FlashForward: 1×05 – Gimme Some Truth (ABC)

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[SPOILERS] «Continuo sem perceber porque raio aquela agência do FBI está, supostamente, encarregue de uma investigação tão importante. Não deveria ser uma investigação entre todas as agências? Onde estão os poderes mais fortes? Porque é que uns meros agentes desta agência conseguem calar a representante da Homeland Security?»

Há uns episódios atrás, a syrin reclamava (como podem ler em cima) com algumas incongruências que a série revelava. Neste “Gimme Some Truth” chegam algumas respostas a essas mesmas questões.

Mas como o episódio também viveu doutros acontecimentos, vamos fazer as observações dividindo por pontos:

  1. O episódio centrou-se mais no Agente Stanford Wedeck (Courtney B. Vance), Stan para os amigos – e na Agente Janis Hawk (Christine Woods), da qual falarei mais abaixo – e descobrimos que: ele é amigo do Presidente dos EUA; que é inimigo da futura Presidente dos EUA; que o Presidente lhe deve um favor; que não tem problemas em desenterrar o passado e de o usar para chantagear o Presidente de modo a conseguir fundos para a investigação que lidera. Muito jogo de bastidores. Muito jogo de bastidores talvez um pouco demasiado fantasioso.
  2. Aparentemente, existem várias agências governamentais, e várias delegações dessas mesmas agências, a investigar e a teorizar sobre as mais variadas interrogações que um evento como o “flashforward” levantou. E, agora, lutam entre si para receber financiamento de forma a que possam continuar com o seu trabalho. Este jogo político da questão faz todo o sentido, mas poderiam (deveriam, talvez) tê-lo abordado logo no segundo episódio, por exemplo.
  3. O governo norte-americano ainda não tomou decisões sobre como proceder perante o evento. O que significa que não deverão ainda ter passado muitos dias desde o mesmo. Porém, no último episódio faz-se referência a que já teriam passado 14 dias. Duas semanas para decidir que rumo tomar é tempo excessivo. Num momento de crise, as pessoas necessitam de ter um suporte, algo que lhes garanta que se está a fazer alguma coisa para descobrir/resolver o problema e os governantes têm a obrigação de ser esse suporte.
  4. Neste episódio, que faria todo o sentido ter surgido no seguimento do terceiro, voltamos ao soberbo final desse mesmo “137 Sekunden” e ao mistério que envolve uma experiência semelhante ao “flashforward” de 2009, mas em 1991, e na Somália. Parece que aquela torre que pode ser vista no final desse mesmo episódio não era única. Existem cinco, dispostas em forma de estrela (se é que isso é relevante, mas parece-me mais que um simples pormenor) e foram construídas ao longo de cinco meses, o que deita por terra teorias de algumas pessoas idiotas (eu) de que a torre teria vindo do subsolo (o que só prova que ando a ver ficção científica em demasia). E a ideia de que o governo norte-americano terá algo a ver com a estrutura e o sucedido fica mais patente na medida em que a própria CIA detinha as fotos de satélite (as tais que eu me admirava não existirem) da zona numa pasta confidencial e de acesso restrito.
  5. Não foi grande surpresa descobrir que a agente Janis é lésbica porque a conversa com o Nazi (e aqui, mais uma vez, se vê que este episódio serviria melhor como seguimento ao terceiro e não ao quarto) já o tinha, até um determinado grau, revelado. Mas foi bom ver que tem bom gosto (pelo menos em relação à companhia, porque a referência a uma ménage à troi com a Hilary Clinton e a Sarah Palin foi um tanto ou quanto… ok, vou tentar apagar esta imagem do pensamento e centrar-me antes na Angelina Jolie a apresentar o “Quem quer ser milionário?” nua). E não tem pudor, visto que não teve qualquer problema em trocar alguma saliva num restaurante. O ser alvejada no final será certamente o factor decisivo para que o seu “flashforward” se venha realmente a concretizar. Nada de muito emocionante, mas girl-on-girl action é sempre bem-vinda.
  6. Houve dois aspectos do episódio que eu vou rotular como coincidências, até porque me parecem algo descabidas caso não o sejam: 1) Foi engraçado ver a CIA com as suas teorias da conspiração de que o “flashforward” tinha sido da autoria dos chineses. E teve ainda mais piada pelos homens que atacaram o Mark (Joseph Fiennes) e companhia serem claramente de descendência asiática. 2) O Presidente ligou a alguém para “resolver a situação”, mas acho que nunca iria tão longe como a ordenar o homicídio de vários agentes do FBI. Ainda para mais, o ataque organizado do final do episódio dividiu-se por dois pontos completamente distintos dos EUA: costa Este (Washington) e costa Oeste (Los Angeles), logo que razão teria o Presidente para eliminar a Janis que não tivesse para eliminar todos os outros agentes envolvidos no “Mosaico”?
  7. Sem ser o Aaron (Brian F. O’Byrne), que seria algo estranho caso fosse, para que raio alguém iria revelar (ou sabia sequer!) à Olivia (Sonya Walger) que o Mark se tinha visto bêbado no “flashforward”?
  8. O Simon (Dominic Monaghan), o Lloyd (Jack Davenport), o Bryce (Zachary Knighton) e a Nicole (Peyton List) não apareceram num único frame do episódio.
  9. O demasiado comum que se está a tornar o método “grande cena de abertura –> XX horas antes”. Já não há quem não o faça e está a tornar-se cansativo.
  10. A cena do ataque é claramente surreal tanto porque os quatro agentes saem completamente ilesos da explosão (mesmo aqueles que estavam do lado do carro onde se deu o impacto do projéctil) como o “Like a Rolling Stone” e slowmotion não combinam lá muito bem.

