Karma: Acção/Reacção. Em termos muito simplistas, sugere que o que se dá é o que se recebe. Indo aos extremos, basicamente diz que se alguém pratica o bem, será agraciado com coisas boas e se alguém pratica o mal, será agraciado com coisas más. E este é o mote para este episódio de “House”.
Independentemente da crença de cada um, a verdade é que “Instant Karma” parece querer provar a um normalmente céptico House (Hugh Laurie) que o karma é real. Pelo menos, esta é claramente a crença dum pai bilionário que ao fazer fortuna perdeu a esposa e, agora, está prestes a perder o filho. Então qual a solução? Abdicar de tudo aquilo que construiu na esperança de ser recompensado com a recuperação milagrosa do filho. E não é que tal acontece! E todos vivem felizes para sempre. O pai tem o filho de volta e o House parece querer acreditar que se continuar a ser bom para o próximo, terá bom karma e será recompensado com menos dores na sua perna. “Mas porque é que às pessoas boas acontecem coisas más?” pergunta-se frequentemente. E este é o grande problema com esta “teoria” que revolve em torno do karma. E não seria esta uma questão o House colocar? Pelos vistos, desta vez, não.
Mesmo com um caso médico demasiado assente em misticismos bacocos, o maior mistério do episódio acabou por ser outro totalmente distinto: perceber porque razão o House quer impedir que a Thirteen (Olivia Wilde) parta para sempre para a Tailândia? Ok, ela é uma sensual mulher bissexual que se encontra livre de quaisquer compromissos, mas House, ouve os fãs, e deixa-a ir para a Tailândia e que fique lá para sempre!
House: She’s making a mistake.
Wilson: So you did it for her?
House: She’s a good doctor.
Wilson: So you did it for you?
House: I’m not the one in charge anymore.
Wilson: So you did it for Foreman?
House: She’s a smoking hot, newly single bisexual.
Wilson: Why don’t you just admit that you like having her around? She’s good for you. You need her.
House: Because I was born with a heart three sizes too small.
Wilson: No, you weren’t.
O melhor do episódio foi a continuação da história do “The Tyrant”, com o Chase (Jesse Spencer) e o Foreman (Omar Epps) atarantados sem saber como sair da situação em que se colocaram e a Cameron (Jennifer Morrison) e o House sempre algo desconfiados com o comportamento deles. O segundo, mais inteligente, acabou mesmo por descobrir que eles estão a encobrir o assassinato do tirano africano e solucionou-lhes o problema (até nisto o “House resolve”). A segunda não chegou a perceber o que realmente se passava, mas deu para perceber que é algo que irá causar turbulência no casamento dela com o Chase.





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:zzzz:
O episódio para mim até estava a ser bom até praí aos 3/4, quando todos os problemas que se estavam a desenvolver bem se resolvem milagrosamente o episódio foi praticamente abaixo… Mas pronto ao menos, não foi um episódio tão linear
:3:
O pior episódio, até agora, da temporada.
:3:
Sim, é capaz de ter sido o pior da temporada, o seguinte é bem melhor
A barba do Foreman já não me causa vómitos. E é a única coisa que tenho a dizer sobre este episódio. :zzzz: