[SPOILERS] The Lynch can do no wrong é uma expressão já habitual para caracterizar esta grande actriz que nos traz aqui uma excelente Sue Sylvester. Esta semana não foi excepção e até o Los Angeles Times lhe dedicou um artigo.
Um episódio que começa com uma discussão em câmara lenta é um ponto de partida para o sucesso. Juntamos a isso uma boa dose de one-liners e já temos uma nota positiva assegurada. Para quem gosta de se rir a segunda vez da mesma piada, aqui ficam alguns exemplos do que ouvimos esta semana:
- “Look at us — we’re even fighting in our voice-overs!”
- “Gay kid! Wheels! Asian! Other Asian! Aretha!”
- “Bye white people.”
- “Yeah, too fruity. I can’t stand kids getting emotional unless it’s from physical exhaustion. I know I’m not like the rest of you hippies, caring about kids’ feelings as if they’re real.”
Eu podia continuar mas tenho a certeza que vocês me vão ajudar a aumentar o leque nos comentários. Claro que para além destas piadas não nos podemos esquecer da referência aos nomes ridículos originais que o pessoal de Hollywood dá aos seus filhos assim como o reconhecimento do comportamento de diva de Rachel (Lea Michele) ao demonstrar aos outros como se faz uma verdadeira saída.
A história em si foi também menos dispersa, estando algumas personagens ausentes, mas mantendo o interesse do espectador no próximo movimento destes adversários. O desenvolvimento das gravidezes começa também a causar alguns problemas que nos próximos episódios serão com certeza abordados, quanto mais não seja porque estas parecem ser as únicas histórias mais ou menos contínuas (sem contar com os amores e desamores de personagens claro).
Os momentos musicais foram bastante bons, destacando-se esta semana Mercedes (Amber Riley) quase a suplantar a qualidade de Jill Scott, assim como a “improvisação” de uma música em grupo que soou bem melhor do que muitas das canções até agora. E claro que os rapazes tiveram direito a uma boa dose de eye candy com todas as cheerios numa grande coreografia. Por esta semana é tudo!
“Hate on Me” – Jill Scott
“Ride Wit Me” – Nelly
“No Air” – Jordin Sparks ft. Chris Brown
“You Keep Me Hangin’ On” – The Supremes
“Keep Holding On” – Avril Lavigne
O melhor: As piadas foram particularmente boas.
O pior: Terri Schuester (Jessalyn Gilsig) não te consigo suportar.





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Obrigado Jane Lynch por me teres me feito rir tanto nesta tarde. Lindo, aquelas discussões, diálogos e one-lines foram mesmo bons. A comédia foi mesmo o melhor deste episódio. Aprendi a gostar da Quinn e até tive pena dela no final. De resto o senti que momento musical de improvisação foi mesmo real e foi muito bom mesmo, mostrando o companheirismo das personagens entre si. A história em si não se desenvolveu muito, mas não impediu que se tornasse um excelente episódio.
A personagem da Terri é secalhar a pior, mas neste momento consigo passar por cima dela.
Por falar não gostar, adorei o argumento da Sue para não gostar do Will:
“I don’t trust a man with curly hair. I can’t help picturing small birds laying sulfurous eggs in there, and I find it disgusting.” LOL
E ja agora mais esta:
Sue: “Look at me. Even in the heat of battle, I’m so elegant. Regal. I am Ajax, mighty Greek warrior. God, it finally feels good to pop that zit known as Will Schuester.”
E esta…
“Should they learn Spanish? Sure, if they want to become dishwashers and gardeners. But if they want to be bankers and lawyers and captains of industry, the most important lesson they could possibly learn is how to do a round-off.”
/ok se continuasse o comment ainda ficava maior (o.o)
:4:
Eu também já estava a gostar da Quinn e tive mesmo pena dela no final. Adoro quando eles nos dão a volta! E este episódio foi mesmo prolífico em piadas, awesome!
Para mim, à vontade o melhor episódio da série até hoje. Não houve nada que não saísse da boca da Sue que não fosse corrosivamente hilariante. E até há um momento de cantoria que não se transforma em videoclip!
:4meio:
Exacto, acho que esse foi mesmo um dos pontos altos porque eles estavam a cantar e a voz não parecia gravada.
A Sue cada vez que fala é só rir e conseguiram que as músicas tivessem sentido para o decorrer da história.
:4:
Se achei o anterior o melhor até agora, este conseguiu superá-lo. É óptimo quando eles se dedicam à história em vez de fazerem enredos estúpidos que servem apenas de ponte para os números musicais.
:4:
Melhor episódio da série. Muitos e bons números musicais e um grande duelo Sue vs Shuester. Fui tudo hilariante demais. O que eu me ri com as frases da Sue.
:4meio: