[SPOILERS] Yep, it’s the Foreteen show. Se Foreman (Omar Epps) nunca foi tão acarinhado como os restantes elementos do elenco original e Thirteen (Olivia Wilde) nunca caiu nas graças dos fãs, primeiro por ter sido escolhida para o lugar que aos olhos de todos pertencia à Cutthroat Bitch e depois por ter roubado protagonismo à Cameron (Jennifer Morrison), quando os produtores da série decidiram criar uma relação amorosa entre ambos (será a isto que se refere o título? – pergunto em tom sarcástico), o revirar de olhos colectivo foi tão intenso que produziria energia suficiente para manter uma lâmpada acesa durante uma semana seguida.
House (Hugh Laurie) regressa, mas decide cortar com o seu passado (excepto na sua relação pessoal com Wilson, com quem partilha agora casa). Se aquilo que lhe preenchia a vida há uns tempos foi o que o levou ao abuso de Vicodin e às consequências daí advindas, então uma mudança será a receita necessária para que ele consiga dar a volta à sua vida, a mesma a que ele se propôs no início desta nova temporada. Mas será esta a solução para o seu problema?
Foreman, vendo na decisão de House em não continuar à frente da equipa uma oportunidade para liderar a mesma, faz uma proposta a Cuddy (Lisa Edelstein) que ela decide aceitar. E assim, Foreman, Thirteen e Taub (Peter Jacobson) apoderam-se do episódio e do (regressado) caso da semana: um homem que toma em conta mais facilmente o que lê na Internet do que a opinião dos seus próprios médicos (também, pudera, visto a quantidade de vezes que eles falham o diagnóstico verdadeiro).
Este episódio veio comprovar vários aspectos que, quem ainda não tinha a certeza deles, acho que agora não terá grandes dúvidas. Pelo menos, eu não tenho. E são eles:
- A série desmorona-se quando não tem o suporte da sua espinha dorsal, ou seja, House, Wilson (Robert Sean Leonard) e Cuddy. Apoiar-se em personagens como o Foreman, a Thirteen e o Taub só poderia trazer fracos resultados. O que aconteceu.
- O Foreman e a Thirteen dificilmente alguma vez irão recuperar (!?) a confiança do público. E este episódio não ajudou em nada o personagem de Omar Epps: primeiro, mostraram-no como oportunista; depois, revelaram que facilmente deixa o efeito de estar numa posição de autoridade subir-lhe à cabeça; e, por fim, traiu a namorada despedindo-a com a desculpa que esta será a única solução para que a sua relação pessoal não saia prejudicada. Assim, é difícil criar empatia com qualquer personagem…
- Os médicos da equipa de House são imbecis e não conseguem resolver qualquer caso sem a ajuda dele. O Foreman a auto-intitular-se “Genius 2.0” foi a gargalhada maior do episódio.
- Dois episódios decorridos da sexta temporada e a Cameron e o Chase (Jesse Spencer) continuam a ter aparições de 30 segundos. Em vez da admiração de que algum deles saia da série, acho que seria mais correcto ficar admirado porque razão não o fizeram por vontade própria e, sobretudo, já há duas temporadas atrás.
O episódio é enfadonho quase na sua totalidade. As cenas partilhadas entre o House e o Wilson não são suficientes para ofuscar os pasmacentos conflitos entre o Foreman e a Thirteen, que se arrastam ao longo do episódio e terminam num (aceitável) cliffhanger – o qual certamente deixou muitos dos fãs da série que não seguem com mais atenção as notícias em torno da mesma a imaginar que finalmente se vão ver livres da personagem. Além disso, termina previsivelmente no que diz respeito à descoberta de House que o trabalho é, afinal, aquilo que o manterá saudável e não o contrário como ele inicialmente pensava.
Não será caso para lhe chamar “falhanço épico”, mas é sem dúvida caso para o considerar apenas…





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epá ZB foi, sem duvida, mau mas a parte H/W merecia uns pontinhos mais. talvez esteja na altura para House: a sitcom. talvez assim dessem mais tempo de episódio a estes dois e se deixassem de coisas parvas (foreteen). É pena que, depois do concensual sucesso de broken tivessem apostado nestes dois personagens para encabeçar um episódio…
De referir também a cameo do Andre Braugher, que, penso irá ter outra no episódio seguinte. Pena que as suas aparições se estejam a tornar mais escassas, pois ele era sem dúvida uma excelente adição à série.
House, House, onde vais tu… Isto com aqueles três a liderar torna-se mais difícil de ver se bem que gostei deste episódio mais do que alguns da temporada passada.
Adorei os momentos House/Wilson. Não me importava nada de provar as iguarias que experimentou. E ele a arrumar roupa lembra.me alguém que eu cá sei… :whistle:
Chato? O episódio não foi nada chato. Passou num instante. Ora o House estava em cena, ora passava à frente os restantes personagens, ora o House e o Wilson cozinhavam juntos, ora passava o resto do episódio à frente. Assim vê-se um episódio num instante!
Cheguei à conclusão que House fica bem melhor sem o Foreman, que personagem mais irritante, dava até para fazer uma petição para tirá-lo da série. A 13 apesar de ser chata, é um bom “eye candy”, mas não passa disso. Aquele romance 13 e Foreman é Chato ao quadrado.
E no fim, foi mesmo um EPIC fail para os dois, que tentaram tudo para resolver o caso e no fim acaba por ser o House.
Nota-se bastante diferença de quando a série é só House para quando é House + companhia.
Pensei que a ultima temporada tinha sido prova mais que suficiente para perceber que as personagens secundárias estavam a obter demasiado protagonismo relativamente ás principais e ao por elas merecido…afinal parece que não. “Epic Fail” acho que se refere mais à qualidade da historia do episodio do que a qualquer outra coisa.
A relação Cameron/Chase até era engraçada e tinha algum interesse, a “Foreteen” já a colocaram num comboio, o fizeram descarrilar e continua viva… :stop9: :pleasee:
:2:
Apesar de ter voltado ao formato antigo, e até um pouco gasto (diga-se), gostei deste episódio dentro do possível.
Forteen é que já não há paciência, mas por outro lado Gregory House está igual a ele próprio… excelente!
:4:
:2:
QUE SECA! House precisa de um reboot. Tirar o Foreman, a Thirteen, o Taub e ou o Chase ou a Cameron (gosto dos dois, mas não gosto do casal e acho que não iria resultar se trabalhassem juntos, por isso um tem de ir). Depois, dar mais tempo de antena ao House, como de costume, avançar a relação House / Cuddy e contratar dois novos membros interessantes para a equipa. Para além disso, será preciso um fio condutor melhor, como costumava ter, e episódios “outside the box” regularmente. Só assim House poderá recuperar desta monotonia. Não concordam?