    O episódio representou uma melhoria significativa em relação ao da semana passada, o qual, depois deste, me parece mais e mais desalinhado de cada vez que penso nisso, mas existem duas questões na série que eu pensei que iriam sendo dissipadas à medida que os episódios se iriam sucedendo: 1) as interpretações – a Sonya Walger parace bastante mais à vontade nestes últimos episódios, o John Cho também, mas o resto do elenco continua a mostrar-se algo desalinhado; 2) a realização continua pouco envolvente – se compararmos com outras séries do género, por exemplo, “Fringe” ou “Lost” a realização destas puxa muito mais o espectador para o interior da história.

    Lista de EpisódiosNota (0/100)
    FlashForward: 1×01 – No More Good Days (ABC)88
    FlashForward: 1×02 – White to Play (ABC)89
    FlashForward: 1×03 – 137 Sekunden (ABC)76
    FlashForward: 1×04 – Black Swan (ABC)65
    FlashForward: 1×05 – Gimme Some Truth (ABC)78
    FlashForward: 1×06 – Scary Monsters and Super Creeps (ABC)77
    FlashForward: 1×07 – The Gift (ABC)84
    FlashForward: 1×08 – Playing Cards with Coyote (ABC)68
    FlashForward: 1×09 – Believe (ABC)73
    FlashForward: 1×10 – A561984 (ABC)79
    FlashForward: 1×11×12 – Revelation Zero (ABC)85
    FlashForward: 1×13 – Blowback (ABC)79
    FlashForward: 1×14 – Better Angels (ABC)88
    FlashForward: 1×15 – Queen Sacrifice (ABC)68
    FlashForward: 1×16 – Let No Man Put Asunder (ABC)69
    FlashForward: 1×17 – The Garden of Forking Paths (ABC)85
    FlashForward: 1×18 – Goodbye Yellow Brick Road (ABC)79

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    33 Respostas para “FlashForward: 1×05 – Gimme Some Truth (ABC)” Subscribe

    1. syrin 23/10/2009 às 20:34 #

      Muito jogo de bastidores talvez um pouco demasiado fantasioso.
      Um bocado? Um bocado é favor.

      Vá admite, gostaste do episódio só por causa das lésbicas. ;D

    2. Miguel Ferreira 23/10/2009 às 20:40 #

      A cena do ataque é claramente surreal

      Sim é!E foi tão surreal que eu delirei com ela!Primeiro a inserção da música, a encaixar com o karaoke da noite anterior, foi uma completa surpresa. Depois o ar de cowboys dos heróis, tipo intocáveis, contra tudo e contra todos, a limpar os mauzões sem sofre uma única mazela, foi delicioso. Em terceiro, cruzaram isso com uma excelente cena em que agente Janis é atacada, com um pormenor bem conseguido do despertador a tocar. No conjunto, quase que roçou o foleiro e descabido, mas para mim a extravagância resultou na perfeição!

      • carolinafs 06/11/2009 às 23:23 #

        Eu também gostei, se bem que compreendo que foi ridícula. Fiquei absolutamente colada com a mistura de todas aquelas cenas que não davam umas com as outras e com o pormenor das marcas de sangue feitas pelo despertador… Adorei!

        :4:

    3. Diogo 23/10/2009 às 21:28 #

      Claro que a última cena foi surrreal, mas, na verdade toda a premissa da série o é. Além disso, se coisas como o 24 e o seu Jack Bauer passam impunes de cada vez que resuscitam personagens, esta série tb o merece. Excelentes interpretações do Peter Coyote e da Talia Balsam (Mad Men)
      e fantástica ultima cena. Por falar em 24, a “amiga” da Janis era a “amiga” da Mandy na primeira temporada do 24. Typecasting is a bitch.

      • carolinafs 06/11/2009 às 23:27 #

        E a Mia Kirsher acabou por ter um full time job em L Word =P Mas até percebo que deve ser complicado arranjar actrizes que o façam…

    4. LR 24/10/2009 às 12:51 #

      Wow tive a ver algumas reviews deste episódio e parece-me que a série está a ser castigada severamente por ter sido comparada com Lost :P E pergunto-me se uma pessoa odeia tanto uma série, se ela não faz o mínimo de sentido para ela, porque é que a vê?
      Pronto, quanto ao episódio em si, achei bom. Descobriu-se algumas coisas que ao início nao faziam sentido, a razão porque vimos o flashforward do Mark todo muito confuso e porque é que é menos provável que a outra esteja grávida. Acho que não deviam ter posto uma personagem que é o presidente do EUA, acho que foi mal jogado e não gostei nada.
      Ao contário das carrada de gente que odiou a última cena, eu achei-a fantástica, se calhar até por ter sido um bocadinho fantasiosa, nada de mal nisso, toda a série é um pouco fantasiosa e gostei do facto de terem associado uma música improvável com a cena – sempre gostei disso. Isto juntamente com a lésbica a ser alvejada e com o despertador a dizer “Wake up!” e a fazer círculos de sangue, tornou ainda melhor.
      Ainda não estou assim tão céptico em relação a esta série, consigo vê-la e gostar sem estar a esmiuçar os seus erros. Mas também compreendo porque é que as pessoas não estão gostar muito. De certeza que vai melhorar à medida que nos aproximamos do fatídico dia. (ok lá estou eu a fazer comentários maiores do que queria :P )
      :3meio:

    5. Dani Libanio 24/10/2009 às 13:52 #

      Assisti ao episódio sem me empolgar mto.. mesmo com o final do ataque a Janis Hawk, uma personagem q venho gostando mto, abrindo um parenteses..”tb gostei mto da história q anda se desenvolvendo com ela..”
      Olivia q é uma das persongens q mais gosto mal apareceu, apenas pra descobrir sobre o Mark e sua bebedeira… oq pra mim essa descoberta, será o começo do fim do casamento deles, rumo ao envolvimento com o Lloyd…
      Espero q os próx. episódios nos dê um novo folego e aquela expectativa q tinha nos dois primeiros episódios…

      :2:

    6. syrin 24/10/2009 às 20:20 #

      Bom, está decidido: fico-me por aqui com o FlashForward. Tenho imensas coisas para ver todas as semanas e esta série não me está a puxar.
      Vou guardar os episódios para ver no final da temporada. Esperemos que, por essa altura, já seja mais interessante!

      :1meio:

    7. Pedro 24/10/2009 às 21:07 #

      Aquele tiroteio final é inadmissível numa série que pretende ficar ocupar o lugar de Lost. Patético. Rebentam com o carro e os 4 agentes conseguem todos sair a tempo pelo lado contrário? Sem um arranhão? E depois acertam em todos os mauzões? Isto nos anos 80 ainda se aceitava…nos dias de hoje foi patético.

      O jogo de bastidores políticos foi muito mau. Demasiados clichés, demasiado engonhanço. A mensagem para a Olivia?? Pq? Para q?

      Mau…muito mau!!!

      • syrin 24/10/2009 às 21:16 #

        Aquele tiroteio final é inadmissível numa série que pretende ficar ocupar o lugar de Lost. Patético. Rebentam com o carro e os 4 agentes conseguem todos sair a tempo pelo lado contrário? Sem um arranhão? E depois acertam em todos os mauzões? Isto nos anos 80 ainda se aceitava…nos dias de hoje foi patético.

        Os gajos do A-Team fartavam-se de fazer isso. :wink1:

    8. lorZ 25/10/2009 às 17:20 #

      Excelente review.

      E depois deste episódio pensei nisto:
      Será que a rapariga do flashforward do Bryce é a Janis?
      Pensei nisso porque agora ela vai para o hospital, provavelmente ele e ela vão-se cruzar…mas não sei, talvez seja uma teoria parva, até porque já nem me lembro bem do desenho que ele fez da rapariga do flashforward dele, se forem muito diferentes então ignorem isto, lol.

      :3:

    9. Vitoscano 25/10/2009 às 22:54 #

      Não consigo perceber porque ráio comentam esta série no 5º episódio, a diferença para a America uma vez que passa no AXN não é assim tanta que mereça isso. Custa assim tanto ver isto pela TV, depois não se admirem de não ter nada para ver na TV e alguns canais poderem até vir a fechar

      • syrin 25/10/2009 às 23:04 #

        Porque sim!

      • ZB 25/10/2009 às 23:11 #

        Bem, sinceramente, resposta a esse comentário só mesmo curta e grossa: eu vejo por onde quiser. Enquanto tiver liberdade de escolha, verei sempre por onde entender. E canais a fechar? LOL.

        • Vitoscano 25/10/2009 às 23:59 #

          Séries espectaculares que salvo erro nunca por cá passaram como são Lie to Me e United States of Tara ou até ou dr House que já leva 6 ou 7 episódios de atraso ok eu tambem o faço, mas 3 episódios para mim é tão pouca diferença que justifique isso,mas pronto eu fico na minha vocês ficam na vossa(quando não posso ver gravo).

          • syrin 26/10/2009 às 00:07 #

            United States of Tara já passou em Portugal.
            Cada um vê como quer – se tu preferes ver na TV, tudo bem, agora não precisas de vir com sete pedras na mão dizer mal de quem vê de outra forma. Se não gostas, azar.

          • ZB 26/10/2009 às 00:10 #

            Assim, a admitires que também vês episódios pela net, o comentário anterior ainda é pior porque não passa de um comentário repleto de falso moralismo. Eu acho muito bem que quem quiser ver pela televisão que o faça, mas não me venham condenar ou impor condições por eu não o fazer. E não precisas de ter medo de canais a fechar, porque ao que li, a estreia do FlashForward parece que foi bastante boa para o AXN. O mesmo se passou no UK, na Espanha e mais uns quantos países. E se queres que te diga, e podes concordar ou não, mas o facto de estares a ver o FlashForward com dois ou três episódios de atraso em relação aos EUA deve-se em muito ao acréscimo de visionamentos pela Internet. Se não houvesse acesso aos episódios doutra forma que não a TV, se calhar tinhas de esperar seis meses até teres a série por cá, que era o que acontecia antigamente.

