São notícias fresquinhas, umas mais que outras, que facilmente se encontram por essa Internet fora, em sites da especialidade, jornais e revistas online, blogues dedicados ou simples sítios de paragem obrigatória. Uma recolha para ler a seguir ao salto. Jump!
# As audiências do episódio inicial de “V” foram excelentes (14.3 milhões de telespectadores e 5.2 de rating entre os 18-49) mas agora que se conhecem os resultados de DVR são números que ainda merecem mais respeito: 16.7 milhões de telespectadores e 6.2 de rating entre os 18-49.
# “FlashForward” vai fazer uma pausa. A ABC decidiu parar a produção temporariamente, mas apenas por 6 dias e, ao que parece, sem que isto deva ser encarado como algo fora do normal.
# A Take tem um especial dedicado à série “Crash” e uma entrevista com a lindíssima Moran Atias.
# O USA renovou “Psych” para uma quinta temporada de 16 episódios, com lançamento previsto para o Verão do próximo ano. A série torna-se assim a série do canal de maior duração que ainda está em produção (“Monk” já produziu tudo o que tinha para produzir).
# A Showtime está a leiloar adereços de “Dexter”. Infelizmente, não faz envios para fora dos EUA.
# Scott Rosenbaum, novo showrunner de “V” fala sobre o que pretende para a série. “I’m going to probably do the show a little more visceral, it will be a little more fast-paced, it will be learning more of the mythology and the history of the Vs.”
# O Sons of Anarchy Portugal apresenta argumentos para ver a série.
# Os visitantes do blog “Sangue Fresco” escolheram quem idealizam para o papel de Alcide, personagem que fará parte da história de “True Blood” partir da terceira temporada da série. Além disso, o blogue revela que o quarto livro da saga chega a Portugal no dia 22 de Janeiro.
# Para quem gosta de clássicos, a AOL tem uma lista das melhores séries dos anos 50.
# Parece que os novos concursos das televisões nacionais são um fiasco.
# O Producers Guild of America (PGA) vai honrar Joss Whedon com o “2010 Vanguard Award,” no próximo dia 24 de Janeiro. O prémio distingue personalidades com feitos em termos de média e tecnologia. George Lucas, James Cameron e John Lasseter foram alguns dos vencedores anteriores.
# A Eliza Dushku revelou recentemente que quer entrar na sequela Dr. Horrible’s Sing-Along Blog. Meeeddddooooo!
# A Amazon UK entrou em saldos de Natal. E existem vários box sets bem interessantes, com preços bem apelativos.


(Ainda sem Pontos)


















November 24th, 2009 at 11:16
Não passa desta semana Firefly!
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November 24th, 2009 at 11:19
“more fast-paced” Ainda mais?
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November 24th, 2009 at 14:25
Joss Whedon galardoado… mas as suas séries continuam a ser canceladas. Mas temos de admitir que “Dollhouse” foi uma criação muito original e vanguardista.
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syrin Reply:
November 24th, 2009 at 17:42
É pá, se Dollhouse é “original e vanguardista” vou ali e já venho.
Vanguardista? A que propósito?! O que é que a série trouxe de novo à televisão (excepto o facto de ser uma das poucas salvas à última da hora ninguém sabe muito bem porquê?)
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ArmPauloFerreira Reply:
November 25th, 2009 at 13:48
Toda a temática que envolve o conceito da série é original e vanguardista na minha opinião.
Não se encontra o que há em Dollhouse noutras séries e nem em filmes.
A série coloca imensas interrogações sobre o que o que representa o corpo, a personalidade e indicou até um novo processo para a vida eterna (na 1ªT houve um episódio de alguém que guardou a sua entidade -memória/personalidade- para poder assistir ao comportamento da sua própria familia depois de morrer).
Manipular o cérebro para este passar a ter instantaneamente conhecimentos e adquirir experiências que nunca possuiu. A possibilidade de criar novas “entidades” para alguém onde se cria uma mistura de atributos de várias personalidades para fazer uma só mais perfeita. E muito, muito mais…
Dollhouse tinha matéria para seguir um rumo inimaginável até, se não estivesse castrada desde que começou.
Quem viu aquele que deveria ter sido o 1º episódio, onde se estabelece muito mais do que foi visto naqueles primeiros 4 episódios que foram para o ar, perceberá que a série teria um rumo mais obscuro e pesado, do que veio a suceder.
Séries de hospitais e médicos, policiais, advogados e lei, românticas (que acabam por ser todas elas) paranormais, espaciais e etc… não faltam e normalmente são variantes umas das outras com pouca originalidade.
Como a Dollhouse é que não conheço mais nenhuma. São gostos… e é por isso que atribuo os termos original e vanguardista. Podem parecer exagerados os termos mas não há outra semelhante a esta…
(Obs: Há vários buracos em Dollhouse. Vamos obviamente esquecer a irritante da Eliza, que é ela quem estraga a série, também muito por culpa de a série se ter focado numa só protagonista principal e não num conceito de equipa ou grupo de personagens – Porque é que só a Echo é que tinha alguém que a procurava. Afinal as outras “doll” também deveriam ter família e gente conhecida…)
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syrin Reply:
November 25th, 2009 at 14:01
Toda a temática que envolve o conceito da série é original e vanguardista na minha opinião.
Os dolls nada mais são do que prostitutos/as e/ou acompanhantes de luxo.
A série coloca imensas interrogações sobre o que o que representa o corpo,
Star Trek. Stargate SGU (!!). Quantum Leap. Para além de outras séries onde vemos transferências de consciência.
indicou até um novo processo para a vida eterna (na 1ªT houve um episódio de alguém que guardou a sua entidade -memória/personalidade- para poder assistir ao comportamento da sua própria familia depois de morrer).
X-Files também lidou com este assunto nisto.
Manipular o cérebro para este passar a ter instantaneamente conhecimentos e adquirir experiências que nunca possuiu.
Stargate. Heroes. E não devem ser as únicas.
Nada do que tu apontas aqui é verdadeiramente novo. E sim, eu admito que hoje em dia nada se cria, tudo se transforma. Assim, o que fica é a execução.
Dollhouse tinha matéria para seguir um rumo inimaginável até, se não estivesse castrada desde que começou.
Não podemos viver de possibilidades. “Podia ter sido”, “Tinha uma boa premissa”, “Tinha uma boa história…”. O que fica é o que se faz com o que se tem, e em Dollhouse, por culpa da Fox mas, também, do Joss Whedon, que não soube aproveitar o que tinha, não tivemos uma boa série.
Quem viu aquele que deveria ter sido o 1º episódio, onde se estabelece muito mais do que foi visto naqueles primeiros 4 episódios que foram para o ar, perceberá que a série teria um rumo mais obscuro e pesado, do que veio a suceder.
Certo, a Fox errou. Mas o Joss Whedon não soube dar a volta à coisa. Depois daquele final excitante da primeira temporada, o que é que resolveu fazer? Nada. Apenas cometeu os mesmos erros que de início. E agora já não podemos culpar a Fox.
Séries de hospitais e médicos, policiais, advogados e lei, românticas (que acabam por ser todas elas) paranormais, espaciais e etc… não faltam e normalmente são variantes umas das outras com pouca originalidade.
Claro que há. São, na sua maioria, procedurals. Vendem. E precisam apenas de ter um elemento que nos faça ver. House é o maior exemplo disso, uma série que vale pela sua personagem principal. O que o Whedon fez de Dollhouse foi um procedural sobre prostitutos, sem personagens verdadeiramente marcantes. E isso foi o seu maior erro.
Mas pronto, já vimos que esta discussão não leva a nada. Para mim, Dollhouse não tem nada de vanguardista, e por muito sonante que seja o nome do seu criador, isso não chega.
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ArmPauloFerreira Reply:
November 25th, 2009 at 14:17
As séries revelam-se para cada um mais do que aquilo que mostram e executam e cada qual absorve-as de maneiras diferentes… e quando engatam as séries passam a criar uma empatia pessoal.
Dollhouse teve desde que chegou a minha total empatia.
Para não dizer mais (porque não tenho tempo), consigo compreender os seus pontos, apesar de não ter empatia por eles.
E nunca mais é 5 de Dezembro para o regresso em dose dupla…
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Maciel Reply:
November 25th, 2009 at 14:57
Uma boa avaliação da originalidade ou impacto de uma série é o tempo. O que se destaca fica, o resto…é esquecido. Não andarei longe da verdade se disser que daqui a 20 anos falar-se-á de X-files, Firefly, Lost, Dexter e outras que tais. De Dollhouse não rezará a história.
Mesmo CSI (englobada normalmente no pacote das “outras”) teve mais de originalidade e impacto na TV quando surgiu há 10 anos. Por coincidência estreou também numa sexta-feira e por lá ficou alguns episódios.
ZB Reply:
November 25th, 2009 at 15:02
De Dollhouse não rezará a história.
Ah, mas há sempre outro ponto de vista, que é, até ele fazer outra, Dollhouse será sempre lembrada como a série mais fraca do Whedon até à data. E por isso será mais difícil ser obliterada pelo tempo.
Maciel Reply:
November 25th, 2009 at 15:07
Correcto. Mas julgo que não é por aí que ele (o Whedoninho) queria que a série fosse recordada.
Os filmes de Steven Seagal também não são esquecidos. Ou o realizador Ed Wood
November 24th, 2009 at 16:37
Obrigado pelas noicias. È só esperar mais um pouquinho pelo próximo livro da serie sangue fresco.
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November 24th, 2009 at 17:44
As promos da amazon.uk não me estão a chamar desta vez. Só a caixa dos Sopranos, mas acho que vou mas que desta vez vou deixar de lado essa e oferecer a de SFU americana a mim própria. :D
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