[SPOILERS] Com a crise mundial a afectar seriamente a população, é natural que as pessoas estejam preocupadas com os seus empregos, com os seus investimentos, com o futuro. E “Shareholder Meeting” é um episódio em que esteve presente muita critica social, focando-se em como os grandes senhores vão manipulando e ganhando muito dinheiro à custa da população neste momento de crise.
No seguimento do episódio passado (arco este que deverá continuar por mais algum tempo), Michael (Steve Carell) é convidado pelos maiores accionistas para uma reunião em Nova Iorque, isto porque ele é o chefe da sucursal da Dunder Mifflin que teve o maior número de vendas.
Ao chegar, ele encontra uma multidão de pessoas insatisfeitas pelo rumo que a empresa tem levado. Michael, com a sua inocência, parvoíce e com a subtileza de dizer as coisas erradas à hora errada, diz o que não deve, mas ao mesmo tempo consegue ter a plateia a seus pés, para desespero dos accionistas.
Num arco que, apesar de não ter sido extraordinário, foi muito bom, com Steve Carell a ter uma interpretação excelente, com a mistura certa entre o humor físico e verbal, com as piadas certas (as cenas na conferência foram muito boas) ele “roubou” cada cena em que entrou. Isto conjugado com Dwight (Rainn Wilson) e as suas bizarras falas. Houve também espaço para Óscar (Oscar Nuñez) aparecer, personagem que gosto mas que não tem tido espaço para brilhar.
Em Scranton, Jim (John Krasinski) apercebe-se de que a sua voz é pouco ouvida e que a sua palavra tem pouca autoridade, ele que nunca grita com ninguém, o que poderia ser umas das causas. Jim já se devia ter apercebido disso, desde que é co-gerente que a sua palavra é muito pouco ouvida, até ignorada algumas vezes.
Para provar que tem tanto poder quanto Michael, ele faz de Ryan (B.J. Novak) um exemplo, ao colocá-lo numa arrecadação com secretária para ele trabalhar. Prova assim que não é preciso berros, basta as acções certas na hora certa, para que todos percebam que ele manda.
Finalmente, Ryan aparece de novo com destaque, gosto do personagem, do actor, já merecia mais destaque com as suas artimanhas e piadas corrosivas. Ele que, a par de Jim, tiveram bastante piada nas suas acções.
Última nota para o Reciclope, amigo íntimo de Dwight, que me fez rir durante toda a sua apresentação.
Depois de um episódio menos conseguido, “The Office” regressa àquilo que melhor sabe fazer, rir, num episódio dominado quase que por inteiro pelo grande Steve Carell.







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Sinceramente, achei o episódio um pouco morno. Por outro lado, adorei o Michael neste episódio. Concordo contigo, o Steve Carrel esteve demais. Muito bom mesmo. A cena em que ele põe a conferência ao rubro foi de rir até mais não. E depois ainda vem o Dwight a receber aplausos, mas depois acaba por reclamar sobre a fila. LOL Boa review.
obrigado
não achei nada morno, o ultimo é que tinha sido.
neste de cada vez que o Michael falava já dava para rir.
Pronto, são opiniões. Também achei o outro morno, mas este, apesar do Michael estar em grande, não achei muito melhor. Preferi o Koi Pond e o The Lover, por exemplo.
Acho que faltou um pouco de “condimento” a este episódio, teve os seus altos e baixos. Micheal na conferência foi sem dúvida o melhor. Mas no geral foi um bom episódio.
:3meio:
onde achei um momento baixo foi numa das vezes em que os accionistas estavam no quarto de hotel, e mais numa ou outra situação no escritório.
mas, e ao contrario do anterior, este fez-me rir e muito.
Eu à espera que o Oscar fosse brilhar, chega lá acima e ficou cheio de medo, não gostei nada disso. Mas um grande episódio todos os promenores da viagem a NY, os resultados da bolsa enquanto eles voltam de limosine, não achei nada de jeito foi o núcleo que ficou em Scranton.
:4:
Eu também pensei isso. Tive pena, porque acho que era uma boa altura para dar alguma profundidade ao personagem.
já somos 3.
tinha sido muito melhor o Oscar falar e dizer algumas verdades. mas ele pensou que o emprego podia ir à vida e preferiu ficar calado