada de heroes mas tenho que argumentar contra quando te quixas do desaparecimento de algumas personagens:
Maya e a agente do FBI, por muito normal que seja simplesmente se devem querer ter afastado desta confusao dos “poderes” (pelo menos é o que faz sentido, o objectivo da maya era livrar-se do poder, conseguiu e desapareceu, e a agente tambem nao tinha grandes intençoes de andar no meio de fogo cruzado.
Kaitlin, o peter levou-a para o futuro e depois alterou-o, resultado desapareceu para sempre! esta personagem é impossivel de ir buscar de volta.
A irma da angela podia ter sido uma personagem interessante no final da temporada anterior, nao vejo como se enquadraria aqui, mas das personagens que disses-te é aquela que menos sentido fez o desaparecimento, visto que o suresh mais episodio menos episodio deve aparecer
O problema está precisamente aí… tu não tens de supor, eles é que tem de te explicar!
Eu estou a gostar do Samuel. E agora que o Peter tem a bussola (estou a assumir que o samuel lhe passou tinta para o corpo quando apertaram a mão) será que pode magoar o Peter tal como magoou o Ray? Penso que sim.
Fui só eu que senti umas lesbian vibes entre a Claire e a sua futura room mate?
Fui só eu que senti umas lesbian vibes entre a Claire e a sua futura room mate?
Já está confirmado há meses que haverá um “beijo” entre as duas.
Série desesperada por audiências dá nisto. :s
Eu vi logo Heroes meats L word
Esta temporada para mim, tem tudo para sera a melhor.
Achava que não conseguiriam retomar o fôlego da primeira temporada, mas que bom que estava enganado, estou adorando o rumo que as novas histórias estão tomando e só faço um pedido:
- Tim Kring, esqueça que um dia o Mohinder existiu ou se por um acaso for mostrá-lo, que seja em um Flashback explicando sua morte!
:4: