[SPOILERS] Uma garota que acaba de voltar de uma festa com sua amiga chega em casa e encontra a mãe e o pai mortos. Uma paciente que está apaixonada por outro paciente bad boy que precisa de um transplante de coração. Uma mulher que leva um tiro devido a um tiroteio. Acredito que “Three Rivers” deveria mostrar apenas os personagens ligados aos casos do dia no primeiro bloco, pois assim entenderíamos melhor o que está se passando naquele hospital.
O episódio começa mostrando uma partida de futebol americano que mostra um pouco da vida pessoal de Andy (Alex O’Loughlin), que tem a tarefa de dar um novo coração a seu paciente ex-drogado bad boy. A Dra. Jordan (Alfre Woodard) se torna responsável pela mulher que levou um tiro, enquanto Ryan (Christopher J.Hanke) se mostra fixado em uma bela enfermeira chamada Alícia (Teri Reeves).
Novamente toco no assunto da tecnologia nave-espacial presente no hospital, me recordo bastante de Horatio Caine e seu laboratório em “CSI Miami”. Um dos grandes temas do episódio foi recomeço, Scott (Shiloh Fernandez), o garoto drogado bad boy já citado, tendo sido usuário de drogas e passado por desintoxicação, merece uma segunda chance? Foi mostrado que os médicos não devem ter preconceitos, que uma pessoa pode sim mudar, de acordo com as situações que enfrenta na vida para seu crescimento moral.
E quanto à sra. Ramirez a paciente baleada que teve perfuração no útero e que fica furiosa ao saber que pela decisão tomada pela Dra. Jordan, ela não poderá comparecer a seu trabalho no tribunal, o que fará com que diversas pessoas percam suas ações judiciais. Através desta história, pudemos ver que decisões tomadas emocionalmente, podem alterar o serviço de um médico, por mais capacitado que ele esteja, tanto que a Dra. Jordan, mesmo tendo salvo a vida da paciente, foi processada por ela.
A difícil situação da morte de ambos os pais daquela garota, que se julga culpada pela morte deles e passa pelo momento de abrir mão dos órgãos deles e o momento em que é descoberto que a mãe ainda vive e retorna com a aplicação de um antídoto. .
Nos momentos finais, Scott desaparece por achar injusto que Brenda (Brittany Robertson), sua namorada não ganhe o coração. Um bom episódio que fica na média, melhor que o primeiro e inferior ao segundo.

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hihi “tecnologia nave-espacial presente no hospital”. Viu-se bem o episódio, especialmente agora que já não há confusões cronológicas.
E um bocado fora de contexto, achei interessante não tentarem esconder as tatuagens da Kate Moennig. Normalmente não estamos habituados a ver médicas tatuadas…
:2meio: