O V é definitivamente a letra do momento. Não só se tornou um poderosíssimo narcótico no extravagante mundo de “True Blood”, como agora ressurge, 26 anos depois, como importante símbolo de uma raça alienígena que decidiu visitar a Terra.
Os “Visitantes” chegaram à Terra. De novo. Já tinham tentado conquistar (acho que por esta altura não haverá dúvidas que eles não querem ser nossos amigos ou há alguém que ainda veja isto como spoiler?… pergunta retórica) o nosso planeta em meados dos anos 80 e agora regressam para tentar escravizar-nos e sim, talvez esta parte seja mesmo spoiler, comer-nos (e não no bom sentido).
Expectativas. Desculpem-me aqueles que já leram esta treta vezes sem conta (e acho que sempre vinda de mim), mas as expectativas são parte intrínseca a qualquer avaliação que se faça de uma série (se forem baixas é mais fácil ser surpreendido, se forem altas serão mais difíceis de cumprir) e estão intimamente ligadas ao grau de desilusão e à sua flutuação. E porquê grau de desilusão e não grau de surpresa? Porque é mais fácil ser-se desiludido do que surpreendido. Pelo menos, é isso que tenho retirado da experiência que os 28 anos e meio de vida que tenho me deram.
Ora, de acordo com as expectativas que tinha para esta série, que eram altas, devo dizer que as mesmas não foram totalmente cumpridas, mas também estiveram longe de serem defraudadas. Gostei bastante do episódio que dá início a esta aventura, mas “V” não é um amor à primeira vista. Não fiquei apaixonado. Mas simplesmente embeiçado, o que pode significar duas coisas: ou este será o início de uma verdadeira paixão ou será algo temporário e que desaparecerá com o tempo. O futuro o dirá.
Esmiuçando (porque agora, toda a gente esmiúça) um pouco os vários aspectos do episódio:
- Argumento: Em comparação com o original, parece que houve muito que quiseram condensar num só episódio. Acho que poderiam ter esperado para revelar alguns mistérios (estou-me a lembrar das duas reviravoltas seguidas de que dois personagens são revelados como sendo V). Um dos pormenores que podiam ter deixado para a audiência descobrir era o facto de, por baixo da sua pele de humanos, que os V têm um aspecto réptil. Lembro-me que uma das cenas mais marcantes da minissérie original foi quando essa mesma revelação foi feita. Claro que, sendo isto uma reimaginação, a surpresa já não existiria para muita gente, fossem pessoas que tenham visto o original na altura ou que tenham visto recentemente de propósito para comparar ambas as séries, mas a verdade é que ainda existe uma boa fatia de público que não terá visto o original e seria de aproveitar a exploração de alguns desses pormenores. Porque a minissérie original era bastante assente em ficção científica e acção, mas tinha consigo uma boa quota parte de suspense. Existem algumas cenas que ficaram facilmente na memória pelo impacto que causaram. Tudo bem que os tempos são outros e é mais difícil ser impressionado hoje do que era antigamente. E tudo bem que, revendo agora a minissérie, há cenas que há 20 anos pareciam aterrorizadoras e agora parecem ridículas, mas não deixam de ser icónicas de muitas infâncias (na qual incluo a minha). Nesta nova versão de “V”, a ficção científica está lá. A acção também. Mas, pelo menos neste piloto, faltou um bocadinho de suspense em torno destes estranhos visitantes. Sim, no final existem umas boas reviravoltas, com alguns dos personagens, principais e secundários, a serem revelados como extraterrestres, mas faltou um pouco de tenção em torno de um acontecimento que no início do episódio é considerado como sendo tão marcante ao assassinato do Kennedy ou aos ataques terroristas de 11 de Setembro. Em termos de diálogos não é das melhores coisas que por aí há, mas também não é das piores, mas, à excepção do debate teológico, não houve nada que fosse de ficar impressionado (acho que o pior foi mesmo quando o jornalista pergunta à Anna se não há V feios e ela nem sabe o que significa isso, mas a seguir já sabe o que significa ser atractivo). E espero que o facto de a personagem ser uma agente do FBI que não queiram dar à série uma espécie de fórmula ao estilo de “caso da semana”.
- Interpretações: Para já, o elenco parece bastante competente, mas os destaques são, sem qualquer dúvida, a Elizabeth Mitchell e a Morena Baccarin (que nasceu no Brasil e talvez daí o seu português no episódio seja tão impecável), a primeira a revelar a diversidade (num momento tem uma enorme cena dramática, que consegue sempre “entregar” com uma qualidade fenomenal, e a seguir já está a matar lagartos sem dó nem piedade) que já lhe conhecíamos do “Lost” e a segunda que, com esta personagem tão misteriosa, é uma autêntica scene stealer sempre que entra numa sala.
- Personagens: Ainda será cedo uma avaliação apurada dos personagens, até porque há uns que, naturalmente, têm neste episódio um maior destaque que outros. Como já referi no ponto sofre as “Interpretações”, a Erica e a Anna são claramente as mais apelativas (aliás, todos os V que acabaram de chegar têm aquele ar amigável mas a sensação de que não poderemos confiar neles nunca consegue ser posta de lado). Depois temos ainda o puto, o Tyler (Logan Huffman), que facilmente se odeia, e se este personagem for semelhante ao da minissérie, o ser odiável é requisito. Do lado oposto, o Chad (Scott Wolf) que escolheu o caminho fácil quando colocado entre a espada e a parede.
- Realização: Bastante competente, mas falhou em alguns pormenores como o desvendar do olho réptil por debaixo da face rasgada do Dale (Alan Tudyk) onde a tensão do momento não foi tão palpável como poderia ter sido.
- Efeitos especiais: Para uma série de televisão, não estão assim tão maus como isso. Há momentos em que os CGI, especialmente algumas cenas com green screen, são bastante perceptíveis, mas, no geral, não estão nada maus. E mesmo que, particularmente, não goste do design das naves (prefiro o interior ao exterior), é nestas em que os CGI são melhores.
Costuma dizer-se que não há amor como o primeiro e, para já, isso confirma-se. Mesmo que esta série seja mais realista que a sua antecessora, para já, aos meus olhos, não consegue rivalizar com aquele que considero ser um marco da minha infância, pois se eu hoje gosto bastante de ficção científica isso deve-se em boa parte a “V”. Mas também há que dizer que não é por isso que descarto este novo produto e que estes primeiros 46 minutos foram uma boa forma de me começar a converter.
O melhor: A montagem final, alternado cenas entre a entrevista da Anna e as revelações feitas no armazém de que os V já por cá andam há algum tempo.
O pior: O rebuliço nos bastidores da série poderem dar cabo daquele que se pode tornar num belo produto televisivo.





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Achei o episódio algo curto para mostrar tudo aquilo que se passou. Foi claro o evoluir rápido de algumas situações o que para mim prejudicou ligeiramente o clima que estavam a tentar criar.
Eles passaram para a parte de “guerra” entre humanos e visitantes demasiado rápido para o meu gosto e com isso o grande acontecimento foi abafado e como dizes e bem a tensão foi diminuindo.
Para ser sincero esperava algo melhor mas para já fico a acompanhar os restantes episódios desta primeira vaga.
:2meio:
Acho que o problema foi aquele salto de três semanas logo praticamente ao início do episódio. Podiam ter explorado melhor a chegada dos V e o impacto que o acontecimento teve na população em geral.
Ainda não a saquei, mas será vista o mais depressa possível. Depois opino…
Gostei muito, talvez ainda mais porque não tinha visto a minisérie original por isso não tinha expectativas grandes.
Teve cenas muito boas como as naves por cima das principais capitais do planeta, a da entrevista e para além disso todo aquele clima de ponto de viragem na história da humanidade foi muito bem conseguido, foi aquela coisa que tal como muitos dizem que faltou a Flashforward.
Ainda por cima tem uma alegoria muito boa, que abrange o controlo dos midia, que foca na parte religiosoa e também no dia a dia das pessoas “normais.”
O ambiente de desconfiança dá um toque especial a todas as cenas com os V. Os actores fizeram um bom trabalho, adorei a interpretação da Morena Baccarin que tal como dizes é um Scene Stealer. A Elizabeth também não está nada mal como a agente do FBI (quantas séries é que existem cujos papeis principais são agentes do FBI?). Apesar de pequena também gostei da prestação do Alan Tudyk, que facilmente (talvez de mais) se revelou ser um V e também do padre.
Quanto aos efeitos, para uma série de TV estão bem bons.
No geral, achei um dos melhores pilotos da temporada juntamente com o da The Good Wife. Tenho é medo que a confusão dos bastidores prejudique a série., mas também como teve umas audiências fantástica, devem começar a tratá-la de uma melhor forma. Pela promo do 1×02 parace que vai continuar a ser interessante.
:4meio:
Ainda não vi mas estou curiosissima.
Esta foi a série que mais marcou a minha infância, via-a à hora do jantar na TVE2 na companhia do meu pai :shiny:
Tal como dizes, também fiquei um pouco desiludida com o episódio. A história foi rápida demais, os cortes muito bruscos, as revelações extremamente céleres. Tantas séries que espalham desnecessariamente histórias por episódios duplos e aqui tivemos tudo a correr. É uma pena, pois se tivesse usado um pouco mais de tempo para contar tudo, teríamos um episódio bem melhor.
Concordo também que as duas actrizes foram o destaque do episódio. Gostei também do V bonzinho, mas fiquei muito desiludida com a revelação tão rápida da identidade do Wash (e não, não consigo deixar de olhar para ele sem pensar “I am a leaf in the wind, watch me soar!”). O puto… nhac!
Fiquei curiosa – afina o que é que se passou nos bastidores da série? O Alan Tudyk já não volta (se foi morto pela Erica). Quem é que vai sair?
Acho que vou rever a original este fds… sei que não é a mesma coisa, mas mesmo assim acho que ainda vou gostar. O primeiro revelar da verdadeira natureza dos V… uau, ficou marcado até hoje!
:3meio:
os cortes muito bruscos
Agora que falas em cortes bruscos, a primeira versão que tirei do episódio tinha menos um bocado entre a chegada dos V e uma das conversas entre os padres (logo ao início, cerca dos 6 minutos). Depois tive de ir tirar a outra versão já sem esse problema. Já agora, essa versão defeituosa é a V.2009.S01E01.HDTV.XviD-P0W4
Fiquei curiosa – afinal o que é que se passou nos bastidores da série?
Mudanças de showrunners: http://tvdependente.net/2009/11/scott-rosenbaum-vai-tomar-conta-de-v/
Andaram numa disputa para que a série deixasse de ser considerada remake de modo a não pagarem os direitos ao Kenneth Johnson…
O Alan Tudyk já não volta (se foi morto pela Erica).
Ele não é regular, mas…
Acho que vou rever a original este fds… sei que não é a mesma coisa, mas mesmo assim acho que ainda vou gostar. O primeiro revelar da verdadeira natureza dos V… uau, ficou marcado até hoje!
Eu era para ter feito isso antes, mas como tinha revisto há pouco tempo decidi não o fazer. Acho que quem veja hoje sem nunca ter visto vai achar muitas coisas ridículas e vai ficar a questionar-se porque é que as pessoas que viram a série na altura, ou há uma década, década e meia, duas décadas, dizem tão bem da mesma. Mas a questão aqui é o contexto. Naquela altura, ficou na memória.
Eu tirei a versão proper do EZTV.
Ah, sim, já me lembro dessa tal discussão. Sempre a tentarem poupar uns trocos… ts ts ts. Depois admiram-se. Palpita-me mas é que ainda se vão arrepender deste corte brusco no final dos quatro episódios.
E sim, há aquelas coisas que nos ficam na memória e que, quando revemos, não nos parecem tão boas (SAAB). Mas mesmo assim acho piada rever. ;D
Pois, achei q aquilo tinha ali qualquer coisa a faltar, e acabei por sacar a versao EZTV na mesma :stupid:
Mas afinal… quanto tempo é que tem o episódio?
46:22
Ok, é o que eu tenho então!
Ah, e esqueci-me de dizer… só na TV é que os padres são todos jeitosos e andam de casacos de cabedal! :whistle:
FABULOSO!!
Eu estava à espera de mega desilusão como foi o Flashfoward e dei comigo a ficar agarrada e emocionada. Os efeitos especiais estão muito credíveis, conseguiram passar toda aquela atmosfera de terror que depois se transformou em devoção e fiquei muito contente por não terem enrolado com tretas. Passaram ao que realmente interessava: saber que os Visitors não são aquilo que parecem!
Adorei, adorei!!
Lembro-me que uma das cenas mais marcantes da minissérie original foi quando essa mesma revelação foi feita.
Sem dúvida. Aqui falhou redondamente. Falhou isso, como falhou todo o protesto das populações, todo o crescer da desconfiança dos humanos em relação a eles, o caos nas ruas onde havia defensores dos visitantes dum lado e os resistentes do outro, etc, etc. Avançaram muito depressa, sem explicar muita coisa.
Revi a série original há um mês e dá para ver que o início da outra (descontando claro os efeitos especiais) é muito melhor em todo este ambiente de intimidação, suspense e intriga. Nem se percebe bem porque é que as pessoas se revoltaram, nem se percebe como pode haver uma resistência já tão bem organizada sem termos visto crescer a desconfiança dos humanos em relação aos visitantes.
Não foi desilusão mas está aquém do início da original.
Num aarte: os óculos dos visitantes? Isso era o melhor do aspecto anos 80. E os trajes laranjas? Ah! Estes lagartos já comem comida normal
:3meio:
PS: É impressão minha ou na plateia na igreja, está lá o cylon negro?
E os cabelos cheios de laca. Aqueles cabelos…
Andaram demasiado depressa… Aquela parte ‘Três semanas depois’, borrou um bocado a pintura, mas não deixou de ter sido uma bela estreia
Focaste tudo…
Pena o Alan ter ‘saído logo’, mas quem sabe não voltará para Dollhouse como o grandioso Alpha
:4:
Acabei de ver e apesar de ser girito e tal, como já referiram nos comentários as “revelações” foram muito “chouchas”.
Não sei se continuo a ver a ritmo semanal.
:3:
Acabei agora de rever o episodio, e apesar de as revelaçoes nao serem nada de espectacular, nao nos podemos esquecer que a serie é um remake, que podem ter efeitos especiais de cortar a respiraçao, um lifting no vestuario dos visitantes (revi os 2 primeiros eps. da miniserie original) e francamente nao tenho saudades nem dos oculos nem das fardas laranja, acredito que ira haver algumas novidades mas quem escreve vai sempre estar “ancorado” ao original.
Uma revelaçao que dispensava foi aquela no final e dizerem logo de inicio que havia outros “traidores”. Essa tinha guardado para mais tarde.
De resto, o revelar do aspecto dos “V”´s, a cena que vimos, estava num dos primeiros trailers que por ai circularam, por isso era dificil de ser aquela cena de deixar de boca aberta que a maioria esperava.
O inicio para mim foi o ponto alto do episodio, aquele momento “independence day” quando se revela a abertura da parte de baixo da nave foi muito bom, pena nao termos visto uma nave a pairar em cima de Lisboa :youwish:
Agora é esperar pela semana que vem, para ver se pelo menos nao baixa o nivel.
;bye:
:4meio:
e francamente nao tenho saudades nem dos oculos nem das fardas laranja,
Isso foi um aparte mais em tom de piada. É claro que não é por aí que esta série perde nem isso serve para se estar ancorado no passado. Mas quando um remake traz na sua estreia menos suspense, menos explicação e mais confusão na história (ainda pra mais com o nível que as séries têm hoje em dia) que o original, dá que pensar.
Já vi o episódio.
Gostei muito, mas estava à espera de algo mais “sólido”. Foi excelente em vários aspectos, a produção, o elenco, o conceito. No entanto, para uma série que se está a basear noutro material já devia ter as coisas bem definidas.
Achei que foi tudo muito rápido. Quiseram mostrar muita coisa e chegar rapidamente àquela parte do “Nós VS Eles” e, por causa disso, deixaram muita coisa interessante por explorar.
tal como muito tambem não gostei do avanço temporal, tinham material para explorar e dar um episódio de 2h, assim foi tudo muito rapido.
tal como tambem não gostei da realização da cena do olho, aqui tinha que ter tido mais impacto, e a revelação de que o negro é um V tambem podia ter ficado para mais tarde de modo a manter a suspense.
os putos são um pouco irritantes, mas de resto gostei bastante.
gostei das naves, das actrizes principais que é sempre um prazer vê-las e juntas ainda fica melhor.
o padre tambem esteve bem.
os V têm sempre um ar de quem esconde alguma coisa, e isso agrada-me.
foi um episódio que me manteve pregado ao ecrã e que me entreteve, é o que importa
:4:
como um novo fan da série, sem conhecer nada do que está para trás gostei mesmo muito deste episódio. a Elizabeth Mitchell está outra vez em grande, a história é interessante e move-se rapidamente. E gostei do toque de eles reconhecerem que são todos atraentes, coisa rara no universo televisivo. Também tive o mesmo problema do salto repentino quando vi o episódio pela primeira vez, mas lá consegui encontrar 1 completo Devido aos bons resultados da estreia, acham possivel a ABC adiantar a transmissão dos episódios, para antes de midseason? É bom que o que vem a seguir esteja à altura disto, porque há uma tendencia cada vez mais crescente de se fazerem excelentes pilotos e depois compensar com episódios mais baratinhos. Só espero que as decisões de renovação nunca fiquem entre esta série e o FlashForward, quando a ABC decidir apertar os cordões à bolsa.
Devido aos bons resultados da estreia, acham possivel a ABC adiantar a transmissão dos episódios, para antes de midseason?
Não, porque só produziram 4 e o resto começa a ser produzido em Janeiro, sendo que apenas pretendem começar a exibi-los depois dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Março.
A “esperteza” que teve a ideia de dividir a série devia ir dar uma curva!
Estavam reticentes e queriam “experimentar” primeiro. Uma sample antes do big product. Mesmo assim, acho que se emparelhassem com Lost teriam uma excelente noite.
Bom bom era assim:
08:00 – FlashForward
09:00 – V
10:00 – Lost
grande line up. Sem duvida uma excelente noite de televisão. Ver mais 3 episódios e depois ter que esperar até Março é parvo demais. Esta série só tinha a ganhar se conseguisse angariar seguidores. Daqui até Março a maior parte das pessoas esquece.
É verdade. Mas se a emparelharem com Lost e fizerem muita publicidade pode ser que consiga aguentar.
Eu era grande fã da antiga série para mim uma das melhores de sempre de sci fi.
Quanto a esta so achei o 1º episodio demasiado pequeno, mas de resto esta dentro do esperado.
Resumindo vou acompanhar com expectativa o evolir da mesma.
Eu gostei mas apanhei alguns erros. Muito se fala da cena do olho, repararam q está MUITO MAL FEITA? É q o corte é na testa e o olho abre na testa mas depois a “pela máscara” está á mesma sobre a cara…ou seja para o olho do lagarto estar onde eles mostraram eles teriam q ver por cima da “máscara de pele” pois os olhos não coincidem..achei “fatela”.
De resto concordo qd dizem q foi rápido demais…mais uns minutos chegavam para fazer melhor a ligação entre a chegada e a relação dos V’s com os humanos.
Os especatdores hoje em dia têm uma maior exigência do q nos anos 80. Os remakes têm q ter isso em conta se querem vingar.
Não foi o melhor piloto de todos mas foi o suficiente, dado o ambiente em questão, para nos fazer desejar pelos próximos eps.
Para quem nunca viu a mini série aconselham a visualização ou é mesmo melhor ficar-me por esta nova série?
Isto é um remake, não precisas de ver a série de 1983 para perceber esta história, até porque esta é (supostamente) uma cópia.
Será mesmo uma cópia? A mim parece-me que eles querem trilhar caminho próprio, até porque eles mudaram algumas características biológicas dos V’s.
Perhaps.
Mas nesse caso então não há qualquer interesse em ver primeiro a mini-série de 1983. Eu penso revê-la este fds – mais por saudosismo do que qualquer outra coisa – mas se pegasse só na versão 2009, não teria qualquer problema em perceber a história.
Se tiveres curiosidade e se conseguires colocar a série na época em que pertence, acho que vale a pena ver (a mini-série). Mas provavelmente não te dirá nada. E defeitos aparte, acho que a história inicial (da original) desenvolve-se melhor.
Nos EUA, anda tudo a discutir se esta série é xenófoba ou não e se a Morena Baccarin é o Obama ou não.
E depois ainda dizem mal dos tugas que se chateiam todos com a Maitê e com o anúncio do Pingo Doce. :wall1:
Já tinha visto eles nuns comments a chamarem aos V de Obamalizards LOL eles até fazem umas comparações e argumentos engraçados.
Quem criou a série em 1983 de qual esta foi baseada devia ter um poder de médium maior que o do Mestre Alves para conseguirem adivinhar o futuro desta maneira.
As pessoas escavam até encontrarem segundos sentidos tão profundos ~.~
A minissérie de 83 é uma alegoria ao nazismo, existindo bastantes elementos na mesma que se cruzam com os nazis e as suas “façanhas”.
Talvez seja por isso que existe muita gente a comparar esta nova versão com o panorama político actual, ainda para mais quando foi inserido todo um contexto de células terroristas na história.
Pois foi. Cena mais estúpida. O presidente quer dar-lhes um sistema de saúde e eles não querem.
Ah, e outra curiosidade: na série original também houve um salto de 3 semanas depois da chegada dos V.
(Deviam era ter mantido a banda da escola a tocar a música de Star Wars, como na série de 83)
Isso não sei, mas que o ritmo do episódio foi totalmente baralhado isso é verdade.
Não conhecia nada da série antiga e esta ainda não me captou totalmente a atenção. Como referes, não houve grande suspense e toda a acção acabou por se desenvolver bastante depressa. Num momento conhecem-se e no outro já são amigos… De qualquer maneira é uma boa premissa e os actores prometem por isso vou continuar a ver no que dá.
:3:
Vi hoje o episódio na rtp e nada mau, gostei mt e como também não conheço a série original não corro o risco de entrar em comparações, talvez lá para o Natal veja a original…
btw grande Elizabeth Mitchell