[SPOILERS] Três histórias, três vidas. O rapaz que morreu em um acidente automobilístico ao atravessar o caminho de um ladrão; O técnico com problemas no coração; e a adolescente que acaba de sair da casa dos pais para estudar. O episódio foi bastante interessante, mas só houve uma falha, este deveria ter sido exibido como o piloto.
Logo no começo percebemos as falhas da série, no piloto, Ryan (Christopher J Hanke) já havia se enturmado com os outros e neste episódio, ele apenas chegou ao hospital, onde nos é feita uma apresentação dos personagens, das tecnologias a serem utilizadas e modelos de histórias a serem contadas, que é mostrado de forma mais sutil que no episódio anterior. Na primeira parte da história, vemos o desenrolar da história de Christy (Alyssa Diaz), a adolescente e descobrimos através de seu pai que ela já tivera câncer e estava em remissão a três anos e meio, o que colocava um dilema a frente de Andy (Alex O’Loughlin), pois ela só poderia receber um novo par de pulmões após cinco anos de remissão de sua doença. A partir daí, Andy tenta conseguir junto a seus superiores uma maneira de abrir exceção para que o transplante possa ser feito.
Ben, o paciente da Dra. Sophia (Alfre Woodard), se mostra bastante emocionado ao saber que receberá um rim que espera a tanto tempo, podendo retornar a sua vida.
O paciente de Miranda (Katherine Moennig) se mostra bastante egoísta ao ligar apenas para o filho no momento de necessidade, mas Andy mostra a ele que ainda resta esperança de que tudo seja feito da maneira certa ao dizer a frase: “eu posso consertar seu coração, o resto é com você.”
No momento em que a coleta dos órgãos do doador começa a ser feita, ocorre uma nova revelação, o doador é um assassino procurado. Ao serem liberados para retirar os órgãos, Andy pede que levem os pulmões, mesmo danificados, pois mesmo ao colocar um pulmões saudáveis, com o uso de imunossupressores, ela poderia enfrentar o regresso do câncer e após enfrentar Sophia, consegue convencê-la a fazer a cirurgia.
Próximo ao grande final, uma nova surpresa, uma ameaça de bomba a um prédio federal fecha as pontes que levam à cidade e os forçam a enfrentar tudo para chegar ao outro lado no curto período de tempo que possuem, mas Ryan se mostra bastante eficaz ao conseguir que o FBI os escolte até o hospital.
O milagre da vida e da sobrevivência é levado a seus ápice neste episódio, que de uma forma bastante simples, mostra que “Three Rivers” é uma grande série mas que começou de forma errada. A esperança é um bem valioso na vida e é o que senti ao ver este episódio, tudo começa a tomar forma e o que eu vi, foi lindo.





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Notou-se tão claramente que este episódio era o Pilot que quase que não valia a pena ver tendo em conta que já sabíamos bastante coisa do anterior…