[SPOILERS] Brandon (Christopher Bello), um paciente que precisa de um coração – de novo, temos uns 100 órgãos diferentes no corpo e eles insistem sempre no coração -, está sendo submetido à circulação extracorpórea por um curto período de tempo. Uma equipe de futebol americano – de novo, tá tudo tão repetitivo -, sofre um acidente de ônibus, tudo na visão de Bobby (Devon Werkheiser), o auxiliar técnico do time, o que torna esta parte mais interessante.
O título do episódio é explicado logo nos primeiros minutos, o código verde é um sinal dado para acidentes grandiosos. A fórmula do doador e dos dois casos secundários é quebrada pela primeira vez e traz mudanças positivas para esta série que já tem um espaço próprio, sem depender da existência de outras séries. Os diversos pacientes trazem um tom de seriedade maior à série ainda não vista. O drama real está presente, é a primeira vez que realmente me importei com os pacientes e que me lembrei dos médicos e passei a admirá-los. A cada novo momento chegava um novo paciente e o clima da série realmente estava mudado. A ressuscitação de Rose (Sandra Milliner) foi um momento realmente brilhante, e a Dra. Jordan (Alfre Woodard) provou quer mesmo em situações de alta pressão, pode tomar decisões que mesmo sendo bastante pessoais, podem salvar diversas vidas. Sua insistência em continuar o processo de ressuscitação foi o que trouxe a mulher de volta à vida.
O momento em que Blair (Cody Longo) morreu, a ausência de um eu te amo para os pais foi algo que trouxe mais realismo ao acontecimento e ganhou pontos comigo, já que tornou tudo mais sutil. O sofrimento de Bobby, que provou ser o personagem mais humano da série até o momento foi o que me comoveu e por um momento desconfiei que eles tivessem um caso.
O caso de Chad (Zack Lively) que teve a perna esmagada, também foi bastante interessante, o garoto lutou com todas as forças para que sua perna fosse reconstruída, mesmo que seus movimentos pudessem ser comprometidos. A esperança de que tudo volte a ser como era antes norteou a decisão deste garoto, que tinha o futebol como porto seguro.
Nos momentos decisivos, ao fazer as contas dos pacientes, eles descobrem que apenas 41 chegaram aos hospitais e que Antonio Potter (Dwain Murphy) ainda está desaparecido. Ryan (Christopher J.Hanke) recebe uma mensagem reportando que um coração chegou para Brandon mas que o doador está instável e a 320 km do hospital e deixa Andy (Alex O’Loughlin) furioso quando conta à família antes de ter absoluta certeza do sucesso da doação. Ele tem, portanto 90 horas para levar o coração até ao Three Rivers e fazer a operação antes que o coração fique inviável. A estrutura do episódio se tornou bastante interessante e se houverem outros assim, a série subirá bastante o nível. O grande final explorou o sentimento de culpa e suas reviravoltas na vida daqueles que o sente. Olhar para frente sempre e acreditar que o futuro será bem melhor do que o presente já o é, eis o meu lema e o que espero que seja o de “Three Rivers”: Um eterno melhorar.

















November 22nd, 2009 at 16:51
Foi melhor, sim senhora mas ainda não é das minhas prioridades da semana…
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