[SPOILERS] Holy shit! Em apenas uma hora esta foi sem dúvida a expressão que eu mais utilizei a ver este episódio. A percentagem de situações “desesperantes” por minuto transcendeu a minha capacidade de verbalização e, como tal, esta crítica vai ser algo diferente do habitual.
Recapitulemos então os momentos que marcaram este episódio por personagem:
Alby (Matt Ross) – se a princípio pensei que o seu relacionamento com Dale (Benjamin Koldyke) ia ser sol de pouca dura, a verdade é que chegamos ao terceiro episódio e ainda aqui andam os dois. Será que a atracção é mútua ou irá Alby aproveitar-se daquela fotografia para algum tipo de chantagem com o administrador da UEB?
Barb (Jeanne Tripplehorn) – a tensão no casino mantém-se, não só no choque cultural mas também com o jovem índio Tommy (Adam Beach). Sou só eu que sinto ali um possível romance a desenvolver-se? Claramente que ver Grey’s Anatomy não me faz bem…
Bill (Bill Paxton) – muito bem acompanhado por Sissy Spacek, este foi um dos momentos definitivos no avanço da sua carreira como Senador. Foi interessante vê-lo chocar contra uma mulher que ele não consegue manipular ou controlar e que acaba por o ajudar apenas por um comentário fortuito.
JJ (Zeljko Ivanek) – este é sem dúvida o homem a temer nesta temporada. O seu tempo de antena pode ser reduzido mas a sua presença no ecrã é bem marcante. Quer seja a entrar pela casa de Margene dentro ou num jogo psicológico com Nicki ou Joey (Shawn Doyle) esta personagem consegue deixar toda a gente nervosa, incluindo o espectador.
Margene (Ginnifer Goodwin) – a relação entre mãe e filho nunca foi válida para esta personagem e Ben (Douglas Smith). Mas se na temporada passada a sua ligação estava moderada, neste momento sofre um percalço nada feliz, já para não dizer semi-incestuoso. E embora seja fácil justificar perante a família o Mr. Margene Heffman, a consciência pesada e um coração leve não são coisas que desapareçam tão bem.
Nicki (Chloë Sevigny) – se neste episódio não brilhou tanto quanto é seu costume, não deixa de ser interessante ver o seu percurso como mãe de uma adolescente, já para não falar do seu ar quando é “acidentalmente” presa.
Chegados ao fim do episódio, sem saber qual o momento que surpreendeu mais, ficamos apenas com a certeza que o caminho pela frente será sem dúvida melhor. Cada personagem tem agora os seus problemas e “demónios” individuais para enfrentar, prevendo-se grandes choques entre todos que estaremos aqui para analisar.
O Melhor: O ar triunfante de Bill sobre Washington DC.
O Pior: O ar assustador de Alby a respirar… se é que aquilo era respirar.





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Fogo, realmente este episódio foi uma verdadeira amálgama de maluquice! Tanta coisa que aconteceu, e tudo coisas tão incomuns, que realmente foi de deixar os olhos arregalados.
Será que a atracção é mútua ou irá Alby aproveitar-se daquela fotografia para algum tipo de chantagem com o administrador da UEB?
Na altura pareceu-me apenas um momento kodak (lol), mas agora que falas nisso, essas da chantagem será uma boa hipótese a ter em conta. E para quê aquela cena dele nu? A cena não o justificava mesmo nada…
Sou só eu que sinto ali um possível romance a desenvolver-se?
Não és só tu.
Foi interessante vê-lo chocar contra uma mulher que ele não consegue manipular ou controlar e que acaba por o ajudar apenas por um comentário fortuito.
A mim pareceu-me que ela o decide ajudar por algum interesse próprio que viu no facto dele ter um casino. Extorsão?
já para não falar do seu ar quando é “acidentalmente” presa.
Essa cena dela a levantar a arma e a dizer que tinha licença foi excelente.
Estou a apontar para extorsão também, já que ela se mostrou muito interessada no comentário de Nicki. Muito provavelmente vai querer uma percentagem dos lucros em troca do apoio… Tudo conjecturas, claro.