[SPOILERS] O último episódio do ano traz-nos as habituais festividades natalícias próprias de “The Office”, com muitas parvoíces e trapalhadas.
Quando Phyllis (Phyllis Smith) fica encarregue de ser o Pai Natal este ano, Michael (Steve Carell) fica furioso, não só por gostar de ser o alvo das atenções como por ela ser uma mulher, o que só demonstra o machismo dele. Michael, na senda de ficar como o único Pai Natal, tenta de tudo para provar que é o melhor, com destaque para a divertida cena em que pede a Kevin para ser sentar no seu colo (Brian Baumgartner).
Perdendo a batalha mas não a guerra, ele decide tirar um coelho da cartola, ou melhor, fazer-se passar por Jesus Cristo, no mínimo hilariante toda esta situação, a que podemos juntar as frases sarcásticas dele aquando da entrega de presentes. Apercebendo-se do erro, desculpa-se e diz que para ele eles são como uma família, duvido é que ele tenha aprendido a lição.
Neste episódio, quase todos os personagens tiveram os seus momentos de destaque que se traduziram em diversão, senão vejamos:
- O Dwight (Rainn Wilson) e o Andy (Ed Helms) a cantarem “Boulevard of Broken Dreams” , Andy esse que decidiu oferecer a Erin (Ellie Kemper) um ganso por cada dia, referentes aos doze dias do Pai Natal secreto, o problema foi quando os gansos se começaram a reproduzir em demasia e a fazer ninhos na cabeça dela.
- Oscar (Oscar Nuñez), com a ajuda de Pam (Jenna Fischer), conseguiu conhecer outro homem gay, aqui não foi muito divertido, mas sim mais sentimental.
- Dwight ao receber uma peça por dia foi construindo o que ele pensava ser uma arma, mas que afinal era um quebra nozes original, desta mente ainda surgiu a hilariante ideia de que conseguia prender o Bin Laden dando-lhe uma peça da prisão por dia.
- A Kelly (Mindy Kaling) parecia uma adolescente ao receber um poster de Twilight (nem aqui este vampiros nos largam), enquanto que Ryan (B.J. Novak) aproveitou para gozar com Toby (Paul Lieberstein).
- Creed (Creed Bratton), que infelizmente tem pouco destaque, teve mais um momento sombrio, a perguntar o que ganhava alguém que tivesse sido maligno ao longo do ano.
O único aspecto negativo foi o facto de Jim (John Krasinski) não ter tido o seu espaço para brilhar.
Momentos bastante divertidos não faltaram, juntando a isto uma dose de ternura típica desta época, e ainda umas trapalhadas quanto à questão de despedimentos dos funcionários, num dos melhores episódios da temporada.





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O Creed é aquele que aparece trinta segundos mas fá-los valer muito bem. É genial!
exacto.
defendo um episódio dedicado a ele, ou pelo menos 10 min. seria muito bom.