[SPOILERS] Saul Rubinek e CCH Pounder. Se há algo inquestionável em “Warehouse 13” é que a qualidade de um episódio e de uma história aumenta exponencialmente cada vez que estes dois actores estão em cena. Talvez por isso este episódio tenha mostrado uma clara melhoria relativamente aos que temos visto nas últimas semanas.
Depois de todos os dramas causados por MacPherson (que foram praticamente ignorados desde o sétimo episódio) Artie é finalmente chamado ao “tribunal” para defender as suas acções. Pondo de lado a estranheza causada pelo cenário escolhido, que nos deixa a questionar se não haverá mais nenhum restaurante em Vancouver que possa servir para gravar umas cenas (lembram-se das reuniões de “Dead Like Me”? Lembram-se do Daniel a conversar com a Oma Desala e o Anúbis em “Stargate SG-1”?), as pequenas pistas que descobrimos aqui sobre a gerência do Armazém e sobre as pessoas que tudo controlam – os Regents – foram não só um muito desejado explorar da história do Armazém, mas também a oportunidade de deixar brilhar quem merece. Os diálogos de Artie foram interessantes, e a adição de Mark Sheppard é sempre bem vinda a qualquer série, mas foi sem dúvida o desvendar de um pouco mais do passado do Armazém e a decisão final, que põe esta história no bom caminho para a recta final, que nos convence.
Enquanto Artie tenta manter o seu posto no Armazém, os restantes funcionários tentam destruí-lo. Claudia (Allison Scagliotti) mais uma vez é a responsável pelo desastre iminente: ao estragar o sistema que anula os poderes dos objectos guardados no armazém cria uma reacção em cadeia que põe em perigo não só a sua vida mas também a de Myka (Joanne Kelly) e de Pete (Eddie McClintock). Se os artefactos mostrados até são interessante, com destaque para a réplica da casa de Leena que nos deixa muito intrigados e com a certeza que, sobre esta personagem, há ainda muito por dizer, a verdade é que toda esta história não teve qualquer interesse para a trama, sendo usada apenas como “comic relief”, em contraponto ao que se passava no restaurante onde Artie se encontrava.
Conseguir conjugar uma trama interessante com histórias mais leves não é fácil, e “Warehouse 13″ tem tido algumas dificuldades em o fazer desde início. Com um pouco mais de dedicação, certamente lá se chegará. Esperemos apenas que a recta final desta temporada não nos venha a desapontar.

















September 12th, 2009 at 13:38
Por incrivel que pareça… eu acho que cada vez que Saul Rubinek aparece a série perde qualidade.
Eu não detesto Saul, pelo contrário até o admiro bastante, visto ter nascido num campo de concentração e toda a sua história e ascensão cinematográfica serem de constante luta e de não desistencia. Só me faz admirá-lo ainda mais. No entanto, ele não se enquadra ao papel, dá-lhe uma dimensão de tolice tal, que acabamos por ter demasiados bobos da corte no armazem: é o Pete, é a Claudia e o Artie… Este devia ser tudo menos bobo!
Aquele discurso de “sou o unico que pode parar o Mcpherson”, mas que algarviada foi aquela? Aquilo convenceu alguém? E depois o Artie tem cara de padre Judeu, nunca de agente secreto, ou de cientista…
O homem não se enquadra à personagem. É um banana, quando não devia ser!
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syrin Reply:
September 12th, 2009 at 13:46
Concordo que a série tem bobos da corte a mais, uma das razões que me faz não gostar dela. Não tenho nada contra comédias, simplesmente este não é o meu género de série. Acho que havia aqui a possibilidade de fazer algo diferente, mas até agora nunca o conseguiram mostrar.
Eu até gosto do Artie, já da Claudia, que teve uma introdução tão boa, é que não consigo gostar. Cada vez mais a sua presença na série é de comic relief, não ajudando à história, e isso torna-se cansativo.
Enfim… só mais dois episódios e depois acaba-se Warehouse 13 para mim. Não fosse ter de escrever as críticas, tinha-me ficado pelo episódio piloto. Mas pronto, ao menos sempre fui vendo algumas caras conhecidas (next up: Saul Motherfrakkin’ Tigh)
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September 12th, 2009 at 15:50
Eu tenho um problema com esta serie…comecei a ve/la, pq esgotei tudo o que andava a ver…e se era imensa coisa…
Mas esta serie….hum…nao lhe acho graca nenhuma…ha qq coisa que me desagrada profundamente…E tipo um X-Files/Fringe/qq coisa para os pobrezinhos…
Acho que a unica coisa que me atrai e a Myka…tenho unfinished matters com ela desde o “Vanished”….
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September 12th, 2009 at 22:01
Eu já gosto bastante da série, noto os problemas que ela tem, mas ela consegue me divertir, inicialmente eu me decepcionei porque esperava algo mais da série, na linha de Fringe e Arquivo X, mas agora a direção que a série tomou seguindo para o lado cômico assim como Eureka está me agradando muito.
E eu gosto do Artie da forma como ele é, e não vejo problema no seu lado cômico, que é muito bem dosado e inserido na história de forma bem amarrada, ao contrário do lado cômico do Pete que muitas vezes é forçado, como neste episódio faltando menos de 1 minuto para tudo explodir e ele começou a fazer piadinhas.
A Cláudia que começou como uma personagem de muito potencial está mesmo sendo desperdiçada como alívio cômico, e as trapalhadas dela estão começando a se tornar repetitivas, mas ela ainda sim é uma das melhores personagens da série e vem conseguindo crescer a cada episódio.
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syrin Reply:
September 12th, 2009 at 22:04
Realmente faz-me imensa confusão ver esta Claudia, tão diferente daquela que conhecemos no episódio em que nos foi apresentada. Aí sim, parecia uma personagem interessante, mas desde então mudou completamente.
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September 22nd, 2009 at 0:45
Foi um bom episódio, mas acho cada vez mais a Claudia distante do que nos foi apresentada, e cada vez mais irritante, cada vez a suporto menos :S
Interessante conhecer mais sobre o Armazém e os seus Regentes!
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