            • Vitoscano 26/10/2009 às 12:02 #

              Quando eu sei que a série estreia na tv com uma diferença pequena 3 a 4 episódios ai eu procuro mesmo ver pela tv. Em relação a United States of Tara deve ter passado no Mov,Fox Life ou Next que são como se sabe(Life e Next pelo menos até Janeiro) exclusivos e aqui sou Cabovisão(LIFE e Next ainda não estão previstos para Cabovisão).

    10. RS 26/10/2009 às 11:20 #

      Pergunta parva: Ainda não percebi, os corvos morreram todos actualmente tal como em 91? Então a espécie está extinta? :wtf: Isso significaria grandes alterações na cadeia alimentar…em todo o ecossistema.

      Este episódio não me cativou muito. Aliás, com excepção das cenas finais, os ultimos episódios ainda não me têm conseguido cativar como os dois primeiros. Adorei o final da Janis a esvair-se em sangue com o despertador em volta dela a mandá-la acordar :verycool: Já a fuga dos quatro marmanjos do carro em chamas foi de cortar os pulsos :suicide1: E detestei a escolha da música que acompanhou a cena :violin: Acho que a Olivia se está a tornar a minha personagem preferida. A Sonya Walger está a torná-la credível. Já a interpretação do Joseph Fiennes ainda não me convenceu.
      :3:

    11. musicslave 26/10/2009 às 14:22 #

      eu ainda não percebi lá muito bem o porquê de muito não terem gostado da ultima cena e de a chamarem fantasiosa??

      quanto ao episódio, foi melhor do que o ultimo.
      as cenas que envolveram o presidente podiam ter sido melhores caso não tivesse cedido à chantagem tão depressa.
      mas gostei do jogos de bastidores e o presidente deve morrer dentro em breve.
      tambem concordo que esteve deveria ter sido o 4º episódio e não o 5º

      se se vier a confirmar que o governo está envolvido nisto eu não vou gostar, quero que vão por outra via.

      a parceira da agente é bem bonita, e a ultima cena dela com o sangue está muito boa, mas que levanta a questão. o futuro está predefinido ou podera ser alterado??

      concordo que a realização não nos leva tanto para dentro da história como noutras séries, e isso está a prejudicar bastante.

      • ZB 26/10/2009 às 14:30 #

        presidente deve morrer dentro em breve

        No flashforward estava vivo.

        • musicslave 26/10/2009 às 14:34 #

          já nem me lembrava.
          mas a senadora passar a presidente, pode significar que o actual esta metido nisto ou foi obrigado a sair..

    12. syrin 26/10/2009 às 14:25 #

      eu ainda não percebi lá muito bem o porquê de muito não terem gostado da ultima cena e de a chamarem fantasiosa??

      Porque era completamente impossível eles saírem ilesos de um ataque daqueles. Nem um arranhão, nem um bocadinho de sujidade… nada!

      • musicslave 26/10/2009 às 14:27 #

        já sabia que ias dizer isso..

        mas e eu pergunto, qual é a série que não tem a sua dose de fantasia. esta série está assente num conceito que também o é.
        as melhores séries têm a sua dose de fantasia.

        a ultima cena foi só para fazer saltar a adrenalina

        achei muito mais fantasioso o presidente deixar-se levar com tanta facilidade.

        :3:

        • syrin 26/10/2009 às 14:35 #

          é uma série fantasiosa mas baseada na realidade. Se nos mostraram, no primeiro episódio, acidentes vários – e bem menos violentos do que estes – de forma mais credível, com os agentes a saírem com arranhões, porque é que resolveram fazer isto desta vez?

          Em vez de nos “fazer saltar a adrenalina”, só nos faz é “saltar de dentro da história”. E isso é mau.

          Mas, como tudo na vida, são opiniões.

