[SPOILERS] É um dia novo. O sol brilha como não brilhava há muito. Os passarinhos chilreiam enquanto esvoaçam empolgados rasgando um céu tão azul como nunca o foi. As crianças enchem alegremente os verdejantes jardins. A vida é, simplesmente, bela. E porquê?
Porque o futuro pode ser alterado!
Acredite-se ou não, num mundo de biliões, toda a gente estava resignada com o seu futuro e nunca fez nada para testar o destino. Tão resignada que o suicídio do final episódio anterior fez notícia nos jornais, originou debates televisivos… A sério? Não houve mais ninguém, em todo o mundo, que não tenha tido uma decisão semelhante ao Agente Gough?
E assim, muita gente, certamente apenas quem imagina que o destino lhes reserva algo de mau, suspirou de alívio, grupo onde se encontra o Mark (Joseph Fiennes). O problema é que ele é um complicado do caraças e quando descobre que a Tracy (Genevieve Cortese) está mesmo viva, o que torna possível um até aqui inverosímil “flashforward” do Aaron (Brian F. O’Byrne), fica todo confuso, coloca a sua típica cara de enjoado e recomeça a acreditar que o destino é irremediável. A frustração da Olivia (Sonya Walger), sentada na cama a ouvir o marido a dar um passo atrás, disse tudo… e foi espelho do sentimento que o personagem passa constantemente para o lado de cá: Mark, és um grande idiota.
E é com esta indefinição sobre no que há-de acreditar que Mark embarca em nova cruzada baseada no seu próprio “flashforward”. Desta feita, a tatuagem das estrelas que reconheceu no braço de um dos homens mascarados que supostamente o vão tentar matar.
Se há algo que a morte do Agente Gough trouxe à série, mesmo que o futuro seja bastante complicado de alterar, é que, ao menos, já há gente a tentar modificar os seus destinos. O comportamento dos personagens perante supostas inevitabilidades terminou. Pelo menos, agora deixámos de ser colocados perante personagens ineptas, demasiado resignadas. E mesmo que aquela reviravolta final das tatuagens das estrelas tenha sido demasiado previsível, já podemos dizer: ao menos estão a tentar lutar por um futuro livre de predestinações, diferente daquele que lhes quiseram impingir e que eles aceitaram resignados até aqui.
Outros pontos de interesse:
- Este episódio aprofundou a história do misterioso regresso da Tracy ao mundo dos vivos. Quem quer apostar que os tais Jericho, os militares a contrato que a tentaram matar no Afeganistão, têm todos três estrelas tatuadas nos braços?
- E por falar em apostas, o Simon (Dominic Monaghan) e o Lloyd (Jack Davenport) resolveram deixar a decisão de partilhar ou não com o mundo aquilo que fizeram, e que eles dizem ter sido a causa do “flashforward”, num jogo de póquer. Inicialmente, não gostei minimamente da ideia, mas foram os momentos em que o jogo decorreu que trouxe ao episódio os seus melhores diálogos.





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O Mark está muito mal escolhido para o papel… mas mal escolhido é dizer pouco.
o joseph como actor deixa a desejar, a sua cara sem sal fica muito mal.
e lá voltamos nos a perguntar se o futuro está mesmo predefinido..
eu acho que muita gente ja tinha testado o futuro, não tinham é a visibilidade do agente.
gostei do jogo de póquer e dos seus diálogos, mas o parte final foi previsível.
os jericho são quase de certeza os homens das estrelas, mas a parte final dos aneis ate foi interessante.
parece-me que no Afeganistão está outra aldeia com as torres..
:3:
parece-me que no Afeganistão está outra aldeia com as torres..
É uma boa hipótese. E se não forem torres, será certamente algo do género, e de certeza algo que terá bastante importância para o ter acontecido o flashforward.
Houve péssimas coisas neste episódio, especialmente se tivermos em conta a qualidade do episódio anterior. Continuam a focar demasiada atenção em personagens que me interessam pouco, como o Aaron e a filha.
O jogo de póquer foi interessante, mas teria sido melhor se o Lloyd não tivesse revelado que fez batota, ou se o Simon não tivesse apostado a mão do “tudo ou nada” quando estava em clara vantagem. De resto foi um epiódio fraquinho. è claro que quando vemos a mulher da loja de animais num zoo e com o novo visual a primeira conclusão que qualquer espectador de séries policiais tira é: Witness protection. E de facto foi o que aconteceu.
A cena dos aneis foi interessante, mas temo que seja uma daquelas coisas em que só voltem a pegar daqui a umas semanas, o que pode estragar o “momento” conseguido.
Eh, agora reparei que me esqueci de referir a cena dos anéis…
hman:
Épá… eu vi logo que o mistério da filha morta não ia durar muito e seria explicado no episódio seguinte. è sempre a mesma coisa… bom mas ainda falta uma semana para o ver.
Satisfatório…
Pede-se mais dos protagonistas :S Muito fraquinhos e ainda não deu para criar aquela empatia…
:3:
Eu fiquei-me pelo episódio 4 e o que por aqui leio não me dá pica nenhuma para ver os que faltam. :zzzz:
:zzzz:
Acabei de ver o episódio e estou extremamente aborrecido.
Como é que nunca lhes ocorreu que podia haver mais pessoas com as tatuagens?! Estava-se mesmo a ver! Fraquito…
:2meio:
Ver este episódio enquanto se lava a loiça é uma experiência engraçada.
Como não tinha imagem, só som, dá para notar como os actores são fraquinhos, especialmente o polícia e o gajo das barbas que tem uma filha que estava morta e agora não está (não, ainda não sei os nomes deles e sinceramente não me interessa). Esse gajo das barbas então foi demais, parecia que estava a debitar o texto, ou que era um assistente num casting a ler o outro papel! :S :s :s Que coisa mais mal feita!!!
De resto… continua sem atar nem desatar. Bah!