[SPOILERS] Esta semana, “Glee” conquistou-me em pleno. Já andava a pedir um episódio assim desde o início da série e agora sinto a recompensa por ter decidido adicioná-la ao longo rol de séries. Esperemos que este sentimento seja para ficar!
É verdade, sou uma vendida. Dêem-me a Kristin Chenoweth a cantar semi-bêbeda e eu não vejo um único defeito à frente. Se a isso retirarem aquela terrível gravidez psicológica/falsa eu até sinto as lágrimas a virem aos olhos nos momentos lamechas. Por favor, eu até achei piada ao habitual “Previously on Glee”! Começa a luta para tentar ser parcial. Perdão, imparcial!
Em primeiro lugar, é impossível não falar deste metro e meio loiro que acabou de ganhar um Emmy pelo seu papel na injustamente cancelada “Pushing Daisies”. Espero que a ABC esteja a ver o que perdeu! A actriz conseguiu assim um cocktail perfeito de comédia com um toque de drama e uma boa dose de espectáculo em que a sua voz mais uma vez marcou posição. O dueto com a nossa diva favorita foi só um dos pontos altos, elevando a música da série a um patamar superior.
Deixando de parte esta participação especial, as outras histórias do episódio também conseguiram não cair demasiado nos clichés que nos têm impingido. Há toda uma moral por trás daquilo que contam, mas ao menos esta consegue ser menos evidente que as metáforas dos pacientes em “Grey’s Anatomy”. Além disso, tivemos todo um conjunto de diálogos e one-liners cómicos que compensaram a falta das piadas mordazes de Sue Sylvester (Jane Lynch) ou o humor negro que não se fez tanto sentir.
Por fim a música, parte crucial da série, e que esta semana foi particularmente bem escolhida. Desde a versão “Maybe This Time” do musical “Cabaret” ao estrondoso final do “Somebody to Love” dos Queen com um solo de arrepiar de Mercedes (Amber Riley), as músicas surgiram com mais relevância em relação à situação que representaram. Só é pena terem insistido na música do primeiro episódio da qual já estou um pouco saturada. Para finalizar, aqui fica a lista do que se ouviu esta semana:
“Don’t Stop Believing” – Journey
“Maybe This Time” – Liza Minneli
“Alone” – Heart
“Last Name” – Carrie Underwood
“Somebody to Love” – Queen
O Melhor: Será mesmo preciso dizer? April Rhodes, claro.
O Pior:Faltou Jane Lynch e Kristin Chenoweth a trocarem galhardetes.





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Foi muito bom, adorei a participação da Kristin. Foi excelente quando ela estava a tentar conquistar os glee kids e também quando o Kurt estava bebado e vomitou em cima de Emma.
Uma coisa que gostei neste episódio e no último é como surgem algumas cenas com um ambiente por trás que realça as acções das personagens, por exemplo quando o Finn estava a tentar trazer Rachel para o Glee novamente manipulando-a, aquele momento fez parecer que ele estava a fazer a pior coisa do mundo, ou quando o Sandy estava a gritar com Rachel em slow-motion.
Apesar da Sue nao ter aparecido muito, foi engraçado quando ela estava a tirar os posters do espetáculo e disse: “When I knew Sandy wanted to be Queen Cleopatra in a scene, first I was chocked and then furious.”
Não chocked. Aroused, o que só por si já triplica a piada.
You know, when I heard Sandy wanted to write himself into a scene as Queen Cleopatra, I was aroused…then furious.
Tens razão :cool7: eu pus chocked porque nas legendas que usei estava “chocada” e não verifiquei a quote certa
A cara da Emma nessa cena é genial!
Concordo em absoluto com o teu texto. Este episódio também me cativou bastante. Uma enorme Kristin, uma grande selecção musical (aiii as Heart) e um bom conjunto de sequências. Que continue assim
Cá eu acho que se a participação da Kristin Chenoweth foi excelente e os números musicais já melhores que os playbacks/videoclips descarados de outros episódios, o episódio ficou completamente coxo com uma acentuada diminuição do humor, seja em termos de diálogos, seja em termos de situações.
E não é engraçado que ao quinto episódio o odiado glee club dos outcasts já está povoado de jogadores de futebol e cheeleaders? Ou que eles já tenham coreografias tão elaboradas como a última deste episódio e executem-nas na perfeição? Ou que os acquafellas tenham simplesmente desaparecido?
:3:
Se tivesse a parte do humor eu já iria para um “impressionante”. Porque por muito boa que seja a Kristin e os números musicais falta aquela peça que distingue a série.
Foi um bom episódio, mas mais uma vez dão destaque a algo que não tem continuação para além deste episódio. O que valeu foi que esse destaque foi merecido.
Toda indecisão da Rachel foi metida para segundo plano quando é algo essencial na série.
A série tem vivido muito a conta de situações que no fim acabam e deixam de lado aqueles que estão na série até ao fim.
O que salvou foi mesmo a Kristin Chenoweth :yuupii:
:3:
Se calhar ainda querem fazer episódios com histórias mais soltas da narrativa geral para apresentar personagens e não deixar novos espectadores sem perceber nada. Mas de facto faz falta uma maior continuidade nas cenas que já vimos para trás e merecem ser desenvolvidas. Aos poucos vamos chegando lá!
A minha opinião sobre Glee é esta:
É uma série engraçadita. Tem boas músicas, às vezes (menos vezes do que devia) tem muita piada e tem várias personagens engraçadas com as quais simpatizamos facilmente.
O problema é este: eles não sabem contar histórias. Até têm algumas boas ideias, mas andam perdidos. Há sempre alguém a entrar e sair do Glee Club. As personagens fazem coisas fora do contexto para evoluir a narrativa. Não há coerência. Os episódios não têm uma fórmula, um caminho. Não há um objectivo a longo prazo, apenas 22 episódios e várias histórias para contar sem saber como contá-las. Uma pena porque é um desperdício de tantas boas ideias.
Concordo em pleno. Gosto da série, tenho acompanhado todos os episódios e há mesmo alguns que dão um gozo tremendo. Divertimento descomprometido e inteligente. Mas o problema central é mesmo a incapacidade de dar uma continuidade à história, tendo cada capítulo uma autonomia muito acentuada o que faz com que as acções dos personagens percam muitas vezes o sentido. Por exemplo: o facto que o ZB referiu do clube ter já cheerleaders e jogadores de futebol, que cantam felizes lado a lado com aqueles que anteriormente queriam destruir. Não faz sentido. Não há uma linha que nos leve seguros de A para B.
Achei o melhor episódio da série. Kristin Chenoweth é genial e quanto mais números musicais houver, melhor
Em relação ao episódio, vénia para Kristin Chenoweth.Uma maravilha como sempre.
Melhorou em relação à semana passada mas está-me a irritar o facto das personagens não evoluírem e a série não ter um desenvolvimento a longo prazo. A Rachel irrita-me solenemente.
O que me cativou no piloto desapareceu por completo! E já estou a ficar farta.
foi um episódio mt fixe ms realmente qd a jane lynch n está parece q falta alguma coisa, espero q ela comece a ter mais destaque já no proximo episodio