[SPOILERS] Cuddy: Tell me what you came here for, House. House: I’ve got a legitimate medical reason. Cuddy: You must be so proud. House: I’ve forgotten it. I guess it’s no big deal, since I was only using it as an excuse to come check out Patty and Selma.
Com o House (Hugh Laurie) ausente do hospital e menos envolvido que usualmente, o caso da semana voltou a mostrar-se completamente desnecessário. Sim, usaram-no como trilho para aquela (excelente) cena final em que o Chase (Jesse Spencer) ganha coragem para contar à Cameron (Jennifer Morrison) que ele é o responsável pela morte do Dibala, fazendo paralelismo entre a Cameron a suspeitar que o Chase estaria a ter um caso o episódio inteiro e a miúda que passava o tempo a mentir, mas não precisavam de tanto tempo para ir de A a B. O que faz com que todo o caso perca o seu propósito, excepto no facto de que “House” é um procedural médico e por isso tem de ter casos médicos (e quem quiser continuar a acompanhar a série, tem apenas de se habituar à questão e pronto, pois a série nunca vai mudar a sua estruturação).
Mas o resto, sim, valeu bastante a pena. Desde o “Broken” que um episódio não deixava este sentimento a “história bem contada” (o “The Tyrant” foi um bom episódio, mas a narrativa centrou-se bastante no caso médico e serviu principalmente para retirar o Chase e a Cameron do marasmo criativo que envolveu ambas as personagens nas duas temporadas anteriores). Pena que o desenrolar do caso médico, que referi anteriormente, tenha desequilibrado qualitativamente o episódio.
Banhadas em comédia, as cenas divididas por House/Wilson e House/Cuddy trouxeram novos avanços na tentativa de crescimento e mudança que House tem imposto a si próprio desde o início da temporada. Com o Wilson (Robert Sean Leonard), decidindo-se a salvar-lhe a carreira, impedindo que o mesmo confessasse, perante uma audiência repleta dos seus pares, que tinha acabado de cometer eutanásia. E em relação à Cuddy (Lisa Edelstein), finalmente confessando-lhe os seus sentimentos, apesar de, ao que tudo indica, ser um pouco tarde de mais, visto ela estar envolvida romanticamente com o Lucas (Michael Weston), o malogrado detective que desapareceu misteriosamente algures durante a quinta temporada.
O reaparecimento do Lucas foi claramente uma forma de voltar a separar o House da Cuddy (e de deixar os fãs do casal, Huddy parece, de novo a arrancar cabelos). Podia ter sido ele como outro qualquer, pois o efeito seria o mesmo. Ou seja, o House admitiu os seus sentimentos, basicamente, em vão (e, depois, quando a Cuddy decidir acabar com o Lucas para ficar finalmente com o House, eles fazem regressar a personagem da Sela Ward ou a personagem da Franka Potente, ou outra qualquer de modo a criar novo entrave à felicidade do casal, só porque sim… porque são as regras do jogo… porque alguém se lembrou de dizer que o “vai não vai” de um relacionamento é recebido com mais interesse por parte do público do que quando finalmente as uniões “proibidas” se tornam reais), apenas para criar um novo sentimento de avanço na relação entre os dois personagens quando, na realidade, ficou tudo na mesma. Mas será interessante ver o porquê de ter sido o Lucas o escolhido pelos produtores. Se terá algo mais para mostrar que além de ser o espinho na pata desta relação House/Cuddy. E, ao menos, fornecerá algum sentimento de conclusão a um personagem que andou bastante tempo a fazer companhia à Caitlin do “Heroes”.
O melhor: As mamas da Cuddy alcunhadas como Patty e Selma, as manas de Marge Simpson; a cara do Chase e da Cameron quando ouvem falar no Twitter; numa festa em que os convidados se vestiam de personagens dos anos 80, House revisita os tempos de Hugh Laurie em “Blackadder” (britcom dos anos 80).
O pior: A pausa na conversa, seguida de um olhar revelador, que se torna ainda mais penetrante com um aproximar de câmara, e, de seguida, dá-se a resolução do caso. Só falta mesmo aparecer a lâmpada a acender por cima da cabeça.







