[SPOILERS] Antes de mais, gostava só de avisar que serei eu, LR, que vou passar a escrever as críticas de “House” durante o resto da temporada, continuando assim o trabalho do ZB. Com isto dito, vamos ao episódio!
No meio de uma temporada com alguns altos, mas mais baixos, este episódio surge como uma lufada de ar fresco. Apesar de estar longe de ser “House” no seu melhor, pudemos respirar um bocadinho de todo o drama House/Cuddy, esse maldito Huddy drama que não estava a fazer nada bem à série, e ainda tivemos alguns momentos bem engraçados.
O caso da semana, em si, não foi nada de extraordinário, o típico caso de “House”: Dois traficantes de droga (neste caso), um está doente com uma doença estranha, ele tem espasmos ou desmaia, pensa-se que é uma coisa, surge um novo sintoma, descobre-se que é outra coisa. No fim, no meio de uma conversa com alguém aleatório sobre algo completamente aleatório, House (Hugh Laurie) faz uma ligação com o caso e descobre que afinal é uma doença completamente diferente daquilo que se pensava, deixando a pessoa com quem estava a falar sozinha. Ele vai ter com o paciente, impede o tratamento, dá as boas ou más notícias e manda começar um novo tratamento. Mas não posso dizer que não houve um ou dois desenvolvimentos interessantes, designadamente um pequeno twist: o traficante doente é afinal um polícia infiltrado com o objectivo de desmantelar uma rede tráfico maior; e o mais interessante ainda é que, o traficante tem pelo “falso” parceiro, uma amizade que, pelos visto, era mais forte daquilo que se esperava. Ainda se pode dizer que, apesar de não ser nada de inédito, é curioso que um paciente típico como este tenha morrido, uma vez que também não é assim muito comum isso acontecer. A cena no final em que se junta a morte do policia e a captura do outro traficante é eficaz, não pelo efeito emotivo, uma vez que não sabíamos praticamente nada sobre eles e não criámos laços com a personagem, mas sim devido ao facto de nos fazer pensar sobre se o traficante suspeitava que o seu companheiro o tinha tramado. A sua cara à medida que entra no carro da polícia diz-me que sim.
Durante o caso ainda pudemos ver os dotes policiais de House em acção, com o seu aparelho de espionagem e especialmente naquela cena do interrogatório, onde não podemos deixar escapar o seguinte:
House: I NEED THE DRUGS! Hmmm… works for Jack Bauer.
Numa outra vertente e no seguimento do último episódio, House e Wilson (Robert Sean Leonard), os inseparáveis amigos, estão em mudanças para o seu novo apartamento. Wilson senta-se a atraído pela sua nova vizinha, o que de facto é bom, uma vez que mostra que Amber e a sua morte já passaram definitivamente à história. A situação que surge é que Nora (Sasha Alexander) pensa que eles são um casal, um erro inocente (não a podemos culpar muito). Quem não é nada inocente é House, que mesmo depois da sua desintoxicação, continua igual a si mesmo. Ele faz-se passar como gay para ver se consegue alguma coisa a mais de Nora. Apesar das tentativas de Wilson, ela acredita em House, e ainda bem, pois levou a situações bem engraçadas, como a do restaurante, em que Wilson pede House em casamento. No fim, os dois passam apenas como dois idiotas aos olhos dela.
No meio de isto tudo, ainda houve tempo para equipa de House pregar uma partida a Foreman (Omar Epps), que em termos de comédia não foi o mais forte do episódio, mas não foi má de todo. Apesar de não ser propriamente fã da personagem de Foreman, achei graça ao facto de ele ter sido mais inteligente que eles, virando o feitiço contra o feiticeiro, ficando ele no fim com um ordenando maior e ainda se riu na cara dos seus colegas.
Por fim, num pequeno aparte, Chase (Jesse Spencer) tem um novo corte de cabelo, e não sei se foi devido isso, mas House implicou com ele mais do que habitual, atormentando-o com o seu passado usando umas indirectas muito boas:
House [to Chase]: Did Cameron get your hair in the divorce?
House [To Chase]: You’re OK with that right? You’re not gonna put a pillow over his face?





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Gostei muito do episódio. Espero que continue assim. O enredo secundário foi muito bom e House parece que voltou ao normal. A ser engraçado sem ser um completo idiota… a maior parte das vezes.
Adorei as bocas dele ao Chase!
Eu gostei das parvoíces do House, a armar-se em gay para dormir com a vizinha. Ou, la no fundo, para chatear o Wilson
Agora o caso foi o normal, só com a pequena excepção do paciente ter morrido no final.
No fundo foi um episódio bem passado, mas nada de espectacular!
:4:
Mwhahaha, o Wilson a pedir o House em casamento foi impagável.
E muito mais interessante do que aqueles dramas amorosos House/Cuddy
True, true, melhor cena!
Eu acho que vou deixar de ver House. O mundo de possíbilidades que se abriu com o ínicio desta season foi algo de fenomenal, mas e passados 11 episódios?
Hmmm, ok! Saiu a Cameron. O Chase matou um ditador. Mas e o resto? O House tá cada vez mais igual a si mesmo. Não tou a gostar!
“O House tá cada vez mais igual a si mesmo”
isso é House. É isso q todos queremos. Mais House!!!