          • musicslave 26/10/2009 às 14:47 #

            para mim dentro do contexto em que a serie se insere não acho a cena fantasiosa, claro que podiam ter uns arranhões, mas terem morto dos capangas não achei mau, ate porque eram 3 contra uns 6..

            achava a cena muito pior se a tivesse visto em The Shield por exemplo.

            • LR 26/10/2009 às 15:06 #

              A ideia da cena era gira, no incio faziam o suspense e no fim mostravam que as coisas ficaram bem para o herois. O problema é que foi mal executada, nós vemos o chinês a pegar na bazuca e eles ainda estao dentro do carro e depois de disparar eles ainda deviam estar lá dentro e é essa a ideia que ficamos, o problema é que eles aparecem todos heróicos e começam a matar sem estarem praticamente feridos por isso é que dizemos que é fantasiosa.

              Agora o problema é a maneira como encaramos a cena, maior parte ficou “omg então eles não morreram, eles deviam ter morrido!” e não gostaram nada, eu por exemplo levei a cena numa boa – talvez devido ao facto de ter achado engraçado a junção improvável da música “Like a Rolling Stone” que até fez parecer juntamente com o relógio a dizer “wake up! wake up!” e o homem da bazuca que o propósito era ser um bocado fantasioso e acabei por não dar assim grande seriedade à cena. Por isso gostei e dei por mim a pensar “Hey, isto foi engraçado. Nunca tinha visto ninguém a usar uma bazuca” É tudo uma questão de opiniões

              • musicslave 26/10/2009 às 15:49 #

                eu gostei da cena ate porque foi bem conjugada com a musica e a cena da Janis. mas claro que os 3 podiam e devia ter algumas mazelas

                ele quando fala para sair do carro o chinês ainda não tinha disparado, mas é só um pormenor..

    13. Maciel 26/10/2009 às 15:55 #

      Para mim o mais fantasioso foi a noite das feijocas. Aparecem no restaurante e depois já só na seca de “faz lá os ovos mexidos que eu vou trabalhar”. Mau Maria! E a noite? Isso é que era realista!! :yuupii:

    14. brilhantedias 27/10/2009 às 19:15 #

      eu estou a gostar da série, a ultima cena surpreendeu-me e parece ter surpreendido todos (positiva ou negativamente) e isso é um mérito.

      Estou muito mais preocupado, e não me lembro de ninguem ter comentado, que os moralismos americanos venham a entrar em força na série. Espero que este ataque não venha a “curar” o lesbianismo da agente. Isso sim seria muito mau.

      Espero que ela tenha o filho mas se mantenha fiel aos seus sentimentos e personalidade.

      acho também que o telefonema do Presidente não tem nada a haver com os ataques, penso ser para nos induzir em erro.

      O resto foi diferente dos outros episódios, nem bom nem mau, mas deixa-nos na expectativa.

      Um abraço

      ass: brilhante dias

    15. Paulo Pereira 27/10/2009 às 22:23 #

      Acabadinho de ver e, como sempre, com um excelente final. Como aqui já foi dito – é o que dá comentar muitos dias depois – a sequência do ataque, ao som da música cantada no karaoke, resulta na perfeição, sobretudo porque transforma aqueles quatro agentes, até aqui imersos em teorias algo fantasiosas, em verdadeiras máquinas de matar, capazes de resistirem a tudo pela descoberta da verdade.

      Sinceramente, achei o final portentoso, conseguindo igualmente manter o suspense para o próximo episódio. O que acontecerá a Janis? Morrerá, comprovando que nem todas as visões se realizarão (tal como a de Aaron, cuja exumação do cadáver da filha veio provar que ela está morta, ao contrário da visão dele), ou sobreviverá? :4:

      • ZB 27/10/2009 às 22:28 #

        Eu acho que seria cedo de mais para matar já um dos personagens da série. E continuo convicto que as visões se realizarão, apesar de achar que há muitas fora de contexto. Resta saber é que futuro terá o Demetri…

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