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sabe-se se eles estenderam a estadia do Michael Weston? Lembro-me de ter lido algures que ele só apareceria em 2 episódios. O caso Médico foi de facto desnecessário, e, francamente achei que a continuidade do Chase não está correcta, desde o último episódio, em que ele entrou por um caminho mais destrutivo, e este, onde ele demonstrou um desespero mais controlado, apesar de tenso. Tirando isso, foi um excelente episódio, felizmente ainda sem 13 e 14 e outros numeros que os valham, apostando nos 3 melhores personagens que a série tem para guiar a história. Que pena não ter sido a hora inteira sobre estes 3.
O regresso do Lucas Douglas não aquece nem arrefece, especialmente se a estadia for mesmo curta, e, por falar em má continuidade, desde quando é que ele é o protótipo de segurança que a Cuddy diz precisar? da última vez que o vimos ele vivia numa rolotte.
House revisita os tempos de Hugh Laurie em “Blackadder” (britcom dos anos 80).
Not quite mas pronto… damos-lhes um desconto. A festa parecia o máximo!
Até gostei do episódio, mas ao ver o detective
tenho medo, tenho muito medo.
Gostei de ver o House a evoluir, a assumir os seus sentimentos, mesmo se, tal como muito bem dizes, os argumentistas acham que mais vale mantê-los separados para dar mais “emoção” à história :verysad:
:4:
a 13 vai voltar? Então e a parte do spoiler?
Tens toda a razão, sorry. Vou já corrigir.
Não faz mal. De qualquer forma fico triste com a notícia. Não gosto dos novos membros. (o que me parece ser algo generalizado)
(dos novos eu gostava da CTB e do Kutner. E até do Taub. Só a 13 é que me pareceu sempre mto fraquinha, uma imitação da Cameron.)
Not quite mas pronto… damos-lhes um desconto. A festa parecia o máximo!
Sim, não é igual, mas parece-me que a intenção foi essa. Ou então sou eu que estou a ler coisas nas entrelinhas que não existem…
Quanto à festa, gostei do B.A.!
Não acredito que não relacionei esse pormenor… Logo eu que tenho como personagem preferida de Blackadder a representada por Hugh Laurie nessa temporada.
:4:
O que eu me ri com as piada da Selma and Patty, e depois ele diz a seguir qualquer coisa como “because they’re always smokin’”, brutal. Na festa aquele fato do Ghostbusters está bem fixe.
Gostei do episódio, afinal sempre houve evolução na personagem, viu-se bem neste epi. E ainda por cima tocou em assuntos como a eutanásia. Só é pena é aquele investigador ter-se intrometido na história.
:4:
pra mim o melhor episodio da temporada, excluindo broken, claro.
a cena da festa foi espectacular deu mm pra ver o qt o house mudou, pelo menos por enquanto, e o wilson sem calças foi hilariante
a cena mesmo “awkard” do episodio foi aqela no restaurante, i mean wtf?, obviamente o diálogo n era o mais importante ms sim as expressões deles mas mm assim, pq raio é q a cuddy n mandou o lucas calar-se, até a mim só me apetecia bater-lhe :machinegun:
só um pequeno reparo acho q o paciente q o chase “matou” se chamava Dibala e não Dubala (:
só um pequeno reparo acho q o paciente q o chase “matou” se chamava Dibala e não Dubala (:
Tens razão. Por entre Dabalas, Dibalas e Dubalas e Dubakos, acabei por escolher o errado.
LOL, Dubako é do 24 xD acho… :whocares:
Eu gostei do episódio, mas aquele regresso….enfim! Foi este como podia ser o canalizador que esteve a arranjar a banheira ao House. Como disseste, foi um regresso “encomendado”. Terá tanto de sem sentido como de inconsequente.
Tirando essa parte e o caso nhac nhac foi um bom episódio.
:4:
Nem com a vestimenta Flashdance a Cuddy está desculpada de ter escolhido aquele bronco como namorado. E não me venham cá com conversas de que ele é óptimo para a criança…
Fora esta idiotice, gostei do episódio!
:3meio:
Óptimo episódio de House. Acho que foi a primeira vez que o vimos realmente demonstrar, de uma forma adulta, o que sente pela Cuddy.
E e claro, toda a cena com o Wilson, para nao o deixar admitir que tinha cometido eutanásia foi genial. Totalmente a House.
Na cena do restaurante so me apetecia dar uma estalada ao detective. Oh senhores, mas a Cuddy esta mesmo interessada naquele toto…
Foi um episódio engraçado, mas não achei nada de especial. No entanto, com a excepção de Broken, foi o melhor. Espero que o próximo seja Cameron-centric. Ela merece.
House/Wilson e House/Cuddy valem cada minuto que passam na tela.
:4: