[SPOILERS] «Are you kidding me? I love it. It’s so creative–coupons for hugs, which are usually free, but this makes it official, which is so great»
Um dos interesses do episódio prendia-se com a participação de Elizabeth Banks e de Edward Norton. Ao oitavo episódio, os criadores acharam que seria altura de trazer alguns nomes sonantes à série. E, na minha opinião, o resultado final coloca cada uma das participações nos extremos. Mas já lá iremos.
Qualquer homem arrisca-se a passar pela experiência que Phil (Ty Burrell) passou: troca de prendas, a mulher recebe uma pulseira e o homem recebe cupões para uma sessão de free hugs. A citação com que abro o texto é dele e a cara de desilusão é impossível de esconder. Sem dar azo a nenhuma crise conjugal, a situação irá despoletar uma das visitas do episódio.
“True”, dos Spandau Ballet, passava em todas as “festas de garagem” dos anos 80. Na juventude de Phil e Claire (Julie Bowen) não foi diferente e se é verdade que esta não era a música deles, o que vale é a intenção dela em proporcionar um espectáculo privado de Izzy LaFontaine (fictício elemento da banda) para o marido. Numa situação embaraçosa para ambos, a actuação de Izzy acaba por ter bons momentos de comédia. Os maneirismos de Izzy, a sua clara falta de jeito para tocar e as suas boas frases, fizeram valer a pena a visita de Edward Norton. Esta aposta estava ganha.
A pretexto de descansarem do seu papel de pais, a saída nocturna de Cameron (Eric Stonestreet) e Mitchell (Jesse Tyler Ferguson) proporciona o encontro com Sal. E se o início promete muito, à medida que a conversa daquele trio vai avançando, vou ficando com a impressão que o balão da comédia está a perder ar. Em termos de personagem foi uma chegada-relâmpago (supostamente ela é a melhor amiga deles e chega-nos assim de chofre), uma actuação irregular (alguns dos diálogos não são credíveis nem relevantes) e uma saída discreta. A presença de Elizabeth Banks não veio acrescentar nada de substancial à narrativa e proporcionou até, um certo desaparecimento da dupla Cameron e Mitchell. Ao contrário de Edward, que se destacou sobre os restantes personagens pelos melhores motivos, Elizabeth acaba por passar de mansinho e não deixar saudades. Nem mesmo com aquele peito.
Numa série que até agora tem-se portado sempre bem em termos de audiências, este duplo aparecimento das “estrelas” veio quebrar algum do dinamismo que há na série. Três famílias e as suas histórias, em vinte e poucos minutos, tem sido (até agora) mais do que suficiente para nos manter entretidos e divertidos. E numa série que ainda não demonstra cansaço de personagens (mal seria!), julgo que esta precoce dupla aparição veio estragar o status quo instalado.
Mesmo em casa de Jay (Ed O’Neill), onde houve festa e uma pequena reunião de família, as situações engraçadas que aconteceram foram em menor número que o normal. Melhor dizendo! Notou-se a necessidade de cortarem alguns desenvolvimentos naquele espaço físico, uma vez que havia a necessidade de prestar atenção às outras histórias. Por mim, poderiam ter ficado pela reunião e convidado a tripla saudosa dos anos 80.

















November 21st, 2009 at 20:47
Fraquinho este episódio.
Mas, por outro lado, o Phil esteve muito bem, mostrou um lado que não conhecíamos.
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November 21st, 2009 at 20:51
Phil e Claire – teve muita graça no principio e meio, não gostei muito lá para o final, mas no geral foi bom. Ele a descrever os bons presentes foi excelente.
Cameron e Mitchell – não teve muita graça, as piadas volta de piadas sobre a outra querer matar a filha e a nostalgia dos tempos pré-lilly não foram muito bem concebidas.
A reunião na casa do Jay – gostei também, a teenager rebelde e o seu pseudo-namorado proporcionam sempre momentos divertidos e o Jay a apanhar a rapariga baseado-se da experiência com a Claire e Mitchell (lol) foi fixe.
Boa review btw!
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Maciel Reply:
November 21st, 2009 at 22:01
Cameron e Mitchell – não teve muita graça, as piadas volta de piadas sobre a outra querer matar a filha
Eu não percebi a intenção dos argumentistas com esta história. Ainda se a gaja tivesse cumprido uma pena por ter (ou querer, pelo menos) morto alguém. Ainda pensei que aquela história de Amesterdão trouxesse algo, mas nem isso. Foi um tiro completamente ao lado esta parte.
A reunião na casa do Jay
Também gostei. E o Manny sempre a dar em cima da sobrinha (é, não é? Os parentescos dão-me cabo da carola) e a beber um expresso. Lol!!
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November 21st, 2009 at 22:33
Eu não concordo. Gostei do episódio, de todos os enredos. Uns mais que outros, é certo, adorei o do Phil, gostei do do Jay e não desgostei dos gays. Portanto…
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November 21st, 2009 at 22:59
Adorei o Jay a aparecer do nada em todo o lado. E continuo a partir-me a rir cada vez que a Gloria abre a boca, não consigo evitar.
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January 7th, 2010 at 10:51
A história à volta da Elizabeth Banks não teve tanta piada como poderia ter tido… Achei que foi um episódio mais fraco do que os outros, mas valeu por toda a cena com Phil, adorei a cara dele de constrangimento.
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