“24”, “30 Rock”, “Alias”, “Angels in America”, “Band of Bothers”, “Big Love”, “Breaking Bad”, “Californication”, “Chuck”, “Curb Your Enthusiasm”, “Damages”, “Deadwood”, “Everybody Loves Raymond”, “Extras”, “Freaks and Geeks”, “Friday Night Lights”, “Gilmore Girls”, “In Treatment”, “John Adams”, “Mad Men”, “Scrubs”, “Sleeper Cell”, “The Office UK”, “The Office US”, “The Wire”, “True Blood”, “Veronica Mars”… Se estas séries que acabei de nomear são facilmente identificadas por muita gente como sinónimos de qualidade, saber que a lista poderia continuar é dizer bastante sobre o que se fez em televisão, especialmente na norte-americana e na britânica, durante a última década. Ora, e quando se propõem escolher apenas dez, tal tarefa revela-se bastante difícil, mas aqui estão elas (por ordem alfabética):
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Arrested Development (De Mal a Pior)
Sinopse: Esta é a história dos Bluth. A história dos ricos que eram mas já não são. A história de Michael que, depois de ver o seu pai George ser preso devido a fraudes fiscais, tem de agarrar as rédeas dos seus e garantir que eles mantenham o importante conceito de família.
Porque é memorável: “Arrested Development” é o típico nunca antes visto. Típico porque nos retrata a vida em família. Nunca antes visto porque estamos a falar dos Bluth, a família mais disfuncional e excêntrica da década televisiva. A nova realidade monetária é o ponto de partida para uma comédia apresentada em tom de documentário, onde a câmara balança sem ordem, casando de forma exemplar o real com o ridículo. Esta visão narrada transporta-nos até ao local dos acontecimentos, oferecendo pontos comuns com as nossas experiências, com as arestas daqueles que são os nossos. Porque todos temos famílias, todos temos as suas bizarrias. E esta bizarria oferece, em apenas três temporadas gargalhadas inteligentes e mordazes, construídas sob os alicerces de interpretações fabulosas: Jason Bateman, Michael Cera, Portia de Rossi, Will Arnett (o seu Gob é por si só um truque de magia), Jeffrey Tambor entre outros, que constroem de forma exímia este universo. Com ou sem filme esta é uma série que terá para sempre um lugar na história da televisão.
Episódios essenciais: “Top Banana” (1×02), “Pier Pressure” (1×10), “Good Grief” (2×04)
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Battlestar Galactica
Sinopse: E se, um dia, tudo aquilo que conhecem desaparecesse para sempre? A família, os amigos, a própria civilização, tudo fosse destruído num acto de vingança, obrigando os poucos sobreviventes a fugir sem rumo definido? E se este fosse também o início de uma viagem que iria mudar tudo aquilo em que sempre acreditaram?
Porque é memorável: Se os remakes fazem agora parte do dia-a-dia, podemos apontar o momento exacto em que se tornaram moda: com o reinventar de uma série básica dos anos 70 que se tornou numa das mais interessantes explorações da sociedade a que assistimos nos últimos anos. “Battlestar Galactica” é ficção científica em nome apenas. É uma série sobre a queda da humanidade em consequência das suas acções. Sobre família, guerra, religião, mitologia, doença, tortura, aborto, terrorismo, resistência, política, sobrevivência, morte, conformismo. Sobre o que é, afinal, ser humano. Contando com grandes interpretações de um elenco que surpreende a cada instante, com efeitos especiais que redefiniram o que se pode fazer na televisão, e com uma banda sonora que, de mero complemento, passa a fazer parte da acção, esta é uma das mais marcantes séries que nunca foi devidamente reconhecida e que, por isso mesmo, merece aqui o seu lugar.
Episódios essenciais: “33” (1×01), “Home, Part 1 and 2” (2x06x07), a saga de New Caprica (3×01-05)
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Coupling (Ligações)
Sinopse: Três mulheres e três homens. Discussões filosóficas sobre o amor, a amizade ou simplesmente a escolha de um determinado tipo de pornografia. E depois temos o Jeff…
Porque é memorável: “Coupling” é daqueles casos em que contado, ninguém acredita. Mas a verdade é que este fantástico produto da Britcom é tudo o que esperamos quando seis amigos se juntam e muito mais. As histórias hilariantes e as teorias que criam são simplesmente inimagináveis, tudo isto com um humor que nos faz rir em cada episódio sem excepção. Vista e revista mil vezes esta é daquelas séries em que uma pessoa não se cansa das piadas, das situações imprevisíveis ou das fantásticas personagens que, cada qual à sua maneira, aprendemos a adorar. Desde os “Jeffismos” às inseguranças de Sally e com muito sexo à mistura, não há tópico que escape a este grupo, sempre pronto para uma boa troca de galhardetes entre cervejas. Para aqueles que pensam que “Coupling” parece um “Friends” ou “How I Met Your Mother” inglês, pensem de novo porque estes seis amigos têm sempre uma carta nova na manga pronta para surpreender, quer seja numa abordagem diferente à tipica narrativa quer seja com longos discursos calorosos pecando apenas pelo reduzido número de temporadas.
Episódios essenciais: Inferno (1×04), The Girl With Two Breasts (1×05), Remember This (3×04)
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Dexter
Sinopse: A vida de Dexter Morgan tem dois tons de vermelho: o do seu trabalho no departamento de polícia de Miami, onde analisa os diferentes padrões de dispersão do sangue, e o do seu verdadeiro ser, onde mata aqueles que a justiça deixou escapar. O verdadeiro desafio é manter estas duas tonalidades em perfeito equilíbrio.
Porque é memorável: Imaginem uma moeda. Imaginem agora que para sobreviver têm de constantemente rodá-la, trocá-la e equilibrá-la. Alternar no espremer dos dias, a cara e a coroa. Foi nesta imagem, neste molde de duas faces, que “Dexter” se apresentou desde o primeiro segundo. Um genérico fabuloso, cheio de segundas intenções, destapa o drama do homem que não sente nada, daquele que precisa de matar. Michael C. Hall dá corpo ao protagonista numa das mais acertadas escolhas de casting de que há memória: os seus olhares desconfortáveis, os seus monólogos interiores, a sua vontade de sentir são a sinfonia perfeita que passa para nós e que faz com que estejamos sempre a torcer pelo herói mais torcido de Miami. Auxiliado por um excelente leque de actores secundários, fixos e móveis, a acção desenrola-se no calor pegajoso dos pântanos, dos crocodilos, do sexo e do álcool. Do crime e das línguas várias que se ouvem. Constrói-se de temporada em temporada, sempre com um sentido certo de narração, uma orientação apurada daquilo que se conta e se mostra, sempre evoluindo na construção interna dos seus personagens. Arde lentamente no suor de cada espera, para nos oferecer depois disso um dos entretenimentos mais completos que a década já assistiu.
Episódios essenciais: “Born Free” (1×12), “About Last Night” (3×09), “The Getaway” (4×12)
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Firefly
Sinopse: Uma nave, cinco tripulantes, três passageiros e uma hóspede. Juntos (500 anos no futuro) vagueiam pelo Verso à procura de missões e trabalho, mas muitas vezes só encontram problemas e razões para mais uma aventura. Acima de tudo, tentam fugir da Alliance e sobreviverem a cada dia que passa da melhor maneira possível.
Porque é memorável: Se há coisa que pode ser muito redutora para uma série (ou um filme) é a sua sinopse. Muitas vezes até têm o condão de afastar as pessoas, de tão simples que são. Mas por mais simples que elas sejam, interessa é o que se faz a partir delas. E aqui fez-se muito. A série tem o condão de unir dois géneros tão díspares como a ficção científica e o western. E, por mais incrível que pareça, a junção mostra-se coesa. Tão coesa como o ambiente que se forma a bordo daquela nave, entre a tripulação e os seus passageiros. Em meros 15 episódios a série dá-nos: boas histórias, personagens carismáticas, bons diálogos, situações engraçadas, emotividade, acção e boas conversas em redor de uma mesa (raramente uma cozinha desempenhou um papel tão importante na narrativa de uma série). Não são estes alguns dos elementos que procuramos numa boa série? Numa série que se quer recordar e rever?
Episódios essenciais: “Serenity” (1x01x02), “Jaynestown” (1×07), “Out of Gas” (1×08)
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Lost (Perdidos)
Sinopse: O voo 815 da Oceanic despenha-se numa ilha presumivelmente deserta no meio do Pacífico. Mas esta ilha vai revelar-se ser muito mais do que inicialmente aparenta.
Porque é memorável: Com uma narrativa complexa, por vezes demasiado intrincada para o seu próprio bem, “Lost” fez da sua complexidade e pay-offs retardados a sua melhor arma e tornou-se memorável por isso mesmo, por ser diferente das demais. E, acima de tudo, não tem medo de arriscar. Ou melhor… deixou de ter medo de arriscar assim que os produtores da série se juntaram à mesa com os responsáveis da ABC e decidiram dar-lhe uma data de conclusão. Com um elenco soberbo, do qual excelentes prestações se tornaram prato do dia, personagens inesquecíveis e mistério a rodos – que colocaram meia Internet a tentar resolvê-los –, as aventuras na ilha perdida no meio do Pacífico vão ficar na memória de muita gente por muitos e muitos anos.
Episódios essenciais: “Pilot” (1x01x02), “Trough the Looking Glass” (3x22x23), “The Constant” (4×05)
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Six Feet Under (Sete Palmos de Terra)
Sinopse: Se é de drama familiar que estamos a falar então nada bate “Six Feet Under”. Esta série de Alan Ball aposta no humor negro para retratar o dia-a-dia dos Fisher cujo negócio familiar como agência funerária lhes guia a vida…e a morte.
Porque é memorável: Comecemos pelo fim: “Six Feet Under” tem, provavelmente, um dos melhores finais de série de sempre. Pergunte-se a qualquer fã qual é um dos seus episódios favoritos e certamente que ele não hesita em nomear este como uma das despedidas mais emotivas da história da televisão. Vencedora de vários Golden Globes e Emmy, reconhecida pela crítica com uma das melhores séries de sempre, “Six Feet Under” prima pela qualidade do elenco e pela coragem em abordar histórias únicas com um humor mordaz como só o argumentista de “American Beauty” sabe fazer. Seja sobre o casamento ou traição, a homossexualidade, os problemas com drogas ou a sempre presente mortalidade, tudo é abordado com a normalidade de quem não tem pudor em fugir dos estereótipos. O sucesso e a boa recepção desta série nos EUA valeu-lhe a renovação para uma segunda temporada mesmo só tendo sido emitido o episódio piloto na HBO, prova de que os problemas e disfuncionalidade das personagens são apenas um reflexo das inquietações por que toda a gente passa.
Episódios essenciais: I’m Sorrry, I’m Lost (3×13), Ecotone (5×09), Everyone’s Waiting (5×12)
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The Shield (O Protector)
Sinopse: “The Shield” transporta-nos para um mundo moralmente ambíguo, onde a linha entre o bem e o mal é cruzada diariamente, e segue um grupo de polícias que não se vê rogado a fazer o que tem de ser feito de forma a conseguir os resultados, quer em termos profissionais como pessoais, desejados.
Porque é memorável: A primeira impressão que se terá de “The Shield” é que esta é mais uma série sobre o mundo das forças policiais norte-americanas tal como tantas outras. Porém, quando termina o primeiro episódio, sabemos de imediato que a viagem que esta série nos propõe não será exactamente aquela de que estaríamos à espera. Não é mesmo nada por acaso que logo no episódio de abertura o personagem principal, Vic Mackey, revela: “I’m a different kind of cop.” Ao longo das temporadas que se vão sucedendo, “The Shield” mostra-nos o lado da lei que, por vezes, talvez preferíssemos não conhecer, o lado da podridão do sistema, dos polícias corruptos, o lado que nos leva a colocar a questão de que se realmente estamos a depositar a nossa confiança como cidadãos nas pessoas certas e até que ponto essa mesma confiança é utilizada como forma de abuso. Com um dos melhores finais de uma série da década, “The Shield” tornou-se uma série imprescindível a qualquer amante de boa televisão.
Episódios essenciais: Of Mice and Lem (5×10), Parracide (7×08), Possible Kill Screen (7×12)
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The Sopranos
Sinopse: Tony Soprano é um homem como outro qualquer, dividido entre o trabalho, os amigos e a família. Mas Tony Soprano é muito mais do que isso: ele é o chefe da máfia de New Jersey, um homem cheio de responsabilidades que se vê pressionado pela Família – tanto a de casa como a do trabalho.
Porque é memorável: Se histórias sobre a máfia não são propriamente originais, “The Sopranos” é aquela que merece lugar cativo em qualquer pódio pelo simples facto de ter mudado a forma como a televisão por cabo americana funciona. Os melhores dramas da actualidade, tanto na rede pública como na televisão por cabo, podem hoje trabalhar num território desbravado por esta série que, com a ajuda de uma história complexa e apaixonante, personagens marcantes interpretadas por excelentes actores, e muitas cenas que ficarão para sempre marcadas na memória, abriu caminho para muitas outras séries que figuram nesta lista. Entre o drama e o humor, entre a realidade e a ficção, “The Sopranos” deu-nos a conhecer um homem como tantos outros, pressionado pela vida e pelo trabalho, que encontra escape em conversas francas num consultório da sua psicóloga.
Episódios essenciais: “College” (1×05), “Employee of the Month” (3×04), “Long Term Parking” (5×12)
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The West Wing (Os Homens do Presidente)
Sinopse: Façamos uma visita aos corredores da Casa Branca e à sua ala Oeste. Por entre o presidente e todo o seu staff, acompanhamos o dia-a-dia de uma nação, mas também o de personagens que rapidamente entram no nosso (dia-a-dia).
Porque é memorável: A série é bem mais do que um olhar preciso sobre a política. Ela é a base de todas as narrativas, mas está muitas vezes ausente. Desde as “simples” relações e frustrações, passando pelas lutas eleitorais e chegando aos destinos da nação (por vezes, do Mundo), de tudo vimos. O estilo walk and talk (com as suas longas sequências de steadicam) e a rapidez dos diálogos tornaram-se imagem de marca da série. O excelente elenco (mesmo em participações pontuais há por ali muita qualidade) conjugado com a qualidade do argumento, a montagem precisa e a cuidada realização, tornam o produto em algo que merece ser visto e revisto. Embora sendo um produto de ficção, a série foca aqui e ali a realidade que a/nos rodeia. Seja a falar de países inexistentes ou de personagens imaginárias, facilmente transpomos muitas destas realidades para o nosso mundo. Assim é a série: realista, acutilante e memorável.
Episódios essenciais: “Two Cathedrals” (2×22), “The Debate” (7×07), Tomorrow (7×22)




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Pois, felizmente a qualidade abunda, permitindo que a lista de séries memoráveis seja extensa. Falo, das que enunciaste, de três em particular, que apenas vi no ano que agora terminou. BSG, Firefly e Coupling, seguindo sugestões retiradas do site da Syrin. Confesso que, não fossem as críticas altamente elogiosas, as séries nunca teriam saído do limbo da indiferença onde eu as tinha deixado. Se Galactica me viciou, desde o primeiro momento, Firefly surpreendeu-me pela frescura narrativa, unindo ficção científica com laivos de western. E Coupling é genial, no acompanhamento das aventuras amorosas de um grupo de amigos.
Agora, vais-me obrigar a começar a saga do West Wing. É a minha resolução de ano novo:)
Olha que eu sou perigosa com as minhas recomendações…
Tens aqui óptimas recomendações, é como que um guia de séries que todos deveriam experimentar!
Perigosa? Nah!
Até ver [e ler o tv-files] não me tenho arrependido. E como li recentemente a tua crítica de Better of Ted, lá vou eu ver se acertaste…mais uma vez:)
Agora, vais-me obrigar a começar a saga do West Wing. É a minha resolução de ano novo:)
Começas bem o ano. É uma boa decisão.
Firefly já está cá em casa e depois o senhor que se segue será The Shield. Pode ser que nesta altura para o ano já tenha tudo visto!
Boa, The Shield! Espero que gostes!
E quando precisares…
http://tvfiles.wordpress.com/category/the-shield/
eu tb ando com vontade de ver a firefly deu o filme este sabado mas não consegui ver…. pode ser que repita outra vez!
Mas o filme é a “conclusão” da série
É verdade. E há um spoiler GIGANTESCO no filme. Aliás, é muito mais emocionante ver o filme depois da série. O filme sem a série fica um bocado blahhhhh.
olha então ainda bem que não consegui ver!! :wtf: ! tenho que procurar a série!
Claro que é sempre uma escolha muito subjectiva mas não ter o The Wire já é outra coisa. Creio que a nível de qualidade supera grandemente Firefly ou mesmo The West Wing, por muito boas que as referidas séries possam ser.
Lá está, é subjectivo, como dizes.
Reconheço enorme qualidade a The Wire, de quem vi a 1ª temporada, mas o ritmo avassaladoramente lento exaspera-me…
Filipe,
Quando seleccionámos as séries nenhum de nós tinha visto The Wire, por isso não podíamos incluir a série na lista.
Entretanto eu fiz uma maratona e terminei a quinta temporada mesmo antes do ano novo. Gostei da série, tem uma história interessante e grandes personagens (Omar, Bubbles, Bunk e Stringer são os meus favoritos) mas continuo a preferir The Shield, dentro do mesmo género.
Mas sem dúvida que The Wire é uma grande série.
Olá!
Da lista, completas ou ‘a par’ com o episódio/temporada em que vai, já vi Coupling, Dexter, Firefly, Lost e The Sopranos. Todas as outras interessam-me BASTANTE, tirando The West Wing, talvez um dia…
Firefly é daquelas séries que tem um lugar especial no meu coração
com apenas pouco mais de uma dezena de episódios é uma das séries que empata (juntamente com Lost, Twin Peaks, MacGyver, Seinfeld, etc etc) no Nº1 no top das minhas séries favoritas.
Coupling, a par de Seinfeld, é a minha comédia favorita, DE LONGE. Assim de cabeça, talvez possa-me enganar, o meu episódio favorito é o Night Lines, surpreendentemente da última temporada. Devo ser das poucas pessoas que acho que a quarta temporada mantém o nível!
The Sopranos, mais tarde na vida deverei rever, porque vi a série, ponta a ponta, no Verão de 2008, e deixou muito a desejar. Óptima, óptima série, mas com aquela primeira visualização, infelizmente, não consigo pensar em mais nada do que “seriamente sobrevalorizada”, principalmente quando The Wire – não estou a compará-las! – passou anos atrás de anos completamente ignorada criticamente e “publicamente” (a uma grande escala).
7 Palmos de Terra deve ser muito bom, é daquelas que tenho de começar seriamente a pensar em ver.
Sim, é mesmo muito bom. Vê que não te arrependes!
para a lista ficar perfeita acrescentava Friends! X)
Friends teve as temporadas finais nos 00, mas começou em 1994. Maior parte da série decorreu nos anos 90, não é propriamente série a contemplar aqui.
Ups, tinha.me esquecido completamente desse pormenor…
hman:
Esta é uma lista de qualidade, sem dúvida. Claro que ficam sempre algumas de fora, mas os nomes aqui presentes andam sempre na berlinda deste tipo de listas.
E eu que ainda estou deserta para ter Firefly em DVD.
Tenho de admitir, o Coupling é um espectáculo! O melhor da comédia britânica.
Não conhecia Coupling, tenho de ver isso…
Grande artigo btw
:goodjob:
Excelente artigo. Já anotei alguns na minha lista.
Troco Arrested Development por Veronica Mars, Firefly por 24 e Six Feet Under por House e podia ser esse o meu TOP10 da década.
Will and Grace também era muito bom…
Bom artigo, muito bem escrito. Dessa lista fico-me com Arrested Development, Firefly, BSG, Lost Dexter e Sopranos. O resto dispenso. 6 em 10 já não é mau
Haveria de certeza outras que para mim deveriam estar nessa lista, 24 por exemplo, mas é uma boa lista.
escolher 10 é realmente uma tarefa dificil.
da lista, falta-me ver Coupling, WW, Arrested e The Sopranos.
mas numa listas destas acho que teria que haver sempre espaço para 24.
Uma pequena correcção meramente tecnica, a 1ª decada do sec XXI só acaba em 2010, nunca ouve ano 0, Logo a decada comessou em 2001 e nao em 2000 -.-’
Uma década é um período de 10 anos e não necessariamente um 2000-2009 ou um 2001-2010. Se me referir a um período de 2003-2012 não deixa de ser uma década. E se repares no texto, eu nunca referi que era a década de 2000-2009. Referi a “última década”, ou seja, os 10 anos que antecederam a altura em que publiquei o post.
Ah Coupling… Que saudades!
Coupling!!!!vi e revi umas qtas x essa serie:D
Ate tenho os Dvds, a todos que nc viram a serie, vejam o primeiro e so param no ultimo:D
O elenco pode ser muito bom mas o Jeff entao e uma fenomenal risada:D
Agora que estou a terminar The Sopranos, desta lista só me falta ver: Arrested Development e The West Wing…