[SPOILERS] Mr. Moody (David Duchovny) está de regresso. A enfrentar uma nova vida, com novos chamarizes e novos desafios, o início do episódio não engana. Vamos directos ao assunto e em poucos segundos vislumbramos a actual vida de Hank. Mais à frente, há tempo para a destruição de um mito na minha cabeça.
Hank está sem a companhia de Karen (Natascha McElhone) e a sua ausência é colmatada com outra companhia feminina. Lá para os lados dele, companhias femininas (e belas) nunca falta(va)m. Tal como a “erva”. Mesmo à mão de semear, escondida numa qualquer máquina de escrever. A dele, neste caso. Essa mesmo que continua com a página em branco à espera de ser “martelada” com novas ideias e caracteres.
Os jantares desta série são já famosos. Pródigos em situações estranhas e surreais, este não foi excepção. Os delírios do escritor Richard Bates (Jason Beghe) valeram umas boas gargalhadas aqui por estas bandas. O charme de Hank para as companhias femininas (uma dupla bem cativante) completou o jantar: Jill (Diane Farr) e Felicia (Embeth Davidtz) foram as “senhoras que se seguem”. No meio de tanta gente ligada às letras e com a nova profissão de Hank (pena a maneira como esta apareceu. Foi um pouco forçada) é de esperar mais devaneios, seduções e confusões. Ou seja: mais bons momentos.
Embora eu goste da dinâmica existente entre Charlie (Evan Handler) e Marcy (Pamela Adlon), as situações envolvendo os dois acabam por ser, muitas vezes, as partes menos interessantes de cada episódio. Neste não foi diferente. A lutarem pela património que há para dividir, as suas acções/discussões pouco trouxeram à dinâmica da narrativa.
E agora o mito desfeito: Kathleen Turner. Até agora, sempre pensei que as mulheres que apareciam na vida de Hank Moody eram todas sexys. Mas neste episódio o mito cai. Caramba! Bem sei que o “Romancing the Stone” tem 25 anos, mas o Michael Douglas e o Danny DeVito também fizeram o filme na mesma altura e nenhum deles se transformou num ser do sexo oposto. É um ícone da minha adolescência que desaparece por detrás de uma cara muito masculina e de uma voz amadurecida em cascos de carvalho.





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Também fiquei um bocado “assustado” com a Kathleen Turner. Aliás, disse mesmo em alguns sítios que ela me fazia lembrar o William Shatner de peruca, mas estive a ler na net que tanto a mudança de aparência como da voz estarão relacionados com uma doença que ela tem desde 1992 e com os efeitos secundários dos medicamentos que tomou. Seja como for, realmente, aquele mulherão do “Romancing the Stone” desapareceu por completo. O que é uma pena.
Quanto ao episódio, parece que basta fazer um jantar para que as coisas corram bem. São sempre os melhores episódios.
:4:
Quanto ao episódio, parece que basta fazer um jantar para que as coisas corram bem. São sempre os melhores episódios.
Sim. Eu adoro os jantares desta série. A cara de pau que o Hank faz quando se mete a picar alguém, o engatar dele, as cenas maradas que acontecem, etc
mas estive a ler na net que tanto a mudança de aparência como da voz estarão relacionados com uma doença que ela tem desde 1992 e com os efeitos secundários dos medicamentos que tomou.
Isso desconhecia. Se for assim, há então uma justificação. Envelhecer toda a gente envelhece. A questão aqui é a aparência dela e a sua voz. Tudo muito macho.
Kathleen Turner.. Meu Deus. A palavra certa é mesmo “assustado”.
Quanto ao episódio, Californication regressa em grande. Aqueles jantares e as conversas do Hank são de facto qualquer coisa de especial xD
Ah, Esqueci-me. :4:
Realmente a aparência (e a voz) da Kathleen Turner assustaram-me, mas a cena em que o Richard Bates decide “mudar de sexo” apanhou-me completamente desprevenida. :whhhattt: Blargh.
Quanto à Marcy e ao Charlie, continuo sem poder vê-los à frente. :s
Pelos vistos foi só a mim que este episódio (e o segundo) pareceu algo… estranho. Algo estranho com o Hank, com a Becca, com o ambiente… enfim, parece que foi só a mim!
:3:
Só me apetecia dar um estalo à Becca para voltar ao que era! Essa cena foi mesmo… visual! Mas compensou pelo maravilhoso jantar que dá sempre oportunidade ao Hank de mostrar o seu jeito para as palavras.
:4:
Kathleen Turner … deu-me arrepios :X
Californication ao seu estilo:
:4:
Estes jantares já são lendários :yum:
Californication no seu melhor
:4: