[SPOILERS] Com o Natal a aproximar-se, a série põe-se a jeito. Começa a tratar dos enfeites, do sentido de comunidade e prepara a família para a época de união que aí vem.
As relações entre irmãos podem ser complicadas (principalmente quando são crianças e as idades chocam com as necessidades de cada um). Em Indiana não é diferente e chegou a altura da família Heck lidar com o “problema”. Bom! Na verdade, família aqui é um termo muito lato pois será Frankie (Patricia Heaton) que se encarregará da missão. Axl (Charlie McDermott), Sue (Eden Sher) e Brick (Atticus Shaffer) têm uma relação sui generis e é tempo de inverter esta tendência.
Estando os irmãos na berlinda, são várias as situações engraçadas que pudemos testemunhar. Se Brick (hilariante este puto! «Hey! I’m not a dork. Dooooork») a enfrentar um espelho ou Sue a relatar os seus problemas (com Axl a fazer as mímicas mais sugestivas em relação ao interesse das histórias) já é de si interessante, a verdade é que é a interacção desta tripla que nós dá os melhores momentos. À mesa (bonita cena que demonstra bem o poder que a televisão ainda tem), a jogar futebol ou a, simplesmente, conversarem uns com os outros, as boas sequências sucedem-se (e isto, para bem da nossa disposição). Para além da boa disposição, toda esta história teve o condão de dar uma maior relevância a Axl. Ele que até agora tinha tido poucos momentos para brilhar, encontra nesta história espaço para mostrar bem mais do que o mesmo par de boxers.
Mike (Neil Flynn), na outra história do episódio, é ajudado por uma das tias de Frankie (estas duas velhinhas trazem sempre mais alguma alegria) na contabilidade da empresa. Óbvio que a situação acaba por trazer complicações para o lado dele, num diálogo que por vezes mais parece um monólogo.
Em ambos os casos, o final é sempre aquele a que a série já nos habituou. A preparação para o Natal continua, os irmãos têm uma relação normal e a caminhada continua. Até à próxima casa e até ao próximo episódio.





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Esta série é tão engraçada! Rio-me com todos as palermices que eles fazem. E são tantas!
E o miúdo na mesa, só se via o nariz! Hilariante!
Esse foi o momento alto do dia dele
Foi o momento alto do dia dele e momento alto da minha noite. Como eu ri quando ele se sentou e ficou a olhar para os outros… E as cenas dele ao espelho? Hilariante!